AMIGOS DA LUZ – SÃO PAULO – OFICINA DE TEATRO TRANSCENDENTAL 31/03

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Artigo de Moacir Sader com nova versão em 2012 enfocando sons estranho em vários países

Em janeiro/12 o artigo de Moacir Sader "2012, ano da mudança"
teve mais de 20 mil acessos. clique no título para ler esse artigo,
que agora conta com textos de outros artigos sobre o tema.

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S i t e E s p i r i t u a l i d a d e

2012>>13º no ar em prol da elevação energética do planeta
sobre nova era, viagem astral, almas gêmeas, Reiki e outros temas

Prece de Cáritas

Em homenagem ao meu amado pai que faz aniversário de encarnação hoje, dia 01/02 – sei que no infinito onde ele se encontra hoje, está esperando por mim. Obrigada, pai, pelo dom da vida. Muita luz em seu caminhar.

Prece de Cáritas

DEUS, nosso Pai, que sois todo poder e bondade, dai forca àquele que passa pela provação; dai luz àquele que procura a verdade, pondo no coração do homem a compaixão e a caridade.

Deus, dai ao viajor a estrela guia; ao aflito a consolação; ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai.

Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que Criastes.

Piedade Senhor, para aqueles que não vos conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé.

Deus, um raio, uma faísca do Vosso amor pode abrasar a terra. Deixa-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita e todas as lágrimas secarão, todas as dores acalmar-se-ão.

Um só coração, um só pensamento subirá até Vós como um grito de reconhecimento e amor. Como Moisés sobre a montanha, nos Vós esperamos com os braços abertos, oh! Poder… oh! Bondade… oh! Beleza… oh! Perfeição, e queremos de alguma sorte alcançar a Vossa misericórdia.

Deus, dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até Vós. Dai-nos a caridade pura; dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas, o espelho onde deve refletir a Vossa Santa e Misericordiosa imagem.

* * *
Mme. W. Krill.
Ditado pelo Espírito Cáritas.
25 de dezembro de 1873.

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PARTIDA E CHEGADA – ‘PARTIDA’: UMA ANIMAÇÃO SOBRE DOIS MUNDOS

PARTIDA E CHEGADA

‘PARTIDA’: UMA ANIMAÇÃO SOBRE DOIS MUNDOS

Posted: 19 Aug 2011 03:22 PM PDT

Departure from Joji Tsuruga on Vimeo.

Dirigido por Joji Tsuruga, “Partida” é uma animação de David Han Ambiente, com roteiro de Jina Lee, vencedora na categoria animação para o “Desafio Dreamscape em CGSociety.org”. Para nós, basta dizer que serve como uma alegoria entre os dois planos da vida: aqui onde o conhecemos e além, para onde iremos. Todos.

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Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo. – Paulo Viotti

Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo.

Há muito temos caído neste mandamento mosaico. As causas são inúmeras e
riquíssimas em suas cores.e, totalmente descabidas as justificativas.

Fato é que temos, a maioria, apêndice entre os dentes que é no mínimo
problemático. Pelas nossas vidas afora temos feito de tudo para
impormo-nos que veio melífluo do verbo impensado.

Temos uma grande tendência salvaguarda o nosso lado esquecendo-nos
completamente do planejamento do mais alto para nós.

Não conseguimos suster em nós o ímpeto mordaz e sarcástico verbal.

Somos ignaras noites na vida daqueles que apenas, como nós, quer seu
justo lugar ao sol.

Neste sentido vislumbramos:

O bom: ser claudicante perante as próprias conquistas que, à guisa de
justificar as próprias, não tão hígidas sob a égide da ética e da moral,
denota exteriormente uma candura irretorquível, mas interiormente
vulcão, de vez que a posturas exteriores não são suficientes para
aquinhoar paz de espírito. Antes de bons, são necessariamente melífluos
verbais. Poderemos enquadrá-los como maledicentes à surdina.

O realista: ser que prima o proceder pela fala altaneira e
destruidora ao mesmo tempo, tanto com o interessado, quanto à surdina.
Não se preocupa com o interlocutor, de vez que sua verdade é única. Fere
e declina de qualquer alívio, de vez que se julga perfeito no
cumprimento do dever. São os maledicentes da dor.

O desiludido: infeliz criatura que não consegue aceitar as derrotas
que a vida, à guisa de aprendizado, lhe dá, em função de seus próprios
erros. Tenta obter vantagens de maneiras tão insólitas quanto violentas.
Não entendamos a violência aqui como a física, mas a mental. São os que
se perderam nas teias do verbo inconveniente, destruindo futuros
alhures. Normalmente seres que foram infelizes nas várias searas que a
vida nos oferece. Não souberam aceitar a derrota e, em função disto são
dilapidadores das conquistas alteras. São os maledicentes derrotados.

O destruidor: É aquele que, à guisa de ensinar, abusa do verbo, para
todos. Não tem consciência nem lógica na oratória. Julga-se um deus e,
todos a sua volta são vassalos. Espalha veneno à sua volta e, se não
consegue seus objetivos de maneira clara, suborna, emocionalmente ou não
seus iguais, destruindo quem deseja. São os maledicentes do ódio.

A língua tem-nos perdido pelas trilhas da vida. Somos criaturas que
ainda temos necessidades diversas. Temos em nós, ainda um pouco de cada
tipo de maledicência, fruto de nosso orgulho e de desvio de caráter.
Lembrar de como é difícil reconquistar um ser que destruímos é de suma
importância para todos nós.

A aquisição da razão é ponto positivo de todos nós, mas o mau uso é
opção individual e, exteriozá-lo verbal, na surdina, como derrotados, na
dor ou com ódio, delimitará o acórdão da nossa pena como meliantes
perante a Lei.

Reflitamos se nos encontramos em paz com a nossa língua.

Paulo Viotti, com a ajuda dos amigos espirituais (GG)

Momento Espirita – A questao do tempo

Momento Espírita
A questao do tempo

O vestibulando chega correndo ao local da prova, mas o portão se fecha à sua frente. Ele senta e desaba.

Tanto esforço. Tanta preparação. Tanto estudo. Tudo perdido por um atraso mínimo de segundos.

O pedestre observa o sinal vermelho, mas decide atravessar correndo porque está atrasado para um compromisso.

Freada brusca. Susto. Talvez ferimentos graves. Tudo por questão de um segundo de precipitação.

O funcionário chega correndo, esbaforido, bate o cartão e vai para seu local de trabalho.

Ali, precisa de alguns minutos para se recompor. Subiu as escadas correndo porque os elevadores estavam lotados e ele não desejava se atrasar, a fim de não ter descontados valores, ao final do mês, em seu salário.

Desculpas se sucedem a desculpas. Não deu tempo. Não foi possível chegar. Perdi o ônibus. O trânsito estava terrível na hora em que saí.

Tempo é nossa oportunidade de realização, que devemos aproveitar com empenho.

A nossa incapacidade de planejar o uso do tempo provoca a desarmonia e toda a série de contratempos.

O tempo pode ser comparado a uma moeda. Se tomarmos de uma porção de ouro e cunharmos uma moeda, poderemos lhe dar o valor de um real.

Este será o valor inscrito. Mas o valor verdadeiro será muito maior, representado pela quantidade do precioso metal que utilizamos.

As moedas do tempo têm uma cunhagem geral, que é igual para todos: um segundo, um mês, um ano, um século.

No entanto, o valor real dependerá do material com que cunhamos o nosso tempo, isto é, o que fazemos dele.

Para um correto aproveitamento desse tesouro, que é o tempo, é preciso disciplina.

Para evitar correria, levantemos um pouco mais cedo. Preparemo-nos de forma rápida, sem tanta enrolação.

Deixemos, desde a véspera, o que necessitaremos para sair, mais ou menos à mão, evitando desperdícios de minutos à procura disto ou daquilo.

Se sabemos que o trânsito, em determinados horários, está mais congestionado, disciplinemo-nos e nos programemos para sair um pouco antes, com folga.

Esses pequenos cuidados impedirão que percamos compromissos importantes, que tenhamos de ficar sempre criando desculpas para justificar os nossos atrasos, que tenhamos taquicardia por ansiedade ao ver o relógio dos segundos correr célere, demarcando os minutos e as horas.

* * *

Na órbita das nossas vidas, não joguemos fora os tempinhos tantas vezes desprezados.

Aproveitemos para escrever um ligeiro bilhete de carinho a alguém que esteja enfrentando momentos graves.

Telefonemos a um familiar ou amigo que não vejamos há muito tempo.

Cuidemos de um vaso de planta. Desenvolvamos ideias felizes para fazer o bem a alguma pessoa que saibamos necessitada.

Valorizemos os minutos para descobrir motivos gloriosos de viver, para aprender a amar a vida e iluminar o nosso caminho.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 3, do livro Vereda familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter e no cap. O grande tesouro, do livro Uma razão para viver, de Richard Simonetti, ed. Gráfica São João.

Disponível no livro Momento Espírita v.2, ed. Fep.

Em 27.01.2012.

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Pedimos a sua atenção para o fato de o Momento em Casa não ser um serviço diário.
São enviadas, em média, 3 a 4 mensagens no decorrer da semana. As mensagens do Momento
Espírita também estão disponíveis em cd’s e livros, em www.livrariamundoespirita.com.br.

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