Notìcias do Movimento Espírita 26/01/2012 – Ismael Gobbo

Notícias do Movimento Espírita

Araçatuba, SP, quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Compiladas por Ismael Gobbo

Agradecemos àqueles que gentilmente repassam este email

em suas listas de contatos

Nota 1
Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento.
Nota 2
Este email é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas. (Ismael Gobbo)
Atenção
Se você tiver dificuldades em abrir o arquivo, recebê-lo incompleto ou cortado e fotos que não abrem, clique aqui: http://www.noticiasespiritas.com.br/2012/JANEIRO/26-01-2012.htm
Desencarnação do trabalhador espírita Paulo Pargana

Lisboa, Portugal

(Informações e foto recebidos de Nuno Emanuel)

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Amigo Ismael:

Comunicamos o desencarne do nosso querido Amigo e Companheiro de ideal Paulo Pargana

do Centro Espírita Perdão e Caridade de Lisboa – Portugal

Partilho convosco excerto da carta que enviei de S Paulo aos meus Pais em Lisboa

Quando estava em morte clínica ainda antes do desenlace

Unidos pelo Paulinho:

Concentremo-nos em união de pensamentos para vibrarmos

para que seja feita a vontade de Deus de acordo com necessidades e merecimentos do querido Paulinho

Recordo-me de um irmão do Chico Xavier que teve um AVC

No programa dele estava programado ficar em estado vegetativo durante + de 9 anos,

mas face aos seus trabalhos no bem, os Espíritos disseram ao Chico q sua prova/expiação fora atenuada

e ele regressou em paz ao plano espiritual

Não me antecipo a acontecimentos, mas esta pode ser uma das hipóteses

Nós como família somos testemunhas e gratas ao trabalho de sacrifício da sua vida pessoal

q o Paulo fez para nos ajudar a reunir à volta das lições de Jesus, juntamente com Virgínia e Delfim

A melhor homenagem q lhes podemos fazer é continuar a fazer a benção do Evangelho no Lar como se o Paulinho estivesse sempre ali

No centro, testemunhei durante anos sua dedicação, pontualidade e assiduidade em muitos trabalhos

Sobretudo aquele q ele e eu mais gostamos – a evangelização infanto juvenil onde é um dos coordenadores

Em qualquer situação Deus está com ele e família dele, sobretudo a Mãe e irmã pela qual vamos orar e moram na Cova da Piedade – Almada

PS. Nos mails abaixo as informações que fomos recebendo e uma homenagem que colegas, crianças e jovens lhe prestam

O Paulo estará nas nossas preces e quando for permitido será mais un Espírito a ajudar-nos neste trabalho essencial de Evangelização de Almas

Meus Queridos Amigos,

Informamos que o nosso querido amigo Paulo Pargana desencarnou.

O corpo será velado hoje, dia 25 de Janeiro, na Igreja Nova da Cova da Piedade (Concelho de Almada)

Nome da Igreja : Igreja Nossa Senhora de Fátima. (que fica Paralela à Av. 23 de Julho) que vai da Cova da Piedade para o Laranjeiro.

O funeral está marcado para amanhã dia 26 de Janeiro (Quinta- feira) com Missa às 13 horas. Às 13.30h o corpo sai da Igreja e vai para o cemitério do Feijó onde será cremado às 14 horas.

Que as bençãos do mestre Jesus o envolvam em forma de luz e vitalidade, de coragem e animo em sua nova etapa.

Confiemos na Providência Divina e unamos os nossos corações em forma de prece em favor do nosso Paulo Pargana Amigo!

Que o vejamos sempre cheio de luz tal como ele verdadeiramente é!

“Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.”

Chico Xavier

Muita Luz para o coração do nosso querido Paulo,

Muito Obrigado

Antero Ricardo

Querida Família,

informamos com pesar que na noite de 2ª feira, nosso Paulo sofreu dois AVC, foi operado na 3ª feira, e os últimos dados médicos indicam morte clínica. Se ele tivesse hipótese de sobreviver, seria no estado vegetativo.

Estamos chocados com a perda (física) do nosso querido e dedicado irmão, no entanto, confiemos na Providência Divina, que é Sábia, Amorosa e Justa.

Ele estará no outro plano a acompanhar e auxiliar-nos no trabalho da evangelização espírita de nossas crianças e jovens.

Paulo era um homem terno, calmo, humilde e de fé inabalável. Diplomata da paz, da concórdia e da união.

Elevemos nossos pensamentos ao Mestre Querido e peçamos que ilumine e fortaleça o nosso Paulo, do outro lado da vida, para que futuramente, restabelecido, possa continuar o seu trabalho connosco.

Estejamos serenos e confiantes com a paz do Mestre Jesus!

A Equipa do DIJ – CEPC

DESENCARNAÇÕES COLETIVAS

DESENCARNAÇÕES COLETIVAS

Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos dos grandes incêndios?

(Pergunta endereçada a Emmanuel por algumas dezenas de pessoas em reunião pública, na noite de 28 de fevereiro de 1972, em Uberaba, Minas Gerais.)

Resposta:

Realmente reconhecemos em Deus o Perfeito Amor aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio.

Quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.

É assim que, muitas vezes, renascemos no Planeta em grupos compromissados para a redenção múltipla.

* * *

Invasores ilaqueados pela própria ambição, que esmagávamos coletividades na volúpia do saque, tornamos à Terra com encargos diferentes, mas em regime de encontro marcado para a desencarnação conjunta em acidentes públicos.

Exploradores da comunidade, quando lhe exauríamos as forças em proveito pessoal, pedimos a volta ao corpo denso para facearmos unidos o ápice de epidemias arrasadoras.

Promotores de guerras manejadas para assalto e crueldade pela megalomania do ouro e do poder, em nos fortalecendo para a regeneração, pleiteamos o Plano Físico a fim de sofrermos a morte de partilha, aparentemente imerecida, em acontecimentos de sangue e lágrimas.

Corsários que ateávamos fogo a embarcações e cidades na conquista de presas fáceis, em nos observando no Além com os problemas da culpa, solicitamos o retorno à Terra para a desencarnação coletiva em dolorosos incêndios, inexplicáveis sem a reencarnação.

* * *

Criamos a culpa e nós mesmos engenhamos os processos destinados a extinguir-lhe as consequências. E a Sabedoria Divina se vale dos nossos esforços e tarefas de resgate e reajuste a fim de induzir-nos a estudos e progressos sempre mais amplos no que diga respeito à nossa própria segurança. É por este motivo que, de todas as calamidades terrestres, o Homem se retira com mais experiência e mais luz no cérebro e no coração, para defender-se e valorizar a vida.

* * *

Lamentemos sem desespero quantos se fizeram vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos.

Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.

Emmanuel

AS LEIS DA CONSCIÊNCIA

A resposta de Emmanuel vem do plano espiritual e acentua o aspecto terreno da autopunição dos encarnados, em virtude de um fator psicológico: o das leis da consciência. Obedecendo a essas leis, as vítimas de mortes coletivas aparecem como as mais severas julgadoras de si mesmas. São almas que se punem a si próprias em virtude de haverem crescido em amor e trazerem consigo a justiça imanente. Se no passado erraram, agora surgem como heroínas do amor no sacrifício reparador.

As leis da Justiça Divina estão escritas na consciência humana. Caim matou Abel por inveja e a sua própria consciência o acusou do crime. Ele não teve a coragem heróica de pedir a reparação equivalente, mas Deus o marcou e puniu. Faltava-lhe crescer em amor para punir-se a si mesmo. O símbolo bíblico nos revela a mecânica da autopunição cumprindo-se compulsoriamente. Mas, nas almas evoluídas, a compulsão é substituída pela compaixão.

Para a boa compreensão desse problema precisamos de uma visão clara do processo evolutivo do homem. Como selvagem ele ainda se sujeita mais aos instintos do que à consciência. Por isso não é inteiramente responsável pelos atos. Como civilizado ele se investe do livre-arbítrio que o torna responsável. Mas o amor ainda não o ilumina com a devida intensidade. As civilizações antigas (como o demonstra a própria Bíblia) são cenários de apavorantes crimes coletivos, porque o homem amava mais a si mesmo do que aos semelhantes e a Deus. Nas civilizações modernas, tocadas pela luz do Cristianismo, os processos de autopunição se intensificam.

O suicídio de Judas é o exemplo da autopunição determinada por uma consciência evoluída. O que ocorreu com Judas em vida, ocorre com as almas desencarnadas que enfrentam os erros do passado na vida espiritual. Para encontrar o alívio da consciência elas sentem a necessidade (determinada pela compaixão) de passar pelo sacrifício que impuseram aos outros. Mas o que é esse sacrifício passageiro, diante da eternidade do espírito? A misericórdia divina se manifesta na reabilitação da alma após o sacrifício para que possa atingir a felicidade suprema na qualidade de herdeira de Deus e co-herdeira de Cristo, segundo a expressão do apóstolo Paulo.

Encarando a vida sem a compreensão das leis da consciência e do processo da reencarnação não poderemos explicar a Justiça de Deus – principalmente nos casos brutais de mortes coletivas. Os que assim perecem estão sofrendo a autopunição de que suas próprias consciências sentiram necessidade na vida espiritual. A diferença entre esses casos e o de Judas é que essas vítimas não são suicidas, mas criaturas submetidas à lei de ação e reação.

Judas apressou o efeito da lei ao invés de enfrentar o remorso na vida terrena. Tornou-se um suicida e aumentou assim a sua própria culpa, rebelando-se contra a Justiça Divina e tentando escapar a ela.

Irmão Saulo (J. Herculano Pires)

Livro: Chico Xavier Pede Licença – Um Aparte do Além nos Diálogos da Terra

Francisco Cândido Xavier, por Espíritos Diversos, J. Herculano Pires

GEEM – Grupo Espírita Emmanuel Sociedade Civil Editora

O FAROL

Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
Desejamos a você e aos seus amores um ótimo final de semana com muita paz e saúde!
Abraços fraternais.
Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil
O FAROL

Em meio ao mar, surge a construção de pedras, solene. É um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.

Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio à escuridão, vê surgir o farol.
Ele está lá para servir, para advertir, para salvar.

A sua luz se projeta a distâncias enormes e, espancando a escuridão, permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.

O mar investe contra ele, noite e dia. Lança sobre ele as suas ondas, com furor. Vagas enormes lambem as pedras que se erguem, majestosas.

No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturbável.

Seu objetivo é servir. Noite após noite, ele estende a sua luz. Não se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.

Se, em algumas noites, ninguém se aproxima, desejando a sua orientação, também não se perturba.
Solitário, ele lança sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.

Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando alguém precise dele.

No mar das experiências em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem desânimo.

Permaneçamos sempre a postos, prontos a estender as mãos a quem necessite. Poderá ser um amigo, um irmão ou simplesmente alguém a quem nunca vimos.

Com certeza não solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconteça.
Se não podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discussões perturbadoras que nos alcançam.

Se não conseguimos alimentar a multidão esfaimada, podemos oferecer o pão generoso para alguém.

Se não dispomos de saúde para doar aos enfermos, podemos socorrer alguém que sofre dores, oferecendo a medicação devida. Talvez possamos ser o intermediário entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.

Se não podemos resolver a questão do analfabetismo, podemos criar condições propícias para que alguém tenha acesso à escola.

Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se não lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos básicos.

Enfim, o importante é continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por mínima que seja.

Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.

A maior glória da alma que deseja ser feliz é transformar-se em luz na estrada de alguém.

O raio de luz penetra a furna, levando claridade. Estende-se sobre o vale sombrio e desata o verdor da paisagem.

Atinge a gota dágua e a transforma em um diamante finíssimo.

Viaja pelo ar e aquece as vidas.

Como a luz, podemos desfazer sombras nos corações e drenar pântanos nas almas. Podemos refazer esperanças e projetar alegrias.

Enfim, como raios de luz espalhemos brilho e calor, beleza, harmonia e segurança.


Redação do Momento Espírita, com base nos caps. 19 e 20, do livro Rosângela, pelo Espírito homônimo, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter e no cap. CLVI, do livro Vida feliz, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. Do site: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=3298&stat=0.
Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br

ELE VEIO

Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
Que esta mensagem chegue com nossas melhores vibrações de Paz e Saúde!!
Obrigado pela companhia!!!
Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil
ELE VEIO

Que teria sido da Humanidade se o Celeste Amigo, enquanto no convívio das estrelas, entendesse que não lhe caberia vir ao chão do mundo para auxiliar-nos com a Sua vivência superior?

Que seria do gênero humano, caso o Bom Pastor tivesse renunciado a vinda ao planeta, por temer o poder discricionário do Império de Roma, capaz de soterrar sob os pés todo e qualquer opositor do seu regime político?

Como estaria a Terra, se o Mestre Nazareno houvesse desdenhado descer aos fluidos planetários por entender o quão difícil e perigoso seria o confronto com os vícios interpretativos e as mãos de ferro do sacerdócio de Israel?

O que teria ocorrido conosco, se o Rabi da Galiléia se houvesse esquivado de vir ao solo do mundo, por identificar a precária condição moral e intelectual dos seus habitantes, por saber das limitações gerais que caracterizavam o povo em cujo seio deveria nascer?

Entretanto, o Seu posicionamento alinhou a obediência aos desígnios celestes com a Sua piedade dirigida a todos nós. Vim para cumprir a vontade do meu Pai, dizia Ele, dedicado. Vim para que tenhais vida abundante, afirmou, pleno de amor.

Sem albergar em Si quaisquer temores, rompeu as densas brumas do psiquismo inferior do pequeno planeta e emboscou-Se num corpo carnal, para que mais de perto e bem percebido conseguisse mostrar-Se aos nossos olhos e fazer-Se sentir por nossas almas. Entregou-Se plenamente ao Seu ministério, e nos conclamou para que O seguíssemos, para que pudéssemos chegar ao Pai do Céu.

Não conseguimos fazer a mínima idéia do desfecho, diante dos questionamentos apresentados, uma vez que é de todo impossível conceber a vida no orbe terreno sem a presença fulgurante de Jesus Cristo.

É dever de todo o cristão, portanto, seja qual for a formalização de sua crença na Boa Nova, refletir sobre o papel do Cristo no seio da Humanidade, nos objetivos sublimados que O trouxeram à crosta terrestre, de modo a analisar melhor a própria conduta, verificando se se encontra ou não operando nos campos do Senhor, ou se sua rotulagem de fé está apenas servindo à identificação social do regime mitológico ao qual se aferra.

Nessa altura do tempo, quando mais do que em outras épocas, há sede de compreensão, de amor e de paz no mundo, o Celeste Benfeitor espera contar com a fidelidade operosa de todos os que se apóiam em Seu nome e em Seus ensinamentos, a fim de fundar no planeta os alicerces de um novo mundo, onde, em realidade, cada qual seja irmão do outro, para que sejam identificados como membros do rebanho do Bom Pastor.

É tempo de refletir sobre tais questões e não temer nada nem ninguém, conscientes de que, quando se estabelece contato de intimidade com Jesus, o coração pulsa no cérebro, repletando o saber de sentimento, enquanto que o cérebro baliza o coração, impedindo que sejam disparatados ou fanáticos os sentimentos humanos, e que se convertam razão e sentimento em instrumentos da renovação da alma terrena, propulsionando cada alma para o convívio mais próximo com o bem e para o estabelecimento da paz.

Somente quando a alma que se afirma cristã for capaz de vivenciar os necessários testemunhos, seja onde for ─ na rua, no trabalho, no lar ou no íntimo de si mesma ─ em prol do bem próprio e do bem comum, é que poderemos crer que ter-se-á implantado no planeta Terra as bases sólidas do Reino dos Céus, com o Espírito do Senhor habitando o cerne de cada criatura, forjando aí, então, as claridades de um novo e vigoroso Natal.

pelo Espírito Camilo – Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira. Do site: http://www.raulteixeira.com/mensagens.php?not=69.

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A INDAGAÇÃO DO INSPETOR

Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
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A INDAGAÇÃO DO INSPETOR

O agrupamento doutrinário, naquela noite, apresentou aspecto festivo. Duas semanas antes, Abel, um dos orientadores espirituais da casa, anunciou a visita de um mensageiro de Jesus, marcada para aquela hora. Viria de muito alto, não só trazendo a bênção do Senhor, mas também no propósito de inspecionar a humilde instituição.

Deviam preparar-se os companheiros para a venerável presença e, em razão disso, a pequena comunidade se desdobrou em serviço e carinho.

Nas paredes muito limpas viam-se tufos de flores odorantes. A luz derramava-se, profusa, de lâmpadas bem cuidadas. Extenso tapete amortecia o rumor dos passos de quantos, cautelosamente, penetravam o recinto e a atmosfera recordava o sagrado silêncio de um templo antigo.

Quando os dez cooperadores encarnados se agregaram em torno da mesa simples e acolhedora, a rogativa do diretor se elevou, comovente e cristalina.

Nós mesmos, ouvindo-a, registrávamos inefável emoção.

O grupo realmente, constituía-se de servidores da crença, sinceros e bem-intencionados. Talvez, por isso mesmo, merecia a elevada deferência da noite.

Terminada que foi a oração de abertura, fomos notificados de que o embaixador de cima não tardaria.

Com efeito, em dois minutos, inundou-se o ambiente de suave luz.

O emissário, como que cercado por vasta auréola de estrelas evanescentes, ingressou no santuário, revelando expressão de sublime benevolência.

Cumprimentou-nos, afavelmente, incorporou-se ao médium mais apto e, demonstrando avançada sabedoria e inexcedíveis virtudes, saudou a turma em serviço, comentando a magnanimidade de Jesus que nos permitia o júbilo daqueles momentos reconfortantes. Exaltou a expectativa da esfera superior, relativamente à colaboração humana, e, em seguida, pediu que os amigos encarnados algo informassem, individualmente, com referência ao Espiritismo cristão na existência de cada um deles.

Tínhamos a idéia de contemplar iluminado instrutor em delicada maratona, junto a reduzida e estudiosa classe escolar.

Constrangidos pela generosidade e pelo carinho da solicitação, os companheiros passaram a responder, começando pelo condutor da assembléia.

– Graças a Deus! informou o presidente do grupo tenho aqui minha luz confortadora. O Espiritismo renovou-me os caminhos… Sou outro homem. Meu desagradável passado desapareceu… Em tempo algum recebi tamanha claridade no coração! Sou feliz, meu grande benfeitor, e agradeço ao Supremo Pai a dádiva do conhecimento que tanta ventura me trouxe!…

Logo após, falou D. Castorina, devotada cooperadora da organização:

– Encontrei nesta fé consoladora o meu refúgio de paz. Bendito seja Jesus, o nosso Divino Mestre!…

Depois dela, o Senhor Câmara, médium em desenvolvimento, esclareceu, emocionado:

– A Nova Revelação é maravilhosa fonte de alegria para minha alma. Não posso expressar a gratidão que me vibra no ser.

Calando-se o companheiro, o Senhor João Costa, admirável interprete das idéias cristãs, explicou:

– Beneficiado que fui pelo Espiritismo, nunca mais sofri dúvidas. O Evangelho dá-me agora definitiva segurança, pois reconheço que a Justiça Divina é perfeita e que o Espírito é imortal.

A senhora dele, logo que o marido silenciou, tomou a palavra, assegurando:

– A doutrina é minha vida!…

Finda aquela assertiva breve, o Senhor Freitas, atencioso leitor de teses científicas e mais loquaz que ou outros, comentou em fraseologia brilhante as ponderações richeístas, referiu-se ao metapsiquismo europeu e terminou, afiançando:

– O Espiritismo é o único sistema que pacifica a inteligência. Nele, temos a crença, a razão e a lógica perfeitamente atendidas.

Depois disso, D. Emerenciana enunciou:

– Nos princípios do Espiritismo cristão, achei a minha felicidade.

E D. Nair, ao lado dela, ajuntou:

– Eu também.

Por último, o Senhor Soares, fundamente concentrado na prece, exclamou:

– O Espiritismo é o meu farol definitivamente aceso… Sem ele, há muito tempo eu estaria nas trevas do crime…

Retornando à quietude anterior, o emissário agradeceu a reverência e o carinho que transpareciam das respostas ao pedido que formulara e acrescentou:

– Meus amigos, que a Nova Revelação é indiscutível mensagem do céu para os caminhos humanos, estabelecendo o império do bem, provando a sobrevivência da alma além da morte e oferecendo conforto positivo, não padece qualquer dúvida! Todos vos sentis edificados, esclarecidos e felizes!… Mas o que Jesus deseja saber é justamente o que vindes realizando com essa bênção. Em verdade, o Espiritismo é vossa lâmpada… Que tendes feito dela? É um ideal superior… Que proveito organizais com ele? É uma dádiva celestial… Que benefícios produzis em vós outros ou em derredor de vossos passos, usando semelhante graça?

Interrompeu-se o inspetor divino e, em vista de se calarem os circunstantes, respeitosamente, a se entreolharem agora espantadiços, o venerando amigo despediu-se, bem-humorado, e prometeu voltar breve.

pelo Espírito Irmão X – Do livro: Luz Acima, Médium: Francisco Cândido Xavier.

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NOS TEMPOS NOVOS

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NOS TEMPOS NOVOS

Não desconhecemos a complexidade de nossos chamados tempos novos na Terra.

Ouro e mais ouro e penúria e mais penúria. Ascensões a outros mundos e mergulhos na aflição.

Ajuntamentos que valem por multidões e multidões reunidas e solidão para milhares de criaturas que desfalecem à míngua de amor.

Cultura acadêmica laureando legiões de pessoas e conflitos desencadeados por toda parte como se a escola não existisse.

Métodos de renovação e conservação do corpo e processos de criminalidade rebaixando milhões de almas à condição dos brutos.

Em toda parte chocantes antinomias, contrastes dolorosos evidenciando a distância em que se patenteiam o cérebro e o coração.

Tudo nos convida ao retorno para o Cristo.

Não queremos dizer que a riqueza, a instrução, a abundância e a ciência não devam ser glorificadas, mas sim que é indispensável alçar o sentimento ao nível do raciocínio, a fim de que a felicidade não seja um conceito vazio entre os homens.

Trabalhar pelo mundo melhor é nosso dever de todos os instantes, não só edificando para os olhos, e sim também construindo igualmente santuários de amor e paz, invisíveis à humana percepção mas palpáveis no reino da alma, para que a Terra encontre a finalidade de seus próprios destinos.

pelo Espírito Batuira – Do livro: Mais Luz, Médium: Francisco Cândido Xavier.

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PEQUENO POEMA – PAULO VIOTTI

Pequeno Poema

Quiça pudéssemos elencar a dor,
Dos que laboram na liça da melhoria,
Trazendo como missão declinar do rancor,
Na obra do Cristo, na leira do amor.

Sábios somos em altaneira verborragia,
Quais anciãos perdidos sem eira nem beira,
Se perdemos a vida a busca de fáceis alegorias,
Perdemos o siso em libações, ácida, para alma, bebedeira.

Como pais, perdemos os filhos,
Como filhos desprezamos pais,
Hoje temos espíritos maltrapilhos,
E os corações em duros ais.

A filha declina do denodo,
O filho declina do trabalho,
(Se não cuidado) para ela a vida será um engodo,
(Se não cuidado) para ele conserta-se, pela vida, chanfralho.

A criança por vezes ser torna insolente,
É criatura cruz de amor a todos pais,
Cuidemos para ser útil, não indolente,
No Rio, na Ribeira ou em CaisCais.

O jovem sonha com sua alegria,
Perde-se na trilha do desequilíbrio,
Tem uma mente pouco prática, mas que brilha,
Coração emoção e atos, às vezes, com pouco brio.

Filhos da desesperança,
Os quais fogem da luz,
Temos a dor por herança,
E como médico, Jesus.

Paulo Viotti, com a ajuda dos amigos espirituais (TAG)

QUAL A DOUTRINA VERDADEIRA?

842. Como todas as doutrinas têm a pretensão de ser a única expressão da verdade, por que sinais podemos conhecer a que tem o direito de se apresentar como tal?

— Essa será a que produza mais homens de bem e menos hipócritas, quer dizer, que pratiquem a lei de amor e caridade na sua maior pureza e na sua aplicação mais ampla. Por esse sinal reconhecereis que uma doutrina é boa, pois toda doutrina que tiver por consequência semear a desunião e estabelecer divisões entre os filhos de Deus só pode ser falsa e perniciosa.

[Livro dos Espíritos, LAKE Editora, edição
n°65]

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