Semíramis Alencar enviou-lhe o seguinte abaixo-assinado.

Meus Amigos,

Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online:

«O IBC NÃO PODE FECHAR!»

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8365

Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras.

Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8365 e divulga-o por teus contatos.

Obrigado.
Semíramis Alencar

Esta mensagem foi enviada por Semíramis Alencar (semiramisalencar@yahoo.com.br), através do serviço http://www.peticaopublica.com.br em relação ao abaixo-assinado http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N8365

Medo de Perder (Ciúme)

Medo de Perder (Ciúme)

(Transcrição da Fita “Desenvolvimento Comportamental” – autor ignorado)

O medo de perder é o maior obstáculo para o nosso crescimento. Sobretudo o medo de perder alguém que nós dizemos amar. Essa emoção é a principal responsável pelo nosso sofrimento vital. Pois temos medo de sermos rejeitados pela pessoa que dizemos amar. O medo de perder aparece sob várias formas.

Medo de sermos criticados, rejeitados, de não sermos importantes, ilustres, amados e medo da solidão. Isso tudo se resume numa só palavra: Ciúme.

Ciúme é o medo de não possuir alguém, de não ser dono de alguém. Na relação ciumenta colocamos nós e o outro como objeto, como se objeto e pessoa fossem a mesma coisa. No ciúme temos medo de algum dia sermos rejeitados, dispensáveis à outra pessoa. Esta emoção é sofrimento de apego, torna a relação confusa, sofrida. Isto já vem de nossa cultura quando dizem que o ciúme é a maior prova de amor. O que é justamente o oposto do amor. Na relação amorosa existe identidade: “eu sou independente de você”. Perde-se a identidade quando se diz: “eu sem você não valho nada, pra mim você é tudo”. O amor é solto, livre, vem do verdadeiro querer. Sem prisão de sentimentos, bem o contrário do ciúme, que amarra, prende, condiciona. A pessoa já não é ela mesma, mas ela é o que o outro quer que ela seja. Pra que também ela seja o que o outro quer. É um pacto de destruição mútua. Quando um usa o outro na garantia de não ficar sozinho, de não ser abandonada, passamos a vida inteira com medo de sermos hoje totalmente dispensáveis.

O homem é por definição dispensável, transitório e efêmero, aquilo que passa, isto é bastante real em todas as relações. Hoje somos substituíveis, o mundo sempre existiu sem nós, está existindo conosco e continuará a existir sem nós. Somos necessários aqui e agora. Mas seremos dispensáveis além. O medo da morte é o ciúme da vida, é a vontade falsa irreal de sermos permanentes, eternos e imutáveis, isso nos leva a crer que as coisas só têm valor, só valem a pena se forem eternas, só se tivermos garantia que sempre será assim como é. Mas como tudo é transitório e mutável pode se transformar. O medo de perder nos leva a um estado contínuo de sofrimento.

As conseqüências do ciúme são bem claras: se eu tenho medo de não ser amado, de ser abandonado, de ser dispensável a alguém, em vez de eu fazer tudo cada vez melhor, vou gastar toda minha energia, minha vida, para provar que já sou melhor, que já sou o primeiro, o que é mentira e nos conduz ao delírio. A falsidade de nossos atos, nossas iniciativas, nossas considerações, é tudo para mostrar que somos bons, fortes, perfeitos, capazes. Tudo é o medo de perder. É a vontade de ganhar. O medo de perder é assim, ganhando ninguém vai nos tirar. Gastamos nossas energias para defender o que já possuímos, e para conservar o que já ganhamos. Só temos que perder.

Com a vontade de ganhar por outro lado estamos sempre ativos procurando ganhar cada vez mais, ao invés de nos preocuparmos com possíveis perdas. O mais valioso para nós é a nossa vida, e esta nós já vamos perder, o resto é secundário. O medo de perder é justificativo, reativo, a pessoa fica sempre com o pé atrás e o outro no frente, sempre se prevenindo para não perder. A pessoa com vontade de ganhar é sempre ativa, sem medo de arriscar, sem medo de perder, sem a vivência antecipada do futuro, vive a beleza do momento, sabe que em tudo existe riscos e oportunidades. No medo da perda só vê os riscos. Na vontade de ganhar não significa ganhar de alguém, mas de si mesmo. A dar um passo em frente, estar sempre disposto a crescer um pouco mais, ninguém chega a seu limite máximo. Idade adulta não é o máximo de nossa vida, de nossa potência. Não existe pessoa madura, mas em amadurecimento. Quando paramos de crescer vem o sofrimento, e cada um sabe onde paralisou. Onde bloqueou a energia.

Até hoje não vimos um relacionamento deteriorar sem a presença marcante do ciúme, querendo ser o controlador dos sentimentos e ações da pessoa que se diz amar. Um profundo desamor a si mesmo e ao outro também. E a dor da incerteza é a raiva de não ter a segurança absoluta no relacionamento, a insegurança frente ao futuro. A loucura está aí, passamos a vida inteira tentando conseguir segurança. Segurança não existe. Ser seguro não significa acabar com a insegurança, mas sim aceitá-la como inerente à natureza humana. Nós não curtimos o hoje, que é importante, nem nos relacionamentos com os amigos, nem com os filhos. Não temos tempo, estamos cuidando do seu futuro, da nossa segurança.

O ciúme é a incapacidade de vivermos hoje a gratuidade da vida. Hoje é o primeiro dia do resto de nossa vida. Viver é deixar cada dia segundo seu próprio cuidado. O medo daquilo que pode acontecer tira a alegria de estar aqui e agora. O medo da morte tira a vontade de viver. Quando temos medo de perder alguém, é porque imaginamos que as pessoas são nossas. E não podemos perder o que não temos. Ninguém é de ninguém. Cada pessoa é única e exclusivamente dela mesma. Podemos perder tudo, bolsa, carteira, casaco, qualquer coisa, jamais uma pessoa.

Medo de perder é a obsessão do primeiro lugar, é querer ser sempre o primeiro em todos os lugares, em casa, no emprego, com os amigos. O primeiro lugar é amarelante, deteriorante, pois quando alguém chega ao cume da montanha só lhe resta descer. O segundo lugar é verdejante, esperançoso ainda tem aonde ir, para onde crescer. A postura do segundo lugar nos leva ao crescimento contínuo por que você se sente em segundo lugar mesmo que estivesse ocupando socialmente o primeiro lugar, não em relação ao outro mas a você mesmo, ou seja ainda teremos por onde crescer e melhorar.

Você sabe porque o mar é tão grande, tão imenso, tão poderoso? É porque teve a humildade de se colocar apenas a alguns centímetros abaixo de todos os rios do mundo, sabendo receber tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, alguns centímetros acima de todos os rios, não seria o mar, seria uma ilha e toda sua água iria para os outros, e ele estaria isolado. É impossível vivermos satisfatoriamente se não aceitarmos a queda, a perda, a morte. Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer. Em outras palavras, se temos medo de cair, andar seria muito doloroso. Se temos medo da morte a vida é muito ruim. Se temos medo da perda, o ganho nos enche de preocupações. Esta é a figura do fracassado, dentro do sucesso. Pessoas quanto mais ganham, quanto mais melhoram na vida mais sofrem. Para a pessoa que tem medo de ficar pobre, quanto mais dinheiro tem, mais preocupada fica. Quanto mais sobe na escala social, mais desgraçada é a sua vida. Em compensação se você aprende a cair, a errar, a perder ninguém o controla mais. Pois o máximo que pode acontecer a você é cair, errar, perder, e isso você já sabe.

Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade, o ganho, a perda, o acerto, o erro, o triunfo, a queda, a vida e a morte.

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(Alavanca Social) Lançamento de livro sobre o Terceiro Setor

Olá pessoal,

Faço um convite a todos para participarem da festa de lançamento do livro “TERCEIRO SETOR E RELIGIÃO: CARIDADE, ÉTICA E DIREITO NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA”, de autoria de Rodrigo Mendes Pereira.

Tema atual e de interesse de toda a comunidade.

O evento acontecerá amanhã (10/06/11), às 19:30, no Anfiteatro da Cúria Diocesana de Jundiaí, localizada na Rua Eng. Roberto Mange, 400 – Anhangabaú.

Vejam em anexo e em nosso site http://alavancasocial.wordpress.com os detalhes do evento.

Contamos com a sua participação! Até lá!

Um grande abraço

Marcelo Rachid de Paula
Assessoria e Treinamento 3º Setor
marcelo.rachid@alavancasocial.com.br
http://alavancasocial.wordpress.com
(11)3379-8176 / (11)6201-0700 / (11)7655-2347
“Promovendo soluções sociais”

xyz

Sabedoria 155 – Quarta 08 de Junho de 2011

Bom Dia !!!

Sabedoria 155

É o seu eu velho que tem de se transformar constantemente.

Você não pode levar o seu eu velho ao mundo e

esperar que o mundo seja novo para você.

Deepak Chopra

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17/06 às 17hs – Seminários com Raul Teixeira – Eventos – USE Mun icipal de Osasco

Eventos – USE Municipal de Osasco

Irmãos em Deus, Boa Tarde!

A União das Sociedades Espíritas Municipal de Osasco, Intermunicipais de Carapicuíba e Cotia tem o prazer de anunciar a realização de seminários com orador Espírita Raul Teixeira. Abaixo e em anexo, seguem informações sobre datas e locais do evento.

Seminários

Palestrante: Raul Teixeira

Entidades: União das Sociedades Espíritas – U.S.E.s Municipal de Osasco, Intermunicipais de Carapicuíba e Cotia

Data: 17 de Junho de 2011, Sexta das 20:00 às 22:00h.

Local: Espaço Rejuvenecer

Rua Exacta, 51 – Cotia – SP

Maiores Informações: Telefone: 4703-5249 horário comercial com Mira

Datas: 18 de Junho de 2011, Sábado das 14:00 às 19:00h

19 de Junho de 2011, Domingo das 08:30 às 12:00h

Local: Clube dos Subtenentes e Sargentos do II Exército

Avenida Luiz Rink, 187 – Vila São José – Osasco – SP – CEP: 06290-150

Maiores Informações: Telefone: 3681-3379 ou Sítio: www.use-osasco.com.br

Como ajudar: Prestigiando e divulgando o evento.

Complementos: O evento é gratuito e necessita de inscrição, pode-se fazê-lo através do Site descrito acima, para os dias 18 e 19 em Osasco e pelo telefone 4703-5249 para o dia 17 em Cotia.

Fraternalmente,

União das Sociedades Espíritas de Osasco, Carapicuíba e Cotia

“Trabalhar pela Unificação dos órgãos doutrinários do Espiritismo no Brasil é prestar relevante serviço à causa do Evangelho Redentor junto à Humanidade. Reunir elementos dispersos, concatená-los e estruturar-lhes o plano de ação, na ordem superior que nos orienta o idealismo, é serviço de indiscutível benemerência porque demanda sacrifício pessoal, oração e vigilância na fé renovadora e, sobretudo, elevada capacidade de renunciação. Emmanuel (Psicografia de Francisco Cândido Xavier – “Unificação” – Reformador, Outubro/1977

POBREZA E RIQUEZA

POBREZA E RIQUEZA

O pobre, pobre de humildade e de espírito de serviço, é o irmão dileto do rico, rico de avareza e indiferença.
*
O pobre, rico de resignação e de atividade no bem, é o companheiro ideal do rico, rico de bondade e entendimento.
*
Pobreza e riqueza são portas à glorificação espiritual.
Na primeira, é mais fácil aprender a servir; na segunda, a ciência de dar exibe agradável acesso.
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Não vale a pobreza sem a conformação e ruinosa é a riqueza insensata.
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Todos os homens, na intimidade de si mesmos, são defrontados por desafios da carência e da fortuna que os convocam ao esforço de sublimação.
Aquele que se empobrece de ignorância e maldade, buscando enriquecer-se de amor e sabedoria, no serviço ao próximo, através do trabalho e do estudo incessantes, adquirindo compreensão e conhecimento, luz e paz, diante das Leis Divinas, é, de todos os pobres e de todos os ricos, o homem mais valioso e mais feliz.

(Francisco Cândido Xavier por André Luiz. In: Caridade)
(texto recebido de Cristiano de Almeida)

RENATO PRIETO – A MORTE É UMA PIADA – AGENDA DE ESPETÁCULOS MÊS DE JUNHO

AGENDA DE ESPETÁCULOS MÊS DE JUNHO

NORDESTE

11 e 12 Maceió Teatro Theodoro

RIO GRANDE DO SUL

14 – Novo Hamburgo
teatro paschoal carlos magno
15 – Bento Gonçalves
clube são bento
16 – Caxias do Sul
Teatro São Carlos
17 -Porto Alegre
Teatro Amriges
18 – Pelotas

19 Rio Grande
Teatro Municipal

MANAUS – AM
24 e 25 Manaus – AM – Teatro Amazonas

A MORTE É UMA PIADA!

Renato Prieto (André Luiz de Nosso Lar, o filme sucesso de bilheteria do cinema nacional), em últimas apresentações do espetáculo: A MORTE É UMA PIADA! Uma reflexão sobre o lado cômico da morte!

A proposta do projeto que montou 11 espetáculos diferentes, assistidos por mais de 5 milhões de pessoas, é dar a oportunidade delas fazerem uma reflexão séria sobre um tema que inquieta à todos: de onde viemos, o que estamos fazendo aqui, para onde vamos.

Pesquisadores, grupos sérios de estudos, a ciência, a literatura, o cinema e o teatro estão sempre colocando em pauta: E a vida continua? A resposta é sim: A morte é uma piada!

Com inesquecíveis músicas de Roberto Carlos, Milton Nascimento/ Fernando Brant, Nelson Cavaquinho/ Guilherme de Brito, Paulo César Feital e Noel Rosa.

Texto e Direção de Cyrano Rosalém.

Atrizes convidadas: Sílvia DSilva & Rosana Penna.

Apresentações em vídeo: Chico Xavier & Divaldo Franco.