ERGUE-ME, SENHOR!

Em tudo vejo-Te, meu Senhor, na eloquência da grandiosidade.

Aspiro liberar-me, e detenho-me no solo, ansiando pelos espaços, na jaula das paixões.

Alonga-Te até mim, e ergue-me, Tu que és a Causa, enquanto eu sou o efeito em crescimento.

Livro: Em Algum Lugar no Futuro

Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Eros

LEAL – Livraria Espírita Alvorada Editora

Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo.

Projeto Saber e Mudar
Aos poucos e sempre.

Estudar e conhecer.
Agir e transformar.

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SÃO PAULO – Temporada Teatral AGOSTO – RENATO PRIETO, (O ANDRÉ LUIZ DE NOSSO LAR O FILME) em ” O SEMEADOR DE ESTRELAS – A BEM HUMORADA E EMOCIONANTE VIDA DE DIVALDO FRANCO”

SÃO PAULO – Temporada Teatral AGOSTO – RENATO PRIETO, (O ANDRÉ LUIZ de “NOSSO LAR, O FILME”) em “O SEMEADOR DE ESTRELAS – A BEM HUMORADA E EMOCIONANTE VIDA DE DIVALDO FRANCO”

O SEMEADOR DE ESTRELAS

A bem humorada e emocionante vida de Divaldo Franco

S I N O P S E:

Como seria dedicar uma vida inteira aos outros? Como seria a vida de uma pessoa como a Madre Teresa de Calcutá, ou de Ghandi? Jamais pensar em si, no seu próprio conforto ou, o que é mais difícil, ter o seu próprio tempo?

O Brasil tem um homem assim, que poucos conhecem: Divaldo Pereira Franco.

Autor de mais de 150 livros, traduzidos para 14 idiomas, ele é o maior palestrante espírita do mundo.

Divaldo Pereira Franco cuida, na sua casa de caridade em Salvador, de quase três mil crianças, e tem uma obra social modelo para o resto do país (A Mansão do Caminho). A história de sua vida é interessantíssima, cheia de casos engraçados e emocionantes, surgidos de sua mediunidade poderosa.

Esta peça é o retrato de um homem que precisa ser reconhecido pela sua própria gente.

Um espetáculo musicado.

Com: RENATO PRIETO, SYLVIA D´SILVA, PAULO PAIXÃO E ROSANA PENNA

TEXTO: CYRANO ROSALÉM

MÚSICA: Cayê Milfont

FIGURINOS: Anete Cota

ILUMINAÇÃO: Márcio Boti

DIREÇÃO: RENATO PRIETO

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA – 10 ANOS

Para maiores detalhes como fotos, vídeos e agenda

Apoio cultural e divulgação

Semíramis Alencar


Ne quid nimis…

Mensagens Espíritas

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SANTOS – 23 e 24 de julho – O SEMEADOR DE ESTRELAS, A BEM HUMORADA E EMOCIONANTE VIDA DE DIVALDO FRANCO

O SEMEADOR DE ESTRELAS

A bem humorada e emocionante vida de Divaldo Franco

S I N O P S E:

Como seria dedicar uma vida inteira aos outros? Como seria a vida de uma pessoa como a Madre Teresa de Calcutá, ou de Ghandi? Jamais pensar em si, no seu próprio conforto ou, o que é mais difícil, ter o seu próprio tempo?

O Brasil tem um homem assim, que poucos conhecem: Divaldo Pereira Franco.

Autor de mais de 150 livros, traduzidos para 14 idiomas, ele é o maior palestrante espírita do mundo.

Divaldo Pereira Franco cuida, na sua casa de caridade em Salvador, de quase três mil crianças, e tem uma obra social modelo para o resto do país (A Mansão do Caminho). A história de sua vida é interessantíssima, cheia de casos engraçados e emocionantes, surgidos de sua mediunidade poderosa.

Esta peça é o retrato de um homem que precisa ser reconhecido pela sua própria gente.

Um espetáculo musicado.

Com: RENATO PRIETO, SYLVIA D´SILVA, PAULO PAIXÃO E ROSANA PENNA

TEXTO: CYRANO ROSALÉM

MÚSICA: Cayê Milfont

FIGURINOS: Anete Cota

ILUMINAÇÃO: Márcio Boti

DIREÇÃO: RENATO PRIETO

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA – 10 ANOS

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SOBRIEDADE

SOBRIEDADE

Em todos os setores das atividades terrestres, mesmo nos círculos externos do esforço religioso, há muita gente dormindo nos braços das ilusões.
Aqui é o egoísmo mascarado de bondade irreal, ali é a preocupação sectária sob as aparências de fé.
O discípulo sincero, todavia, aprende a receber os apelos do Evangelho, de modo a não dormir, como os demais.
É preciso estar pronto ao serviço e vigiar, fielmente. Entretanto, na vigilância ainda encontram os aprendizes certos perigos mais fortes.
São os que condizem com a ausência da sobriedade.
***
Quase sempre, quando se encontra essa palavra, a criatura reflete imediatamente nos desregramentos do corpo. Mas, o cristão não deve olvidar o caráter nefasto das intemperanças da alma.
***
Muitos aprendizes de boa vontade tornam-se irascíveis, inquietos e, por vezes, cruéis, acreditando servir à causa de Cristo.
Vigilância não quer dizer olho alerta para indicar o mal, mas posição de concurso sincero com Jesus a fim de substituir o mal pelo bem, em silêncio, onde quer que se encontre.
Sem a sobriedade, a realização dessa tarefa se torna impossível. É indispensável não desperdiçar emoções ou distrair energias em problemas desnecessários.
Sejamos, pois, vigilantes, dando a cada um aquilo que lhe pertence.

(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. in: Sentinelas da Luz)
(texto recebido de Cristiano de Almeida)

AS REFLEXÕES DE MANOELZINHO

AS REFLEXÕES DE MANOELZINHO

Manoelzinho era um bom menino, forte e bem disposto nos seus 13 anos de idade.
Adorava seus pais, mas sem saber definir com clareza a causa de seu amor filial aos dedicados pais de 6 filhos, o último com seis meses, um nenenzinho de colo.
Aqui vemos Manoelzinho preocupado porque a evangelizadora de sua E.E.E. pediu que escrevesse sobre o mandamento: “HONRAR PAI E MÃE”, mas abordando o tema: “O QUE OS SEUS PAIS FAZEM POR VOCÊ E SEUS IRMÃOS?”
Querendo escrever o seu trabalho, pensava: “nossa casa é boa, mas nos falta um automóvel ou uma moto, e também participar de um clube com piscina e quadras de esportes…”
Assim pensando, ele relacionava a falta de um carro e a falta de ser sócio de um clube, como ausência de amor de seus pais por ele.
Pensava ainda: “como não gozamos dessas necessidades modernas, não sei como escrever sobre o que os meus pais fazem por nós”.
Cansado, Manoelzinho pensou: “vou dormir e deixar o trabalho da Escolinha para depois da excursão.”
É que no dia seguinte não haveria aula na sua Escola e, aproveitando a folga, a Escola Espírita de Evangelização faria uma excursão a aprazível sítio das redondezas.
E foi dormir, porque o ônibus sairia às 6 horas da manhã.
♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Às 5 horas da madrugada, Manoelzinho acordou ouvindo movimento na cozinha, levantando-se imediatamente.
— Mãe, você já está acordada?
— Há muito tempo, meu filho. Já ia lhe chamar. Olha, o café está prontinho e também as torradas que fiz aproveitando o pão dormido. Além disso, fiz sanduíches para você levar, juntando também algumas laranjas e bananas.
(Manoelzinho começou a refletir sobre as obrigações de sua mãe: “QUANTO SERVIÇO, QUANTOS DEVERES TÃO CEDO…”)
— E papai, aonde está?
— Seu pai já tomou o seu café e foi para o trabalho. Ele saiu mais cedo para ir a pé, aproveitando a fresca da manhã. É necessário economizar a passagem de ônibus…
(Manoelzinho voltou a refletir, agora sobre o sacrifício de seu pai).
— Está na hora de ir, mãe, disse Manoelzinho, beijando-a.

Daí a minutos, Manoelzinho, já dentro do ônibus, apreciava a cidade na sua madrugada, quando viu o seu pai caminhando com outras pessoas, alegremente, rumo ao trabalho.
(Manoelzinho tornou aos seus pensamentos íntimos, meditando no sacrifício de seu pai, para fazer economia de passagem de ônibus).
O dia de Manoelzinho e seus colegas durante a excursão foi ótimo, proporcionando a todos muita alegria e proveito, com jogos esportivos, música elevada e, como ponto alto, uma teatralização da “Parábola do filho Pródigo.”
Quando o ônibus da E.E.E. voltava, cerca de 7 horas da noite, passando nas imediações do trabalho de seu pai, ele o viu novamente, regressando das horas extraordinárias, a pé.
(Manoelzinho juntou as suas reflexões mais esse exemplo vivo de seu pai)
Muito tempo depois que Manoelzinho já se encontrava em casa, chegou o seu pai, visivelmente cansado, mas com um grande sorriso para o filho e um beijo terno na esposa.
Já era tarde, por isso Manoelzinho foi dormir, cansado e com um pouco de dor no estômago.
Seus pais ficaram na cozinha conversando, enquanto sua mãe passava nova leva de fraldas do nenê.
No quarto Manoelzinho começou a suar frio e sentir a boca amarga… Choroso, procurou os seus genitores, que, aflitos, o ajudaram a vomitar.
Um chá quentinho foi prontamente preparado por sua mãe, enquanto o seu pai se mantinha ao seu lado, solidário, orando em silêncio.
Tudo serenado, recolheram-se para merecido descanso.
Na cama, quase dormindo, Manoelzinho ainda teve tempo de…
(refletir sobre o carinho que acabava de receber de seus queridos pais.)
♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Às 6 horas da manhã seguinte, Manoelzinho levantou-se com fome, aguçado pelo aroma do café que enchia toda casa.
Seus bons pais, quando o viram se alegraram muito, perguntando os dois a um só tempo: — Você está bem, Manoelzinho?
Alegres, tomaram café juntos.
— Mãe, pai, disse Manoelzinho, eu já sei o que escrever para fazer o meu trabalho sobre o mandamento “HONRAR PAI E MÃE…”
— O que, filho, de que você está falando?
— Devo fazer uma composição sobre o Mandamento, mas com o título: “O QUE OS SEUS PAIS FAZEM POR VOCÊ E SEUS IRMÃOS?”
— Mas por que só agora você sabe o que vai escrever?
Levantando-se e abraçando aos dois no mesmo carinho, Manoelzinho, quase chorando, confessou:
Porque só agora percebo o quanto vocês, queridos pais, se sacrificam em favor de nós todos deste abençoado lar, enchendo-o de alegria, bom ânimo, abnegação, renúncia, amor, trabalho e dedicação…
Continuou, contendo as lágrimas. Porque só agora eu vejo que os verdadeiros bens são os do amor e da dedicação que enchem nossa casa e felicitam a nossa família.
Obrigado meu queridos pais, por tudo de bom que fazem por nós, agora eu sei que devo honrá-los, mas com muito amor…

(história e desenho: AME-JF/MG)

A sabedoria do samurai

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A sabedoria do samurai

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita com base em texto de autor desconhecido.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 5 e no livro Momento Espírita v. 2, ed. Fep.
Em 18.07.2011.
ut.php?u=&m=1100

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Os portoes de chegada

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Os portões de chegada

Cada abraço daqueles guarda uma história diferente…
Cada reencontro daqueles revela um outro mundo, uma outra vida, diversa da nossa, da sua…
Se você nunca teve a oportunidade de observar, por mais de cinco segundos, todas aquelas pessoas – desconhecidos numa multidão – esperando seus amigos, seus familiares, seus amores, não tenha medo de perceber da próxima vez, a magia de um momento, de um lugar.
Falamos dos portões de chegada de um aeroporto, um desses lugares do mundo onde podemos notar claramente a presença grandiosa do amor.
Invisível, quase imperceptível, ali ele está com toda sua sublimidade.
Nas declarações silenciosas de um olhar tímido. No calor ameno de um abraço apertado. No breve constrangimento ao tentar encontrar palavras para explicá-lo.
Na oração de três segundos elevada ao Alto – agradecendo a Deus por ter cuidado de seu ente querido que retorna.
Richard Curtis, que assina a produção cinematográfica de nome Love actually – traduzida no Brasil como Simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada.
O autor oferece na primeira e última cenas do filme exatamente a contemplação dos portões de chegada de um aeroporto e de seu belíssimo espetáculo representando a essência do amor.
Ouve-se um narrador, nos primeiros segundos, confessando que, toda vez que a vida se lhe mostrava triste, sem graça, cruel, ele se dirigia para o aeroporto para observar aqueles portões e ali encontrava o amor por toda parte.
Seu coração alcançava uma paz, um alívio, em notar que o amor ainda existia e que ainda havia esperança para o mundo.
Isso tudo pode parecer um tanto poético demais para os mais práticos, é certo.
Assim, a melhor forma de compreender a situação proposta é a própria vivência.
Sugerimos que faça a experiência de, por alguns minutos, contemplar essas cenas por si mesmo, seja na espera de aviões ou outros meios de transporte coletivos.
Propomos que parta de uma posição mais analítica, de início, com algumas pitadas de curiosidade:
Que grau de parentesco possuem aquelas pessoas? – Há quanto tempo não se veem? – De onde chegam?
Ou, quem sabe, sobre outros: Que histórias têm para contar! – O que irão narrar por primeiro ao saírem dali? Sobre a família, sobre a viagem, sobre a espera em outro aeroporto?
Ao perceber lágrimas em alguns olhos, questione: De onde elas vêm? – Há quanto tempo não se encontram? – Que felicidade não existe dentro da alma naquele momento!
Por fim, reflita:
Por quanto tempo aquele instante irá ficar guardado na memória! O instante do reencontro…
Tudo isso poderá nos levar a uma analogia final, a uma nova questão: não seria a Terra um imenso aeroporto? Um lugar de chegadas e partidas que não param, constantes, inevitáveis?
Pensando nos portões de chegada na Terra, lembramos dos bebês, que abraçamos ao nascerem, com este mesmo amor daqueles que esperam num aeroporto por seus amados.
Choramos de alegria, contemplando a beleza de uma nova vida, e muitas vezes este choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro.
É um antigo amor que, por vezes, volta ao nosso lar através da reencarnação.
Pensando agora nos portões de partida, inevitavelmente lembramos da morte, da despedida.
Mas este sentir poderá ser também feliz!
Como o sentimento que invade uma mãe ou um pai que dá adeus a um filho que logo embarcará em direção a outro país, a fim de fazer uma viagem de aprendizagem, de estudo ou profissional.
Choram sim, de saudade, mas o sentimento que predomina no bom coração dos pais é a felicidade pela oportunidade que estão recebendo, pois têm consciência de que aquilo é o melhor para ele no momento.
* * *
Vivemos no aeroporto Terra.
Todos os dias milhares partem, milhares chegam.
Chegadas e partidas são inevitáveis.
O que podemos mudar é a forma de observá-las.

Redação do Momento Espírita com base no cap. Os portões de chegada, do livro O que as águas não refletem, de Andrey Cechelero.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 12, e no livro Momento Espírita v. 6, ed. Fep.
Em 20.07.2011.
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É necessário e urgente dissipar as Trevas… Mas Você já se perguntou se estão “fora” ou “dent ro” de você? LANÇAMENTO – AGOSTO/2011.

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CD´s Espíritas – 6 CD´s de mensagens na voz de Chico Xavier – Chico em sua casa – (04/05/2011)

Informações Técnicas:

Formato de todos os audios: mp3 / 128 kbps / 2006

Descrição de cada CD

01 – Chico Xavier em sua Casa – …na Presença do Natal

Primeiro de cinco volumes, esta coleção apresenta sessenta mensagens espirituais, na voz de Chico Xavier, ditadas por diversos espíritos amigos. Este CD tráz mensagens dos espíritos Meimei, Irmão X, Emmanuel, Maria Dolores, Irene S.Pinto e Cornélio Pires. Seus temas são: Natal, Divina Surpresa, A Enxada, O Encontro Divino, A Morte de Nhá Mina, Cartão de Natal, Petições de Natal, Confia Sempre, despedida de Vital, Natal, Oração de Natal e, Prece Diante da Manjedoura. São reflexões diárias para iluminação e crescimento espiritual. Outros títulos que fazem parte desta coleção: Na Rota do Dia a Dia, Nos Momentos de Paz, Na Busca da Felicidade e, No Ensejo do Exemplo.

DURAÇÃO: 37:20

02 – Chico Xavier em sua Casa – …na Rota do Dia a Dia

Segundo de cinco volumes, esta coleção apresenta sessenta mensagens espirituais, na voz de Chico Xavier, ditadas por diversos espíritos amigos. Este CD tráz mensagens dos espíritos Meimei, Emmanuel, André Luiz, Maria Dolores, e Manuel Monteiro. Seus temas são: Agradecemos, Um Momento, Ele Atenderá, Bendito Sejas, A Face Oculta, Oração do Dinheiro, Amor Onipotente, Somente Hoje, Familiares Queridos, Pai Sempre, Jesus, Kardec e Nós e, Oração Nossa. São reflexões diárias para iluminação e crescimento espiritual. Outros títulos que fazem parte desta coleção: Na Presença do Natal, Nos Momentos de Paz, Na Busca da Felicidade e, No Ensejo do Exemplo.

DURAÇÃO: 39:40

03 – Chico Xavier em sua Casa – …nos Momentos de Paz

Terceiro de cinco volumes, esta coleção apresenta sessenta mensagens espirituais, na voz de Chico Xavier, ditadas por diversos espíritos amigos. Este CD tráz mensagens dos espíritos Sheila, Meimei, Emmanuel, e Maria Dolores. Seus temas são: Mais Luz, Espera e Ama Sempre, Auxiliemos, Pão Ouro e Amor, Amarás Servindo, Deus Pode, Teu Livro, Retrato da Amizade, Barragem, Amando Sempre, Prece do Senhor, e Estejamos em Paz. São reflexões diárias para iluminação e crescimento espiritual. Outros títulos que fazem parte desta coleção: Na Presença do Natal, Na Rota do Dia a Dia, Na Busca da Felicidade e, No Ensejo do Exemplo.

DURAÇÃO: 36:57

04 – Chico Xavier em sua Casa – ..na Busca da Felicidade

Quarto de cinco volumes, esta coleção apresenta sessenta mensagens espirituais, na voz de Chico Xavier, ditadas por diversos espíritos amigos. Este CD tráz mensagens dos espíritos Meimei, Emmanuel, André Luiz, e Maria Dolores. Seus temas são: Donativo da Alma, Um Tanto Mais, Alegria, Oração Pelos Entes Queridos, Buril de Luz, Meu Filho, Semeia, Semeia!…, Dinheiro e Amor, Petição a Deus, Esperando por Ti, Confiemos Alegremente e, Escola da Benção. São reflexões diárias para iluminação e crescimento espiritual. Outros títulos que fazem parte desta coleção: Na Presença do Natal, Na Rota do Dia a Dia, Nos Momentos de Paz e, No Ensejo do Exemplo.

DURAÇÃO: 38:02

05 – Chico Xavier em sua Casa – …no Ensejo do Exemplo

Quinto de cinco volumes, esta coleção apresenta sessenta mensagens espirituais, na voz de Chico Xavier, ditadas por diversos espíritos amigos. Este CD tráz mensagens dos espíritos: Emmanuel, André Luiz, Irene S.Pinto, Maria Dolores e Albino Teixeira. Seus temas são: Presença de Luz, Gratidão pelos amigos, Você e nós, Cultivando Paciência, Cantiga das palavras, Confiânça Recíproca, Enviados de Cristo, Conversa com Jesus, No Justo Momento, Cantiga do Perdão, Quando Puderes e, Louvor e Súplica. São reflexões diárias para iluminação e crescimento espiritual. Outros títulos que fazem parte desta coleção: Na Presença do Natal, Na Rota do Dia a Dia, Nos Momentos de Paz e, Na Busca da Felicidade.

DURAÇÃO: 32:03

06 – Chico Xavier – …mensagens diversas

DURAÇÃO: 28:25

Link Para Download:

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A TESE DE QUE O ESPIRITISMO É O CONSOLADOR TEM BASE BÍBLICA

A TESE DE QUE O ESPIRITISMO É O CONSOLADOR TEM BASE BÍBLICA

Quem estuda a Bíblia e o espiritismo, percebe logo que ele é bíblico. Aliás, ele existe desde que o mundo existe.

A Igreja declarou, no final do século 19, que o espiritismo deveria ser atacado com todas as armas. E os protestantes e evangélicos acataram também essas instruções. Mas faz bastante tempo que a Igreja parou de atacar o espiritismo. Contudo, ficou a sua difamação.

A Bíblia proíbe o contato com os espíritos dos mortos (Deuteronômio capítulo 18). Mas essa própria proibição de Moisés, e não de Deus, prova que esse contato existe. E ela só valeu para o povo hebreu daquele tempo, como foi o caso do apedrejamento das prostitutas, pois não consta do Decálogo.

Para a Bíblia, as profecias são feitas por espíritos através dos profetas. (1 João 4:1; e Números 11:25 a 30). E ela nos mostra também que os profetas não são apenas aqueles famosos, como Isaias, Jeremias, Joel etc., mas que todas as pessoas podem ser profetas, que Kardec passou a chamar de médiuns, havendo uns que têm esse dom mais aguçado. Jesus, quando ia participar de um fenômeno mediúnico mais especial, como o da Transfiguração, sempre Ele convocava os três maiores médiuns dos seus apóstolos: Tiago, Pedro e João. Já Paulo denominava esses dons proféticos ou mediúnicos de dons espirituais. “Se alguém se considera profeta ou espiritual…”(1 Coríntios 14:37). Mais tarde, foi criada a doutrina do Espírito Santo, principalmente a partir do Concílio Ecumênico de Constantinopla (381), passando a ser atribuída a ele a origem dos fenômenos proféticos ou mediúnicos. O apóstolo Paulo, que não conheceu o Espírito Santo da Santíssima Trindade, atribui esses fenômenos ao próprio espírito do médium ou profeta. Quando o indivíduo ora em línguas, é o próprio espírito dele que ora (1 Coríntios 14:14), fenômeno que o espiritismo denomina de animismo, embora exista a xenoglossia (quando o médium fala línguas estrangeiras desconhecidas por ele), o que não deve ser confundido com glossolalia ou bla bla bla. E Paulo aconselha a prática, de preferência, de profecias. “Procurai com zelo os dons espirituais, mas que principalmente profetizeis”. (1 Coríntios 14:1; e 14:39). O médium prático só recebe um espírito, quando ele quiser. “Os espíritos (entidades) dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas” ou médiuns. (1 Coríntios 14:32).

Nos capítulos 12, 13 e 14 de 1 Coríntios, temos verdadeiras aulas de sessões espíritas, quando ocorrem profecias e revelações, tal qual acontece, hoje, nas casas espíritas de todo o mundo, práticas essas que que nos consolam, pois nos deixam mais fortes na fé, pincipalmente com relação à nossa imortalidade. “Para todos aprenderem a serem consolados”. (1 Coríntios 14:31). Porém essas reuniões mediúnicas paulinas não acontecem mais nas igrejas ou templos cristãos, ou acontecem, mas, os espíritos manifestantes são tidos erradamente como sendo o próprio Espírito de Deus (que presunção!), que os participantes chamam de Espírito Santo.

Esses fenômenos mediúnicos, além de terem base Bíblica, contam também, hoje, com o respaldo da ciência espiritualista, e como foi dito, de fato eles nos consolam!

PS: 1) Estarei novamente no programa espírita Transição, aos domingos, às 16h15m, campeão de IBOPE da Rede TV, em 24-7-2011, com o tema “O Apocalipse”.

2) Lançamento do meu livro “O Espiritismo Segundo a Bíblia”, Ed. Chico Xavier, em 23-7-2011, das 10 às 13h, na Livraria da UEM, Rua dos Guaranis, 315, Centro de Belo Horizonte (MG).

Obs.: Esta coluna, de José Reis Chaves, às segundas-feiras, no diário de Belo Horizonte, O TEMPO, pode ser lida também no site jreischaves Os livros de José Reis Chaves podem ser adquiridos também pelo e-mail: contato e o telefone: 0800-283-7147.

Outros colunistas de O TEMPO: Miriam Leitão, Vittorio Medioli, Arnaldo Jabor, Dora Kramer, Laura Medioli, João Batista Libânio (teólogo Jesuíta), Elio Gaspari, Xico Sá, Luiz Carlos Bernardes, Torquato (USP), Luiz Aureliano, Gilda de Castro, Manoel Lobato, Murilo Badaró (Presidente da Academia Mineira de Letras), Robson Damasceno Reis, Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho, Teodomiro Braga, Ana Elizabeth Diniz, Trigueirinho, Leonardo Boff, José Dirceu (ex-ministro do Lula), Tostão e outros.

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