Artigo de Moacir Sader com nova versão em 2012 enfocando sons estranho em vários países

Em janeiro/12 o artigo de Moacir Sader "2012, ano da mudança"
teve mais de 20 mil acessos. clique no título para ler esse artigo,
que agora conta com textos de outros artigos sobre o tema.

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S i t e E s p i r i t u a l i d a d e

2012>>13º no ar em prol da elevação energética do planeta
sobre nova era, viagem astral, almas gêmeas, Reiki e outros temas

Prece de Cáritas

Em homenagem ao meu amado pai que faz aniversário de encarnação hoje, dia 01/02 – sei que no infinito onde ele se encontra hoje, está esperando por mim. Obrigada, pai, pelo dom da vida. Muita luz em seu caminhar.

Prece de Cáritas

DEUS, nosso Pai, que sois todo poder e bondade, dai forca àquele que passa pela provação; dai luz àquele que procura a verdade, pondo no coração do homem a compaixão e a caridade.

Deus, dai ao viajor a estrela guia; ao aflito a consolação; ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai.

Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que Criastes.

Piedade Senhor, para aqueles que não vos conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé.

Deus, um raio, uma faísca do Vosso amor pode abrasar a terra. Deixa-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita e todas as lágrimas secarão, todas as dores acalmar-se-ão.

Um só coração, um só pensamento subirá até Vós como um grito de reconhecimento e amor. Como Moisés sobre a montanha, nos Vós esperamos com os braços abertos, oh! Poder… oh! Bondade… oh! Beleza… oh! Perfeição, e queremos de alguma sorte alcançar a Vossa misericórdia.

Deus, dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até Vós. Dai-nos a caridade pura; dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas, o espelho onde deve refletir a Vossa Santa e Misericordiosa imagem.

* * *
Mme. W. Krill.
Ditado pelo Espírito Cáritas.
25 de dezembro de 1873.

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PARTIDA E CHEGADA – ‘PARTIDA’: UMA ANIMAÇÃO SOBRE DOIS MUNDOS

PARTIDA E CHEGADA

‘PARTIDA’: UMA ANIMAÇÃO SOBRE DOIS MUNDOS

Posted: 19 Aug 2011 03:22 PM PDT

Departure from Joji Tsuruga on Vimeo.

Dirigido por Joji Tsuruga, “Partida” é uma animação de David Han Ambiente, com roteiro de Jina Lee, vencedora na categoria animação para o “Desafio Dreamscape em CGSociety.org”. Para nós, basta dizer que serve como uma alegoria entre os dois planos da vida: aqui onde o conhecemos e além, para onde iremos. Todos.

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Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo. – Paulo Viotti

Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo.

Há muito temos caído neste mandamento mosaico. As causas são inúmeras e
riquíssimas em suas cores.e, totalmente descabidas as justificativas.

Fato é que temos, a maioria, apêndice entre os dentes que é no mínimo
problemático. Pelas nossas vidas afora temos feito de tudo para
impormo-nos que veio melífluo do verbo impensado.

Temos uma grande tendência salvaguarda o nosso lado esquecendo-nos
completamente do planejamento do mais alto para nós.

Não conseguimos suster em nós o ímpeto mordaz e sarcástico verbal.

Somos ignaras noites na vida daqueles que apenas, como nós, quer seu
justo lugar ao sol.

Neste sentido vislumbramos:

O bom: ser claudicante perante as próprias conquistas que, à guisa de
justificar as próprias, não tão hígidas sob a égide da ética e da moral,
denota exteriormente uma candura irretorquível, mas interiormente
vulcão, de vez que a posturas exteriores não são suficientes para
aquinhoar paz de espírito. Antes de bons, são necessariamente melífluos
verbais. Poderemos enquadrá-los como maledicentes à surdina.

O realista: ser que prima o proceder pela fala altaneira e
destruidora ao mesmo tempo, tanto com o interessado, quanto à surdina.
Não se preocupa com o interlocutor, de vez que sua verdade é única. Fere
e declina de qualquer alívio, de vez que se julga perfeito no
cumprimento do dever. São os maledicentes da dor.

O desiludido: infeliz criatura que não consegue aceitar as derrotas
que a vida, à guisa de aprendizado, lhe dá, em função de seus próprios
erros. Tenta obter vantagens de maneiras tão insólitas quanto violentas.
Não entendamos a violência aqui como a física, mas a mental. São os que
se perderam nas teias do verbo inconveniente, destruindo futuros
alhures. Normalmente seres que foram infelizes nas várias searas que a
vida nos oferece. Não souberam aceitar a derrota e, em função disto são
dilapidadores das conquistas alteras. São os maledicentes derrotados.

O destruidor: É aquele que, à guisa de ensinar, abusa do verbo, para
todos. Não tem consciência nem lógica na oratória. Julga-se um deus e,
todos a sua volta são vassalos. Espalha veneno à sua volta e, se não
consegue seus objetivos de maneira clara, suborna, emocionalmente ou não
seus iguais, destruindo quem deseja. São os maledicentes do ódio.

A língua tem-nos perdido pelas trilhas da vida. Somos criaturas que
ainda temos necessidades diversas. Temos em nós, ainda um pouco de cada
tipo de maledicência, fruto de nosso orgulho e de desvio de caráter.
Lembrar de como é difícil reconquistar um ser que destruímos é de suma
importância para todos nós.

A aquisição da razão é ponto positivo de todos nós, mas o mau uso é
opção individual e, exteriozá-lo verbal, na surdina, como derrotados, na
dor ou com ódio, delimitará o acórdão da nossa pena como meliantes
perante a Lei.

Reflitamos se nos encontramos em paz com a nossa língua.

Paulo Viotti, com a ajuda dos amigos espirituais (GG)

Momento Espirita – A questao do tempo

Momento Espírita
A questao do tempo

O vestibulando chega correndo ao local da prova, mas o portão se fecha à sua frente. Ele senta e desaba.

Tanto esforço. Tanta preparação. Tanto estudo. Tudo perdido por um atraso mínimo de segundos.

O pedestre observa o sinal vermelho, mas decide atravessar correndo porque está atrasado para um compromisso.

Freada brusca. Susto. Talvez ferimentos graves. Tudo por questão de um segundo de precipitação.

O funcionário chega correndo, esbaforido, bate o cartão e vai para seu local de trabalho.

Ali, precisa de alguns minutos para se recompor. Subiu as escadas correndo porque os elevadores estavam lotados e ele não desejava se atrasar, a fim de não ter descontados valores, ao final do mês, em seu salário.

Desculpas se sucedem a desculpas. Não deu tempo. Não foi possível chegar. Perdi o ônibus. O trânsito estava terrível na hora em que saí.

Tempo é nossa oportunidade de realização, que devemos aproveitar com empenho.

A nossa incapacidade de planejar o uso do tempo provoca a desarmonia e toda a série de contratempos.

O tempo pode ser comparado a uma moeda. Se tomarmos de uma porção de ouro e cunharmos uma moeda, poderemos lhe dar o valor de um real.

Este será o valor inscrito. Mas o valor verdadeiro será muito maior, representado pela quantidade do precioso metal que utilizamos.

As moedas do tempo têm uma cunhagem geral, que é igual para todos: um segundo, um mês, um ano, um século.

No entanto, o valor real dependerá do material com que cunhamos o nosso tempo, isto é, o que fazemos dele.

Para um correto aproveitamento desse tesouro, que é o tempo, é preciso disciplina.

Para evitar correria, levantemos um pouco mais cedo. Preparemo-nos de forma rápida, sem tanta enrolação.

Deixemos, desde a véspera, o que necessitaremos para sair, mais ou menos à mão, evitando desperdícios de minutos à procura disto ou daquilo.

Se sabemos que o trânsito, em determinados horários, está mais congestionado, disciplinemo-nos e nos programemos para sair um pouco antes, com folga.

Esses pequenos cuidados impedirão que percamos compromissos importantes, que tenhamos de ficar sempre criando desculpas para justificar os nossos atrasos, que tenhamos taquicardia por ansiedade ao ver o relógio dos segundos correr célere, demarcando os minutos e as horas.

* * *

Na órbita das nossas vidas, não joguemos fora os tempinhos tantas vezes desprezados.

Aproveitemos para escrever um ligeiro bilhete de carinho a alguém que esteja enfrentando momentos graves.

Telefonemos a um familiar ou amigo que não vejamos há muito tempo.

Cuidemos de um vaso de planta. Desenvolvamos ideias felizes para fazer o bem a alguma pessoa que saibamos necessitada.

Valorizemos os minutos para descobrir motivos gloriosos de viver, para aprender a amar a vida e iluminar o nosso caminho.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 3, do livro Vereda familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter e no cap. O grande tesouro, do livro Uma razão para viver, de Richard Simonetti, ed. Gráfica São João.

Disponível no livro Momento Espírita v.2, ed. Fep.

Em 27.01.2012.

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Pedimos a sua atenção para o fato de o Momento em Casa não ser um serviço diário.
São enviadas, em média, 3 a 4 mensagens no decorrer da semana. As mensagens do Momento
Espírita também estão disponíveis em cd’s e livros, em www.livrariamundoespirita.com.br.

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Momento Espirita – Os dons

Momento Espírita
Os dons

Narra uma lenda de autor desconhecido que um homem entrou em uma loja e se aproximou do balcão.

Quem estava a atender era uma criatura maravilhosa. Tão bela que parecia uma fada, dessas saídas de um conto infantil.

O homem olhou para os lados e perguntou: O que é que você tem para vender?

Com um sorriso lindo, a jovem respondeu: Todos os dons.

O homem arregalou os olhos, manifestando interesse, e quis saber qual era o preço. Seria muito caro?

Não, foi a resposta. Aqui, nesta loja, tudo é de graça.

Ele olhou, maravilhado, jarros cheios de amor, vidros repletos de fé, pacotes de esperança e caixinhas de sabedoria.

Resolveu fazer o seu pedido: Por favor, quero muito amor, um vidro de fé, bastante felicidade para mim e toda a minha família.

Com presteza, a moça preparou tudo e lhe entregou um embrulho muito pequeno, que cabia na sua mão.

O homem se mostrou surpreso e perguntou outra vez:

Será possível? Está tudo aqui mesmo? É tão pequeno o embrulho!

Sorrindo sempre, a jovem falou: Meu querido amigo, nesta loja, onde temos todos os dons, não vendemos frutos. Concedemos apenas as sementes.

* * *

As sementes das virtudes se encontram em nós. Somos a loja dos dons. O que necessitamos é investir na semeadura.

Se desejamos que frutifique o amor, é preciso que nos disponhamos a amar. E o exercício começa quando executamos bem as tarefas que nos constituem dever. Prossegue no trato familiar, com pais, irmãos, cônjuges e se amplia no rol das amizades.

Depois, atravessa a cerca dos afetos e passa a agir entre aqueles que simplesmente encontramos na rua, no ônibus, no mercado, no banco.

A fé não é adquirida de rompante. Necessita ser pensada, estudada, reflexionada. O exercício inicia com a contemplação da natureza. Os dias frios, os dias quentes, o sol, a lua, as estrelas, as árvores que balançam ao vento e as flores multicoloridas nos jardins.

Alonga-se com a visão dos mundos, das coisas infinitamente pequenas e daquelas infinitamente grandes. A harmonia de tudo nos remete a uma confiança irrestrita, uma certeza inabalável que se chama fé.

A felicidade frutifica quando, plenos de amor e de fé, vivemos cada dia com intensidade, sem igual, saboreando cada minuto como se fosse o único, o último, o derradeiro.

* * *

Mudar é um ato de coragem. É a aceitação plena e consciente do desafio.

É trabalho árduo, para hoje. É trabalho duro, para agora.

E os frutos seguramente virão no amanhã, talvez não muito distante.

Mas, quando temos certeza de estar no rumo certo, a caminhada é tranquila.

Quando temos fé e firmeza de propósito é fácil suportar as dificuldades do dia-a-dia.

Pensemos nisso. Invistamos nas virtudes ainda hoje.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Dons, de autor desconhecido e no cap. É preciso sentir a mudança lá dentro, de R. Anatoli Oliynik, do livro Momentos de luz, organizado por Hiran Rocha, v. 1, ed. Kuarup.

Em 20.01.2012.

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Momento Espirita – Mensagem que salva

Momento Espírita

Mensagem que salva

Em setembro de 1995, um jornal publicou uma interessante história.

Tratava-se de uma jovem que, sem objetivos na vida, começou a achar que tudo estava contra ela. Ficou deprimida e pensou em se suicidar.

Tentou uma vez, em um hotel, mas a camareira entrou e chamou socorro a tempo. Ela foi salva.

Quando saiu do hospital, continuou com o firme propósito de acabar com a vida. Começou a estocar remédios. Às vezes, começava a olhar para o teto, procurando um lugar para colocar uma corda e terminar com tudo.

Era um tormento constante. A ideia não saía de sua cabeça. Dois meses depois, ela foi até um hotel levando trezentos comprimidos em sua bolsa.

Felizmente, três amigas atentas, dessas criaturas atenciosas que Deus coloca na trajetória dos seres, para servirem de anjos de guarda, descobriram o seu plano. Com muito esforço, a levaram até o hospital, antes que ela fizesse uso dos comprimidos.

Enquanto aguardava para ser atendida, na sala de espera do hospital, ela apalpava os comprimidos que trazia consigo, pensando em como faria para enganar as amigas e tomar a medicação.

Enfim, como o atendimento demorou um pouco, ela pôs os olhos sobre uma mesinha e viu uma revista. Pegou-a e abriu. Seus olhos ficaram arregalados de espanto, quando leu: Antes de você se matar.

O artigo oferecia diversas razões fortíssimas para se optar pela vida em vez do suicídio.

De uma forma misteriosa, aquelas observações foram calando em sua alma e ela desistiu de se matar.

Chamou uma enfermeira e lhe entregou todos os comprimidos. Nunca mais tentou se matar. Decidiu viver.

Ao publicar a sua história, afirmava que tudo acontecera há dez anos.

* * *

Uma mensagem salva uma vida. Isto nos mostra como é importante que as coisas boas, as coisas positivas sejam passadas adiante, sejam divulgadas.

Cada um de nós, onde esteja, pode ser um propagandista das coisas positivas, elevadas, nobres.

Podemos procurar um folheto que fale do otimismo, da fé em Deus, da beleza da vida e passá-lo adiante. Aquilo que nos faz bem, nos sustenta a esperança, deve ir além para favorecer igualmente outras vidas.

Se lemos um livro que traz lições excelentes, por que não emprestá-lo a alguém que sabemos estar enfrentando muitas dificuldades?

Se conhecemos a mensagem do Cristo, que é um poema de vida abundante, por que não repassá-la a outros?

Lembremos: às vezes, tudo o que é preciso para resgatar uma vida, fortalecer um coração é uma palavra generosa, uma mensagem de esperança e consolação.

* * *

O bem é tudo quanto estimula a vida, produz para a vida, respeita e dignifica a vida.

O bem é simples. A sua linguagem singela dispensa aparências.

Um sorriso a quem, em uma sala de espera, aguarda ansioso pela notícia de um parente hospitalizado.

Um aperto de mão, uma flor a quem está triste. Um gesto de carinho inesperado.

Habituemo-nos a espalhar o bem, oferecendo ao mundo os nossos esforços a benefício de outras vidas.

Redação do Momento Espírita, com base em crônica, do livro Pequenos milagres, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e no verbete Bem, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

Em 04.01.2012.

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