ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?

ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?


Havia em certo povoado um jovem muito triste por ter sido abandonado pela mulher amada.
Um velho mestre pediu a este jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim, muito salgado! – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água!
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz. – É água doce!
– Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
– Não! – disse o jovem.
O mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
– A dor durante a vida de uma pessoa é inevitável, mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo de bom que está a sua volta. E aprenda a dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu.

“Entender a vontade de Deus nem sempre é fácil, mas crer que Ele está no comando e tem um plano pra nossa vida faz a caminhada valer a pena”.

(Autor desconhecido)

Copyright (c) 2010 Cláudio José e Violeta Vitória Av. Leôncio de MagalhÃes, 750, São Paulo – SP CEP: 02042000 Tel.: (11) 2283-4247/2283-0427/2283-0539.
Site:

QUERO VOLTAR PARA CASA – teatro espírita – Em cartaz no Rio

CIA AMIGOS DA LUZ INDICA:

QUERO VOLTAR PARA CASA

Cinco cidadãos comuns acordam numa acolhedora pousada depois de sofrerem graves acidentes de carro.
Mas por que não conseguem ir embora do local?

Peça teatral de Flora Geny

28 e 29 de maio
4, 5, 11, 12, 18, 19, 25 e 26 de junho
2 e 3 de julho

Sempre às 20h.

Teatro Brigitte Blair – Rua Miguel Lemos, 51,Copacabana, Rio de Janeiro, RJ
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AFLIÇÃO VAZIA – EMMANUEL – CHICO XAVIER

AFLIÇÃO VAZIA

Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.
Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.
No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.
Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranquila.
Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária…
Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a ideia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.

Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.

Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidades do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.

(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Encontro Marcado)
(texto recebido de Cristiano de Almeida)

CARTA AO AMIGO NA TERRA/ ANDRÉ LUIZ – FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

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Caro companheiro.

Você quer saber algo de sua verdadeira situação na Terra.
Compreendo.
Quando a pessoa entra nessa grande colônia de tratamento e cura, é convenientemente tratada.
A memória deve funcionar na dose justa.
É natural.
A permanência aí poderá ser longa e, por isso mesmo, certas medidas se recomendam em favor dos beneficiários.
Atende às instruções do internato e não se preocupe, em demasia, com os problemas que não lhe digam respeito.
Não se prenda aos seus apetrechos de uso e nem acumule utilidades que deixará inevitavelmente, quando as autoridades observarem você no ponto de retorno.
Se algum colega de vivência estima criar casos, esqueça isso. Não vale a pena incomodar-se .
Ninguém ou quase ninguém passa por aí sem dificuldades por superar.
Viva alegre, com a sua consciência tranqüila.
Em se achando numa estância de refazimento, é aconselhável manter-se fiel à tarefa que a administração lhe confie.
Procure ser útil, deixando o seu lugar tão melhorado quanto possível, para alguém que aí chegue depois.
Quanto ao mais, considere você e os demais companheiros de convivência e necessidade simplesmente acampados, unidos numa instituição de tratamento oportuno e feliz.
Aí você consegue dormir mais tempo, distrair-se na sua faixa temporária de esquecimento terapêutico, deliciar-se com excelente alimentação, compartilhar de vários jogos e ensaiar muita atividade nobre para o futuro.
Aproveite.
O ensejo é dos melhores.
Descanse e reajuste as próprias forças porque o trabalho para você só será serviço mesmo, quando você deixar o seu uniforme do instituto no vestiário da morte e puder regressar.

CARTA A UM AMIGO NA TERRA
André Luiz
(Do livro: Vida em Vida, Francisco Cândido Xavier)

MORTE DE BIN LADEN: UMA VISÃO ESPIRITA

MORTE DE BIN LADEN: UMA VISÃO ESPIRITA

O MUNDO ESTÁ MELHOR SEM BIN LADEN?
por Wellington Balbo

“A morte de Osama Bin Laden é apenas uma pequena amostra da ilusão que o ódio pode ocasionar na criatura humana. Integrantes da família universal podem, quando revestidos de sentimentos menos felizes, considerarem-se ferrenhos inimigos, como no caso em questão. Lamentável, pois, as atitudes dos terroristas que se voltam contra os EUA, como também é lamentável a felicidade com ares de vitória da terra do Tio Sam pela morte de Bin Laden. Em ocasiões assim não há vencedores. Todos perdem.
Interessante que o desconhecimento das leis que regem a vida faz com que até mesmo figuras inteligentes percam-se em devaneios. Explico melhor:
André Trigueiro, jornalista da Globo News, no programa em que apresenta questionou renomado professor de História Contemporânea se o mundo ficaria melhor com a morte de Bin Laden. O acadêmico, impetuosamente respondeu: Obviamente que sim!
Certamente o professor desconhece que despojado do invólucro de carne Bin Laden não perdeu sua ira. Ele não sumiu, apenas está sem o corpo físico. Não vejo, então, qual a melhora efetiva do mundo sem a presença física do terrorista. O mundo estaria melhor se ele tivesse mudado suas disposições íntimas, regenerando-se. Sabemos que nada disso ocorreu, portanto…
Vale destacar também que o sentimento de pseudo-alegria de uma nação pela morte de alguém que os tem como inimigos somente acirra os ânimos exaltados de alguns fanáticos, fazendo a perpetuação do ódio e da vingança.
A morte do corpo não significa a morte do sentimento ou da individualidade. Continuamos existindo e atuando em consonância com nossos propósitos e objetivos. E as vibrações destemperadas de alguns encarnados atingem em cheio o objeto de suas doentias emanações mentais.
Portanto, fácil concluir que desprovido do corpo Bin Laden continuará atuando.
Por isso recomenda-se o perdão das ofensas, para que as contendas não se transformem em ardilosos e nefastos processos de obsessão que perduram por tempo indeterminado, até que as partes envolvidas disponham-se a aparar arestas. É fácil perdoar, simples, passe de mágica? Todos sabemos que não. O perdão é uma construção daquele que busca estar em paz consigo e sua consciência. Muitos dizem: Mas como perdoar? Como conceder o benefício do perdão a um terrorista ou a alguém que tirou a vida de uma pessoa que eu amo? Primeiro é preciso compreender que o perdão beneficia quem o concede, porquanto o livra das correntes do ódio e da vingança.
Aliás, a vingança é claro sinal de inferioridade. Conforme consta em O evangelho segundo na elucidativa mensagem de Júlio Olivier que transcrevemos parcialmente:
A vingança é um dos últimos remanescentes dos costumes bárbaros que tendem a desaparecer dentre os homens. E, como o duelo, um dos derradeiros vestígios dos hábitos selvagens sob cujos guantes se debatia a Humanidade, no começo da era cristã, razão por que a vingança constitui indício certo do estado de atraso dos homens que a ela se dão e dos Espíritos que ainda as inspirem.
Se buscamos seguir Jesus é inconcebível que vibremos com a desdita do outro. Se não é possível perdoar, ao menos não alimentemos a vingança. Se o perdão se faz impossível e nosso coração ainda não é brando o suficiente para concedê-lo, que ao menos não cogitemos de prejudicar quem quer que seja.
Por essas e outras é que discordamos com veemência do professor que concedeu entrevista ao André Trigueiro.
O mundo não está melhor nem pior sem a presença de Bin Laden.
O mundo só estará melhor quando aprendermos a perdoar e o mundo só será o ideal quando aprendermos, de fato, a amar. Assim, nada de perdão, porquanto não estaremos mais no primitivo estágio de causar dano ao outro.
Reflitamos com gravidade nesse momento e analisemos nossa postura como espíritas. O ódio não combina com aqueles que pretendem seguir Jesus.

Pensemos nisso.”

Wellington Balbo (Bauru – SP)

Wellington Balbo é autor do livro “Lições da História Humana”, síntese biográfica de vultos da História, à luz do pensamento espírita, palestrante e dirigente espírita no Centro Espírita Joana D´Arc, em Bauru.

CHICO XAVIER: ANOS-LUZ À FRENTE! CARLOS BACCELLI

(…)

Outro aspecto que merece ser lembrado, e que talvez abra o campo para muita gente capacitada explorá-lo, é que Chico [Xavier] sabe quando lançar a semente. Atentem para o que vamos narrar.

Numa das nossas reuniões no já famoso Abacateiro, Chico contou uma experiência dos irmãos de Santa Rita do Passa Quatro com a Cantina do Leite. Aliás, essa cantina de Santa Rita começou também com orientação do próprio Chico. Os irmãos da referida cidade distribuem, diariamente, o leite, a canjica e a coalhada para as crianças que às vezes iam à escola de estômago vazio. Não foi preciso mais. Pelo que já sabemos, um grupo já fundou a Cantina do Leite em São Paulo, outro está fundando em Uberaba e a ideia se alastra.

O próprio Chico é quem sempre repete: “Começando a trabalhar, a ajuda do Alto vem”. Aqui, nos recordamos de uma mensagem de Emmanuel, intitulada Ação Pronta, que nos inspirou a criar em Uberaba, com alguns amigos, já há quase quatro anos, o Grupo Espírita Pão Nosso. A página diz que se alguma ideia, relativa a algum bem por fazer, saltou do silêncio para a nossa cabeça, que não devemos perguntar, demasiadamente, aos outros sobre a maneira de executá-la; que devemos começar a trabalhar porque o próprio trabalho trará os companheiros que colaborarão conosco. Assim fizemos, assim foi.

Para esse ângulo luminoso da mediunidade de Chico é que desejamos chamar a atenção. Chico não é só médium do livro, ou da palavra, ou da perseverança.
É também o médium da própria grandeza, da caridade na sua mais legítima expressão. Ele vê o que não enxergamos. O seu raciocínio está alguns anos-luz do nosso, anos-luz no que se refere à distância e à substância.

Apenas para encerrar. Certa vez, ele me disse assim: “Precisamos veicular ao máximo a mensagem espírita para o povo (também pelo trabalho), porque se algum dia alguém quiser fazer alguma coisa contra a ideia espírita o povo não vai deixar”. Será que estamos percebendo o esforço dos espíritos superiores para criar no Brasil essa atmosfera de “cristianização”?

Carlos A. Baccelli

Livro: Lições de Sabedoria – Chico Xavier nos 22 Anos da Folha Espírita

Marlene Rossi Severino Nobre

FE Editora Jornalística

Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo.

Projeto Saber e Mudar
Aos poucos e sempre.

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Agir e transformar.

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