Amor

Amor

O Amor, sublime impulso de Deus, é a energia que move os mundos:
Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva.
Palpita em todas as criaturas.
Alimenta todas as ações.
O ódio é o Amor que se envenena.
A paixão é o Amor que se incendeia.
O egoísmo é o Amor que se concentra em si mesmo.
O ciúme é o Amor que se dilacera.
A revolta é o Amor que se transvia.
O orgulho é o Amor que enlouquece.
A discórdia é o Amor que divide.
A vaidade é o Amor que ilude.
A avareza é o Amor que se encarcera.
O vício é o Amor que se embrutece.
A crueldade é o Amor que tiraniza.
O fanatismo é o Amor que petrifica.
A fraternidade é o Amor que se expande.
A bondade é o Amor que se desenvolve.
O carinho é o Amor que se enflora.
A dedicação é o Amor que se estende.
O trabalho digno é o Amor que aprimora.
A experiência é o Amor que amadurece.
A renúncia é o Amor que se ilumina.
O sacrifício é o Amor que se santifica.
O Amor é o clima do Universo.

É a religião da vida, a base do estímulo e a força da Criação.
Ao seu influxo, as vidas se agrupam, sublimando-se para a imortalidade.
Nesse ou naquele recanto isolado, quando se lhe retire a influência, reina sempre o caos.
Com ele, tudo se aclara.
Longe dele, a sombra se coagula e prevalece.
Em suma, o bem é o Amor que se desdobra, em busca da Perfeição no Infinito, segundo os Propósitos Divinos; e o mal é, simplesmente, o Amor fora da Lei.
João de Brito

Texto extraído do livro “Falando à Terra”
– pg. 105/106 – 3ª edição
Francisco Cândido Xavier

Honrai o Vosso Pai e a Vossa Mae

PIEDADE FILIAL

3. O mandamento: “Honrai a vosso pai e a vossa mãe” é um corolário da lei
geral de caridade e de amor ao próximo, visto que não pode amar o seu
próximo aquele que não ama a seu pai e a sua mãe; mas, o termo honrai
encerra um dever a mais para com eles: o da piedade filial. Quis Deus
mostrar por essa forma que ao amor se devem juntar o respeito, as atenções,
a submissão e a condescendência, o que envolve a obrigação de cumprir-se
para com eles, de modo ainda mais rigoroso, tudo o que a caridade ordena
relativamente ao próximo em geral! Esse dever se estende naturalmente às
pessoas que fazem as vezes de pai e de mãe, as quais tanto maior mérito
têm, quanto menos obrigatório é para elas o devotamento. Deus pune sempre
com rigor toda violação desse mandamento.
Honrar a seu pai e a sua mãe, não consiste apenas em respeitá-los; é também
assistilos na necessidade; é proporcionar-lhes repouso na velhice; é
cercá-los de cuidados como eles fizeram conosco, na infância.
Sobretudo para com os pais sem recursos é que se demonstra a verdadeira
piedade filial. Obedecem a esse mandamento os que julgam fazer grande coisa
porque dão a seus pais o estritamente necessário para não morrerem de fome,
enquanto eles de nada se privam, atirando-os para os cômodos mais ínfimos
da casa, apenas por não os deixarem na rua, reservando para si o que há de
melhor, de mais confortável? Ainda bem quando não o fazem de má-vontade e
não os obrigam a comprar caro o que lhes resta a viver, descarregando sobre
eles o peso do governo da casa! Será então aos pais velhos e fracos que
cabe servir a filhos jovens e fortes? Ter-lhes-á a mãe vendido o leite,
quando os amamentava? Contou porventura suas vigílias, quando eles estavam
doentes, os passos que deram para lhes obter o de que necessitavam? Não, os
filhos não devem a seus pais pobres só o estritamente necessário,
devem-lhes também, na medida do que puderem, os pequenos nadas supérfluos,
as solicitudes, os cuidados amáveis, que são apenas o juro do que
receberam, o pagamento de uma dívida sagrada. Unicamente essa é a piedade
filial grata a Deus.
Ai, pois, daquele que olvida o que deve aos que o ampararam em sua
fraqueza, que com a vida material lhe deram a vida moral, que muitas vezes
se impuseram duras privações para lhe garantir o bem-estar. Ai do ingrato:
será punido com a ingratidão e o abandono; será ferido nas suas mais caras
afeições, algumas vezes já na existência atual, mas com certeza noutra, em
que sofrerá o que houver feito aos outros.
Alguns pais, é certo, descuram de seus deveres e não são para os filhos o
que deviam ser; mas, a Deus é que compete puni-los e não a seus filhos. Não
compete a estes censurá-los, porque talvez hajam merecido que aqueles
fossem quais se mostram. Se a lei da caridade manda se pague o mal com o
bem, se seja indulgente para as imperfeições de outrem, se não diga mal do
próximo, se lhe esqueçam e perdoem os agravos, se ame até os inimigos, quão
maiores não hão de ser essas obrigações, em se tratando de filhos para com
os pais! Devem, pois, os filhos tomar como regra de conduta para com seus
pais todos os preceitos de Jesus concernentes ao próximo e ter presente que
todo procedimento censurável, com relação aos estranhos, ainda mais
censurável se torna relativamente aos pais; e que o que talvez não passe de
simples falta, no primeiro caso, pode ser considerado um crime, no segundo,
porque, aqui, à falta de caridade se junta a ingratidão.
4. Deus disse: “Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo
tempo na terra que o Senhor vosso Deus vos dará.” Por que promete ele como
recompensa a vida na Terra e não a vida celeste? A explicação se encontra
nestas palavras: “que Deus vos dará”, as quais, suprimidas na moderna
fórmula do Decálogo, lhe alteram o sentido. Para compreendermos aqueles
dizeres, temos de nos reportar à situação e às ideias dos hebreus naquela
época. Eles ainda nada sabiam da vida futura, não lhes indo a visão além da
vida corpórea. Tinham, pois, de ser impressionados mais pelo que viam, do
que pelo que não viam. Fala-lhes Deus então numa linguagem que lhes estava
mais ao alcance e, como se se dirigisse a crianças, põe-lhes em perspectiva
o que os pode satisfazer. Achavam-se eles ainda no deserto; a terra que
Deus lhes dará e a Terra da Promissão, objetivo das suas aspirações. Nada
mais desejavam do que isso; Deus lhes diz que viverão nela longo tempo,
isto é, que a possuirão por longo tempo, se observarem seus mandamentos.
Mas, ao verificar-se o advento de Jesus, já eles tinham mais desenvolvidas
suas ideias. Chegada a ocasião de receberem alimentação menos grosseira, o
mesmo Jesus os inicia na vida espiritual, dizendo: “Meu reino não é deste
mundo; lá, e não na Terra, é que recebereis a recompensa das vossas boas
obras.” A estas palavras, a Terra Prometida deixa de ser material,
transformando-se numa pátria celeste. Por isso, quando os chama à
observância daquele mandamento: “Honrai a vosso pai e a vossa mãe”, já não
é a Terra que lhes promete e sim o Céu. (Caps. II e III)

O Evangelho Segundo O Espiritismo

Colaboracao dos irmaos do Projeto Saber e Mudar (saberemudar)

Prevencoes – Emmanuel

PREVENCOES

No capítulo dos sofrimentos voluntários, se somássemos os problemas,
conflitos, obstáculos e tribulações decorrentes da prevenção que
alimentamos habitualmente contra aquilo que os nossos irmãos estejam
pensando ou poderiam pensar, decerto que chegaríamos a conclusões
espantosas acerca de aflição desnecessária e tempo perdido

Oponhamos o bem ao mal e deixemos aos outros a faculdade de serem eles
mesmos.

Esse amigo ter-nos-á omitido o nome para determinada manifestação de
alegria…

Outro companheiro nos haverá negado a saudação que lhe endereçamos com
frase amistosa…

Pessoa querida passou indiferentemente por nós com o semblante carregado de
preocupação ou azedume…

Certo colega terá erguido demasiadamente a voz, ferindo-os a sensibilidade,
por bagatelas…

E caímos nos excessos de imaginação, fantasiando ofensas que não existem.

Aprendamos a considerar quem tanto quanto nos acontece, os outros também
podem sofrer lapsos da memória, contrariedades imanifestas, inquietações e
doenças.

E lembremo-nos: toda vez que descambamos para semelhantes desequilíbrios,
somos igualmente capazes de esquecer ou ferir, sem participação de nossa
vontade.

Evitemos a prevenção no cotidiano, a fim de que a nossa vida encontre o
máximo de rendimento no bem.

Confiança em Deus.
Consciência tranqüila.
Dever cumprido.
Trabalho à frente.

E, fazendo todo o bem que se nos faça possível, por todos os modos justos,
em todas as ocasiões, com todos os recursos ao nosso alcance e para com
todas as criaturas, nunca nos previnamos contra quem quer que seja, porque
os pensamentos dos outros pertencem a eles e não a nós

Do irmao Emmanuel, atraves do irmaos Chico Xavier, do livro Rumo Certo.

Colaboracao dos irmaos do Centro Espirita Caminhos de Luz, da cidade de
Pedreira (SP) (www.caminhosluz.com.br)

Paciência Antes da Crise – Momento Espirita

Paciência antes da crise

O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paciência, na
condição de medicamento preventivo contra inúmeros males que o espreitam.

De certo modo, vitimado pelas circunstâncias da vida ativa em que se
encontra, sofre desgaste contínuo que o leva, não raro, a estados
neuróticos e agressivos ou a depressões que o aniquilam.

A paciência é-lhe reserva de ânimo para enfrentar as situações mais
difíceis sem perder o equilíbrio.

A paciência é uma virtude que deve ser cultivada e cuja força somente pode
ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.

O atropelo do trânsito; a agitação geral; a competição desenfreada; o
desrespeito aos espaços individuais; a compressão das horas…

Além disso, as limitações financeiras; os conflitos emocionais; as
frustrações e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do
relacionamento social, levam o homem a desequilíbrios que a paciência pode
evitar.

Exercitando-a nas pequenas ocorrências, sem permitir-se a irritação ou o
agastamento, adquirirá força e enfrentará com êxito as situações mais
graves.

Todas as criaturas em trânsito pelo mundo são vítimas de ciladas
intencionais ou não.

Manter-se atento e saber enfrentá-las com cuidado é a única forma de
superá-las com êxito.

* * *

Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e
segue adiante.

Se erraste em alguma situação que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial
e corrige o equívoco.

Se te sentes injustiçado, reexamina o motivo e disputa a honra de não
desanimar.

Se a agressão de alguma forma te ofende, guarda a calma e a verás
desmoronar-se.

A convivência com as criaturas é o grande desafio da evolução porque
resulta, de um lado, da situação moral deles, e de outro, do seu estado
emocional.

O amor ao próximo, no entanto, só é legítimo quando não se desgasta nem se
converte em motivo de censura ou queixa, em relação às pessoas com quem se
convive.

É fácil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.

O verdadeiro amor é o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.

* * *

Você já se propôs ser mais paciente? Já colocou isso como meta na vida
alguma vez?

É importante ter metas claras. É importante dizer a si mesmo: Estou mais
paciente agora. Não vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.

Começamos assim um processo de autopreservação, de automonitoramento e,
toda vez que uma situação crítica se apresentar, poderemos voltar a dizer:
Não vou deixar que isto me tire do sério.

Cada um poderá desenvolver seu método, sua forma de atuar, porém a essência
deste trabalho está em começar já, imediatamente.

Quem antes inicia, antes colhe os benefícios.

Dos irmaos da redação do quadro Momento Espírita (Radio Rio de Janeiro –
1400 AM), com base no cap. 10,
do livro Alegria de viver, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 06.04.2010.

Tragedia no Circo – Irmao X

TRAGÉDIA NO CIRCO

Naquela noite, da época recuada de 177, o “concilium” de Lião regurgitava
de povo.
Não se tratava de nenhuma das assembleias tradicionais da Gália, junto ao
altar do Imperador, e sim de compacto ajuntamento.
Marco Aurélio reinava, piedoso, e embora não houvesse lavrado qualquer
rescrito em prejuízo maior dos cristãos, permitira se aplicassem na cidade,
com o máximo rigor, todas as leis existentes contra eles.
A matança, por isso, perdurava, terrível.
Ninguém examinava necessidades ou condições. Mulheres e crianças, velhos e
doente, tanto quanto homens válidos e personalidades prestigiosas, que se
declarassem fiéis ao Nazareno, eram detidos, torturados e eliminados
sumariamente.
Através do espesso casario, a montante da confluência do Ródano e do Saône,
multiplicavam-se prisões, e no sopé da encosta, mais tarde conhecida como
colina de Fourvière, improvisara-se grande circo, levantando-se altas
paliçadas em torno de enorme arena.
As pessoas representativas do mundo lionês eram sacrificadas no lar ou
barbaramente espancadas no campo, enviando-se os desfavorecidos da fortura,
inclusive grande massa de escravos, ao regozijo público.
As feras pareciam agora entorpecidas, após massacrarem milhares de vítimas,
nas mandíbulas sanguinolentas. Em razão disso, inventavam-se tormentos
novos.
Verdugos inconscientes ideavam estranhos suplícios.
Senhoras cultas e meninas ingênuas eram desrespeitadas antes que lhes
decepassem a cabeça, anciães indefesos viam-se chicoteados até a morte.
Meninos apartados do reduto familiar eram vendidos a mercadores em
trânsito, para servirem de alimárias domésticas em províncias distantes, e
nobres senhores tombavam assassinados nas próprias vinhas.
Mais de vinte mil pessoas já haviam sido mortas.
*
Naquela noite, a que acima nos referimos, anunciou-se para o dia seguinte a
chegada de Lúcio Galo, famoso cabo de guerra, que desfrutava atenções
especiais do Imperador por se haver distinguido contra a usurpação do
general Avídio Cássio, e que se inclinava agora a merecido repouso.
Imaginaram-se, para logo, comemorações a caráter.
Por esse motivo, enquanto lá fora se acotovelavam gladiadores e jograis, o
patrício Álcio Plancus, que se dizia descendente do fundador da cidade,
presidia a reunião, a pedido do Propretor, programando os festejos.
– Além das saudações, diante dos carros que chegarão de Viena – dizia, algo
tocado pelo vinho abundante -, é preciso que o circo nos dê alguma cena de
exceção… O lutador Setímio poderia arregimentar os melhores homens;
contudo, não bastaria renovar o quadro de atletas…
– A equipe de dançarinas nunca esteve melhor – aventou Caio Marcelino,
antigo legionário da Bretanha que se enriquecera no saque.
– Sim, sim… – concordou Álcio – instruiremos Musônia para que os bailados
permaneçam à altura…
– Providenciaremos um encontro de auroques – lembrou Pérsio Níger.
– Auroques! Auroques!… – clamou a turba em aprovação.
– Excelente lembrança! – falou Plancus em voz mais alta – mas, em
consideração ao visitante, é imperioso acrescentar alguma novidade que Roma
não conheça…
Um grito horrível nasceu da assembleia;
– Cristãos às feras! cristãos às feras!
Asserenado o vozerio, tornou o chefe do conselho:
– Isso não constitui novidade! E há circunstâncias desfavoráveis. Os leões
recém-chegados da África estão preguiçosos…
Sorriu com malícia e chasqueou:
– Claro que surpreenderam, nos últimos dias, tentações e viandas que o
próprio Lúculo jamais encontrou no conforto de sua casa…
Depois das gargalhadas gerais, Álcio continuou, irônico:
– Ouvi, porém, alguns companheiros, ainda hoje, e apresentaremos um plano
que espero resulte certo. Poderíamos reunir, nesta noite, aproximadamente
mil crianças e mulheres cristãs, guardando-as nos cárceres… E, amanhã,
coroando as homenagens, ajuntá-las-emos na arena, molhada de resinas e
devidamente cercada de farpas embebidas em óleo, deixando apenas passagem
estreita para a liberação das mais fortes. Depois de mostradas festivamente
em público, incendiaremos toda a área, deitando sobre elas os velhos
cavalos que já não sirvam aos nossos jogos… Realmente, as chamas e as
patas dos animais formarão muitos lances inéditos…
– Muito bem! Muito bem! – reuniu a multidão, de ponta a ponta do átrio.
– Urge o tempo – gritou Plancus – e precisamos do concurso de todos… Não
possuímos guardas suficientes.
E erguendo ainda mais o tom de voz:
– Levante a mão direita quem esteja disposto a cooperar.
Centenas de circunstantes, incluindo mulheres robustas, mostraram destra ao
alto, aplaudindo em delírio.
Encorajado pelo entusiasmo geral, e desejando distribuir a tarefa com todos
os voluntários, o dirigente da noite enunciou, sarcástico e inflexível:
– Cada um de nós traga um… Essas pragas jazem escondidas por toda a
parte… Caçá-las e exterminá-las é o serviço da hora…
Durante a noite inteira, mais de mil pessoas, ávidas de crueldade,
vasculharam residências humildes e, no dia subsequente, ao Sol vivo da
tarde, largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas, no fim
de soberbo espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas
ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria.
*
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento…
Entretanto, a Justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os
responsáveis, que, em diversas posições de idade física, se reuniram de
novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961, na cidade brasileira
de Niterói, em comovedora tragédia num circo.

Do Irmao X, atraves do irmao Chico Xavier, do livro Cartas e Crônicas

Nota do irmao Fernando Peron (abril de 2011):
Na data indicada por Irmão X, através de Chico Xavier, mais de 500 pessoas
(setenta por cento crianças) morreram em incêndio criminoso no Gran Circus
Norte-Americano, em Niterói (RJ).
Casos tristes com este comovem-nos às lágrimas – oremos pelas vítimas,
familiares e todos os envolvidos, num sentimento de legítima solidariedade.
Acrescentemos, porém, a reflexão de que nada ocorre por acaso e a Justiça
Divina nunca falha.
Para compreendermos em profundidade o mecanismo das Leis Universais, temos
à nossa disposição o patrimônio filosófico e científico do Espiritismo para
ser estudado. Se basearmo-nos apenas nos informes da mídia, pouco
avançaremos em termos de conhecimento das causas reais de qualquer
ocorrência, assim como das verdadeiras soluções.

Colaboracao dos irmaos do Projeto Saber e Mudar (saberemudar)

CHICO XAVIER: A RESPOSTA DO TRABALHO

Chico Xavier trabalha há mais de meio século, ininterruptamente, sem dar ouvidos a quaisquer tipos de comentários. Oferece-nos assim o melhor exemplo de como responder aos que se dedicam a criticar. A sua única resposta é trabalhar e produzir sempre mais, dilatando os serviços de amor ao próximo, de fidelidade doutrinária, caminhando sem olhar para trás.

Livro: Testemunhos de Chico Xavier

Suely Caldas Schubert

FEB – Federação Espírita Brasileira

Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo.

Projeto Saber e Mudar
Aos poucos e sempre.

Estudar e conhecer.
Agir e transformar.

Inscreva-se e receba uma mensagem por dia: saberemudar

O CÉU E O INFERNO – explicações espíritas a respeito do que virá depois da morte !

“….O homem moderno, pesquisador da estratosfera e do subsolo
esbarra, ante os pórticos do sepulcro, com a mesma aflição
dos egípcios, dos gregos e dos romanos de épocas recuadas.
Os séculos que varreram civilizações e refundiram povos, não
transformaram a misteriosa fisionomia da sepultura.
Milenário ponto de interrogação, a morte continua ferindo
sentimentos e torturando inteligências…….”

As explicações dadas no livro abaixo, condizem com a nossa
condição, de filhos da INTELIGÊNCIA SUPREMA, sem privilégios
especiais., porém, depende de nós, abrirmos espaço para
averiguarmos novos conceitos., de acordo com o Evangelho
de Jesus de Nazaré, o Cristo de DEUS.

uma boa semana, muita paz ”

caso esteja recebendo indevidamente este email, segue também um
pedido de desculpas, pedindo retorna-lo para exclusão do endereço ”

__________ Informação do ESET NOD32 Antivirus, versão da vacina 6201 (20110612) __________

A mensagem foi verificada pelo ESET NOD32 Antivirus.

http://www.eset.com

AS FORÇAS DO AMANHàEmmanuel

AS FORÇAS DO AMANHÃ Emmanuel

Ninguém vive só.

Nossa alma é sempre núcleo de influência para os demais.

Nossos atos possuem linguagem positiva.

Nossas palavras atuam à distância.

Achamo-nos magneticamente associados uns aos outros.

Ações e reações caracterizam-nos a marcha.

É preciso saber, portanto, que espécie de forças projetamos naqueles que nos cercam.

Nossa conduta é um livro aberto. Quantos de nossos gestos insignificantes alcançam o próximo, gerando inesperadas resoluções.

Quantas frases, aparentemente inexpressivas, arrojadas de nossa boca estabelecem grandes acontecimentos.

Cada dia emitimos sugestões para o bem ou para o mal.

Dirigentes arrastam dirigidos.

Servos inspiram administradores.

Qual é o caminho que a nossa atitude está indicando?

Um pouco de fermento leveda a massa toda. Não dispomos de recursos para analisar a extensão de nossa influência, mas podemos examinar-lhe a qualidade essencial.

Acautele-te, pois, com o alimento invisível que forneces às vidas que te rodeiam.

Desdobra-se o destino em correntes de fluxo e refluxo. As forças que hoje se exteriorizam de nossa atividade voltarão ao centro de nossa atividade, amanhã.

A arte da aceitação

2011 7:03 PM
Subject: [mural-cvdee] Domingo(12/06/2011): Olá… Booaa noitee!! :))

A arte da aceitação

O homem pode abrandar ou aumentar a amargura das suas provas pela maneira que encara a vida terrestre…
… contentar-se com sua posição sem invejar a dos Outros, de atenuar a impressão moral dos reveses
e das decepções que experimenta; ele haure nisso uma calma e uma resignação…(Capítulo 5, item 13.)

Aceitar nossa realidade tal qual é representa um ato benéfico em nossa vida. Aceitação traz paz e lucidez mental, o que nos permite visualizar o ponto principal da partida e realizar satisfatoriamente nossa transformação interior.
Só conseguimos modificar aquilo que admitimos e que vemos claramente em nós mesmos, isto é, se nos imaginarmos outra pessoa, vivendo em outro ambiente, não teremos um bom contato com o presente e, conseqüentemente, não depararemos com a realidade.
A propósito, muitos de nós fantasiamos o que podería­mos ser, não convivendo, porém, com nossa pessoa real. Desgas­tamos dessa forma uma enorme energia, por carregarmos constantemente uma série de máscaras como se fossem utilitários permanentes.
A atitude de aceitação é quase sempre característica dos adultos serenos, firmes e equilibrados, à qual se soma o estímulo que possuem de senso de justiça, pois enxergam a vida através do prisma da eternidade. Esses indivíduos retêm um considerável coeficiente evolutivo, do qual se deduz que já possuem um potencial de aceitação, porqüanto aprenderam a respeitar os me­canismos da vida, acumulando pacificamente as experiências necessárias a seu amadurecimento e desenvolvimento espiritual.
Quando não enfrentamos os fatos existenciais com plena aceitação, criamos quase sempre uma estrutura mental de defesa. Somos levados a reagir com atitudes de negação, que são em verdade molas que abrandam os golpes contra nossa alma. São consideradas fenômeno psicológico de reação natural e instin­tiva às dores, conflitos, mudanças, perdas e deserções e que, por algum tempo, nos alivia dos abalos da vida, até que possamos reunir mais forças, para enfrentá-los e aceitá-los verdadeiramente no futuro.
Não negamos por ser turrões ou teimosos, como pensam alguns; não estamos nem mesmo mentindo a nós próprios. Aliás, negar não é mentir, mas não se permitir tomar consciência da realidade.
Talvez esse mecanismo de defesa nos sirva durante algum tempo; depois passa a nos impedir o crescimento e a nos danificar profundamente os anseios de elevação e progresso.
Auto-aceitação é aceitar o que somos e como somos. Não a confundamos como uma rendição conformada, e que nada mais importa. De fato, acontece que, ao aceitar-nos, inicia-se o fim da nossa rivalidade com nós mesmos. A partir disso, ficamos do lado da nossa realidade em vez de combatê-la.
Diz o texto: O homem pode abrandar ou aumentar a amargura das suas provas pela maneira que encara a vida terres­tre. Aceitação é bem uma maneira nova de encarar as circunstâncias da vida, para que a força do progresso encontre espaços e não mais limites na alma até então restrita, pois a vida terrestre nada mais é do que o relacionar-se consigo mesmo e com os outros no contexto social em que se vive.
Aceitar-se é ouvir calmamente as sugestões do mundo, prestando atenção nos donos da verdade e admitindo o modo de ser dos outros, mas permanecer respeitando a nós mesmos, sendo o que realmente somos e fazendo o que achamos adequado para nós próprios.
Em vista disso, concluímos que aceitação não é adaptar-se a um modo conformista e triste de como tudo vem acontecendo, nem suportar e permitir qualquer tipo de desrespeito ou abuso à nossa pessoa; antes, é ter a habilidade necessária para admitir rea­lidades, avaliar acontecimentos e promover mudanças, solucio­nando assim os conflitos existenciais. E sempre caminhar com autonomia para poder atingir os objetivos pretendidos.

(Francisco do Espírito Santo Neto por Hammed. In: Renovando Atitudes)
(texto recebido de Helena)