P R E P A R E – S E Vem Aí… a 4ª Caminhada em defesa da liberdade religiosa – EU TENHO FÉ!

CCIR

Comissão de Combate à Intolerância Religiosa

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) é formada por umbandistas, candomblecistas, espíritas, judeus, católicos, muçulmanos, malês, bahá’í, evangélicos, hare Krishnas, budistas, ciganos, wiccanos e agnósticos. Também são membros da comissão o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o Ministério Público e a Polícia Civil.

Os religiosos da Umbanda e do Candomblé, em março de 2008, formaram a CCIR. Até hoje, já produzimos três vezes a ‘Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa’. No primeiro ano, conseguimos colocar 20 mil pessoas nas ruas. No ano seguinte, o número foi quatro vezes maior. Em 2010, 120 mil pessoas lotaram a Praia de Copacabana.

O movimento “Eu Tenho Fé!”, coordenado pela CCIR, não possui fins lucrativos.

Essa mobilização se formou a partir de alguns fatos que aconteceram na cidade do Rio de Janeiro. Entre os mais graves:

Traficantes de drogas invadiram barracões, quebraram imagens e ameaçaram de morte os religiosos de matrizes africanas que não quiseram se converter ao Evangelho.

Em comunidades dominadas pela milícia, os líderes começaram a perseguir os religiosos.

Uma mãe perdeu, provisoriamente, a guarda do filho caçula porque a juíza entendeu que ela não tinha condições morais de criar a criança por ser candomblecista.

Um terreiro, em plena Zona Sul da cidade, foi invadido e depredado por quatro fanáticos neopentecostais.

Também sofremos uma inquietação em assistir todos os dias a televisões, rádios e jornais demonizarem tudo aquilo que não entendem. Concessões públicas usadas para fomentar o ódio e o preconceito.

A CCIR construiu o Fórum de Diálogo Inter-religioso e elaborou a base do Plano Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. As propostas foram entregues ao então presidente Luis Inácio Lula da Silva, no dia 20de novembro de 2008, no Rio de Janeiro. Estamos trabalhando para que o plano vigore em todo Estado Brasileiro.

Com a participação na CCIR, em pouco tempo, a Polícia Civil do Rio de Janeiro transformou-se em modelo para o resto do País, ao atualizar o sistema de registro de ocorrências com a Lei 7716/89 (Lei Caó), que prevê pena de um a cinco anos de reclusão para crimes praticados contra religiosos.

A CCIR distribuiu, em todas as delegacias, igrejas, templos, centros e terreiros, o Guia de Luta contra a Intolerância Religiosa e o Racismo. A cartilha foi elaborada pelo professor e coronel da Reserva da PM Jorge da Silva, com a finalidade de orientar a sociedade civil diante de um caso de intolerância religiosa.

Paralelamente às manifestações, a CCIR atua com representações na Justiça para garantir o direito das vítimas. A comissão, logo após sua fundação, criou um programa para atendimento às vítimas de intolerância religiosa. Até setembro de 2010, foram 118 casos atendidos. Temos 69 processos tramitando na Justiça.

Em setembro de 2010, a CCIR enviou uma carta-compromisso para os dois presidenciáveis do segundo turno. A então candidata Dilma Rouseff respondeu à carta, comprometendo-se que “O fortalecimento da democracia política, logrado nos últimos anos, será mantido e consolidado pela garantia irrestrita da liberdade de imprensa e de expressão e da liberdade religiosa”.

Todo o trabalho da Comissão e do Fórum Inter-religioso é desenvolvido voluntariamente por seus membros e participantes. Não há apoio governamental nem de políticos.

ESQUECE… Cenyra Pinto

ESQUECE…

Esquece o bem que fizeres; não esperes por ele nenhuma retribuição; não propales nada a esse respeito nem alegues tua dádiva ou benefício, pois destruirás o fruto da boa semeadura.
Lembra-te de que o bem já está pago no ato de ser feito.
A oportunidade de servir é uma bênção de Deus. Se teu coração se condoeu com o sofrimento de alguém e o socorreste, não fizeste mais do que cumprir teu dever de cristão, nada há, por isso, que precise ser lembrado a toda hora, nem que sirva para te envaidecer. Lembra-se de que já fizeste muitos sofrerem nesta e em vidas passadas. A lei de Deus te dá oportunidades de ressarcires essa dívidas, enviando-te colaboradores em forma de cobradores necessitados de auxílio, quer em palavras, em preces ou mesmo em ação. Se estás endividado com a vida e ela te vem cobrar, não fazes mais que teu dever, pagando teus débitos.
Lembra-te dos benefícios recebidos, das palavras, das provas de amizade que te têm sido dispensadas? Talvez não… O bem nem sempre é lembrado, nem sempre perdura na nossa memória. E assim nos tornamos insensíveis às provas de atenção e cuidados que os outros têm para conosco.
Que direito temos de protestar quando os outros se esquecem do bem que fizemos?
Não gostaríamos que nos viessem lembrar os atos perversos e injustos praticados por nós. Nosso ego protestaria e se defenderia revoltado. Mas a verdade é que estamos longe de sermos perfeitos.
No passado cometemos muitos atos reprováveis, e se hoje estamos despertos, sentimo-nos tristes por nossas ações, e pedimos sinceramente a ajuda de Deus para nos reabilitarmos, a fim de conquistarmos valores que nos enobreçam o caráter na jornada evolutiva.
O bem é luz; perseveremos nele que é a realização do amor.
Esquece, irmão, o bem que fizeste, ainda que hajas recebido ingratidão e injustiça em pagamento.
Persevera no bem, sem esperar recompensa. Deus, a quem tudo devemos, tem sido esquecido em nossos corações, no entanto Ele nos espera de braços abertos.

(De … A verdade e a vida, de Cenyra Pinto)

O homem e a missão – Quem foi Eurípedes Barsanulfo

“Jamais vos sintais sozinhos na luta. Estamos convosco e seguiremos ao vosso lado. Invisibilidade não significa ausência.

O Mestre espera que façamos do coração o templo destinado à sua Presença Divina.

Enche-vos o mundo de sombras? Verificam-se deserções, dissabores, tempestades? Continuemos sempre. Atendamos ao programa de Cristo. Que ninguém permaneça nas ilusões venenosas de um dia.

Deste Outro Lado da vida, nós vos estendemos as mãos fraternas. Unindo-nos mais intensamente no trabalho, em vão rugirá a tormenta. Jamais vos entregueis à hesitação ou ao desalento, porque, ao nosso lado, flui a fonte eterna das consolações com o amor de Jesus Cristo.”

Eurípedes Barsanulfo (O Homem e a Missão-Corina Novelino)

Eurípedes Barsanulfo

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Nascido em 1º de maio de 1880, na pequena cidade de Sacramento, Estado de Minas Gerais, e desencarnado na mesmo cidade, aos 38 anos de idade, em 1o. de novembro de 1918.

Logo cedo manifestou- se nele profunda inteligência e senso de responsabilidade, acervo conquistado naturalmente nas experiências de vidas pretéritas.

Era ainda bem moço, porém muito estudioso e com tendências para o ensino, por isso foi incumbido pelo seu mestre- escola de ensinar aos próprios companheiros de aula. Respeitável representante político de sua comunidade, tornou- se secretário da Irmandade de São Vicente de Paula, tendo participado ativamente da fundação do jornal “Gazeta de Sacramento” e do “Liceu Sacramentano”. Logo viu- se guindado à posição natural de líder, por sua segura orientação quanto aos verdadeiros valores da vida.

Através de informações prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da existência dos fenômenos espíritas e das obras da Codificação Kardequiana. Diante dos fatos voltou totalmente suas atividades para a nova Doutrina, pesquisando por todos os meios e maneiras, até desfazer totalmente suas dúvidas.

Despertado e convicto, converteu- se sem delongas e sem esmorecimentos, identificando-se plenamente com os novos ideais, numa atitude sincera e própria de sua personalidade, procurou o vigário da Igreja matriz onde prestava sua colaboração, colocando à disposição do mesmo o cargo de secretário da Irmandade.

Repercutiu estrondosamente tal acontecimento entre os habitantes da cidade e entre membros de sua própria família. Em poucos dias começou a sofrer as conseqüências de sua atitude incompreendida.

Persistiu lecionando e entre as matérias incluiu o ensino do Espiritismo, provocando reação em muitas pessoas da cidade, sendo procurado pelos pais dos alunos, que chegaram a oferecer- lhe dinheiro para que voltasse atrás quanto à nova matéria e, ante sua recusa, os alunos foram retirados um a um.

Sob pressões de toda ordem e impiedosas perseguições, Eurípedes sofreu forte traumatismo, retirando- se para tratamento e recuperação em uma cidade vizinha, época em que nele desabrocharam várias faculdades mediúnicas, em especial a de cura, despertando- o para a vida missionária. Um dos primeiros casos de cura ocorreu justamente com sua própria mãe que, restabelecida, se tornou valiosa assessora em seus trabalhos.

A produção de vários fenômenos fez com que fossem atraídas para Sacramento centenas de pessoas de outras paragens, abrigando- se nos hotéis e pensões, e até mesmo em casas de famílias, pois a todos Barsanulfo atendia e ninguém saía sem algum proveito, no mínimo o lenitivo da fé e a esperança renovada e, quando merecido, o benefício da cura, através de bondosos Benfeitores Espirituais.

Auxiliava a todos, sem distinção de classe, credo ou cor e, onde se fizesse necessária a sua presença, lá estava ele, houvesse ou não condições materiais.

Jamais esmorecia e, humildemente, seguia seu caminho cheio de percalços, porém animado do mais vivo idealismo. Logo sentiu a necessidade de divulgar o Espiritismo, aumentando o número dos seus seguidores. Para isso fundou o “Grupo Espírita Esperança e Caridade”, no ano de 1905, tarefa na qual foi apoiado pelos seus irmãos e alguns amigos, passando a desenvolver trabalhos interessantes, tanto no campo doutrinário, como nas atividades de assistência social.

Certa ocasião caiu em transe em meio dos alunos, no decorrer de uma aula. Voltando a si, descreveu a reunião havida em Versailles, França, logo após a I Guerra Mundial, dando os nomes dos participantes e a hora exata da reunião quando foi assinado o célebre tratado.

Em 1o. de abril de 1907, fundou o Colégio Allan Kardec, que se tornou verdadeiro marco no campo do ensino. Esse instituto de ensino passou a ser conhecido em todo o Brasil, tendo funcionado ininterruptamente desde a sua inauguração, com a média de 100 a 200 alunos, até o dia 18 de outubro, quando foi obrigado a cerrar suas portas por algum tempo, devido à grande epidemia de gripe espanhola que assolou nosso país.

Seu trabalho ficou tão conhecido que, ao abrirem- se as inscrições para matrículas, as mesmas se encerravam no mesmo dia, tal a procura de alunos, obrigando um colégio da mesma região, dirigido por freiras da Ordem de S. Francisco, a encerrar suas atividades por falta de freqüentadores.

Liderado a pulso forte, com diretriz segura, robustecia- se o movimento espírita na região e esse fato incomodava sobremaneira o clero católico, passando este, inicialmente de forma velada e logo após, declaradamente, a desenvolver uma campanha difamatória envolvendo o digno missionário e a doutrina de libertação, que foi galhardamente defendida por Eurípedes, através das colunas do jornal “Alavanca”, discorrendo principalmente sobre o tema: “Deus não é Jesus e Jesus não é Deus”, com argumentação abalizada e incontestável, determinando fragorosa derrota dos seus opositores que, diante de um gigante que não conhecia esmorecimento na luta, mandaram vir de Campinas, Estado de S. Paulo, o reverendo Feliciano Yague, famoso por suas pregações e conhecimentos, convencidos de que com suas argumentações e convicções infringiriam o golpe derradeiro no Espiritismo.

Foi assim que o referido padre desafiou Eurípedes para uma polêmica em praça pública, aceita e combinada em termos que foi respeitada pelo conhecido apóstolo do bem.

No dia marcado o padre iniciou suas observações, insultando o Espiritismo e os espíritas, “doutrina do demônio e seus adeptos, loucos passíveis das penas eternas”, numa demonstração de falso zelo religioso, dando assim testemunho público do ódio, mostrando sua alma repleta de intolerância e de sectarismo.

A multidão que se mantinha respeitosa e confiante na réplica do defensor do Espiritismo, antevia a derrota dos ofensores, pela própria fragilidade dos seus argumentos vazios e inconsistentes.

O missionário sublime, aguardou serenamente sua oportunidade, iniciando sua parte com uma prece sincera, humilde e bela, implorando paz e tranqüilidade para uns e luz para outros, tornando o ambiente propício para inspiração e assistência do plano maior e em seguida iniciou a defesa dos princípios nos quais se alicerçavam seus ensinamentos.

Com delicadeza, com lógica, dando vazão à sua inteligência, descortinou os desvirtuamentos doutrinários apregoados pelo Reverendo, reduzindo- o à insignificância dos seus parcos conhecimentos, corroborado pela manifestação alegre e ruidosa da multidão que desde o princípio confiou naquele que facilmente demonstrava a lógica dos ensinos apregoados pelo Espiritismo.

Ao terminar a famosa polêmica e reconhecendo o estado de alma do Reverendo, Eurípedes aproximou- se dele e abraçou- o fraterna e sinceramente, como sinceros eram seus pensamentos e suas atitudes.

Barsanulfo seguiu com dedicação as máximas de Jesus Cristo até o último instante de sua vida terrena, por ocasião da pavorosa epidemia de gripe que assolou o mundo em 1918, ceifando vidas, espalhando lágrimas e aflição, redobrando o trabalho do grande missionário, que a previra muito antes de invadir o continente americano, sempre falando na gravidade da situação que ela acarretaria.

Manifestada em nosso continente, veio encontrá-lo à cabeceira de seus enfermos, auxiliando centenas de famílias pobres. Havia chegado ao término de sua missão terrena. Esgotado pelo esforço despendido, desencarnou no dia 1o. de novembro de 1918, às 18 horas, rodeado de parentes, amigos e discípulos.

Sacramento em peso, em verdadeira romaria, acompanhou- lhe o corpo material até a sepultura, sentindo que ele ressurgia para uma vida mais elevada e mais sublime.

ASSOCIAÇÃO DE DIVULGAÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA

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Algumas pessoas nos questionam o que é a ADDE?

(ASSOCIAÇÃO DE DIVULGAÇÃO DA DOUTRINA ESPÍRITA)

Somos uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter religioso, filosófico, cultural e social.
Temos como objetivo executar serviço de Radiodifusão e outros meios de comunicação eletrônica e escrita com conteúdo de programação fundamentado na Doutrina Espírita.
Criar oportunidades para a difusão de idéias espíritas e espiritualistas, elementos de cultura, tradição e hábitos sociais da comunidade, desde que em sintonia com a doutrinação espírita de Allan Kardec e atingir com suas ações um número abrangente de pessoas.

Um dia todinho feito de sol sorridente,

florindo e perfumando de felicidade e amor

seu coração e o de todos ao seu redor.

Que a paz do Divino Mestre possa estar em nossos corações.

REFORMA ÍNTIMA EM SEIS PERGUNTAS

“Se queres mudar ao mundo, muda-te a ti mesmo” (ghandi)

1. O que é a Reforma Íntima?
A Reforma Íntima é um processo contínuo de autoconhecimento da nossa intimidade espiritual, modelando-nos progressivamente na vivência evangélica, em todos os sentidos da nossa existência. É a transformação do homem velho, carregado de tendências e erros seculares, no homem novo, actuante na implantação dos ensinamentos o Divino Mestre, dentro e fora de si.

2. Por que a Reforma Íntima?
Porque é o meio de nos libertarmos das imperfeições e de fazermos objetivamente o trabalho de burilamento dentro de nós, conduzindo-nos compativelmente com as aspirações que nos levam ao aprimoramento do nosso espirito.

3. Para quê a Reforma Íntima?
Para transformar o homem e a partir dele, toda a humanidade, ainda tão distante das vivências evangélicas. Urge enfileirarmo-nos ao lado dos batalhadores das ultimas horas, pelos nossos testemunhos, respondendo aos apelos do Plano Espiritual e integrando-nos na preparação cíclica do Terceiro Milénio.

4. Onde fazer a Reforma Íntima?
Primeiramente dentro de nós mesmos, cujas transformações se refletirão depois em todos os campos de nossa existência, nos nossos relacionamentos com familiares, colegas de trabalho, amigos e inimigos e, ainda, nos meios em que colaborarmos desinteressadamente com serviços ao próximo.

5. Quando fazer a Reforma Íntima?
O momento é agora e já; não há mais o que esperar. O tempo passa e todos os minutos são preciosos para as conquistas que precisamos fazer no nosso íntimo.

6. Como fazer a Reforma Íntima?
Ao decidirmos iniciar o trabalho de melhorar a nós mesmos, um dos meios mais efetivos é uma Escola de Aprendizes do Evangelho, cujo objetivo central é exatamente esse. Com a orientação dos dirigentes, num regime disciplinar, apoiados pelo próprio grupo e pela cobertura do Plano Espiritual, conseguimos vencer as naturais dificuldades de tão nobre empreendimento, e transpomos as nossas barreiras. Daí em diante o trabalho contínua de modo progressivo, porem com mais entusiasmo e maior disposição. Mas, também, até sozinhos podemos fazer a nossa Reforma Íntima, desde que nos empenhemos com afinco e denodo, vivendo coerentemente com os ensinamentos de Jesus.

(Peres, Ney Prieto. Artigo publicado pelo autor no Jornal O Trevo N.º. 11, Janeiro/75, extraído do Livro: MANUAL PRÁTICO DO ESPIRITA, Editora Pensamento)

FORMATAÇÃO: Milter-07-08-2011

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A Rádio Espírita Capixaba
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da Federaçpão Espírita do Estado do Espírito
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17 de Agosto: Cerrutti
(6º Cre) Graça Cyprinao (
Cre
) Wellington Neves (7º Cre) Maria
Lucia (Feees) – Tema: Conselho Regional Espírita

19 de Agosto: Marcos
Bentes (Feees) Frederico Pifano (Feees)
Fabiano Santos (CEE.) – Tema: Unificação
Espírita

22 de Agosto: Edmar
Thiengo (Feees) ) e convidados – Tema: Educação
e Evangelização

24 de Agosto: Alcindo
Pereira (UEC) Dalva Silva Souza (Feees)
Julio David (Cejape) – Tema: o Espiritismo ao alcance
e a serviço de todos

26 de Agosto:
a ser definido…

29 de Agosto:
a ser defindio…

31 de Agosto:
Cristina Simom (Feees) Eliomar Borgo (Feees)
Jacira Abranches (Feees) – Tema: Orientação
Mediunica

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O CAMINHO ESCOLHIDO… Paulo R. Gaefke

Caminho do Amor

O caminho que eu escolhi é o do Amor!
E não importa as dores, as angústias
nem as decepções que vou ter que encarar,
eu escolhi o caminho do amor,
e escolhi ser verdadeiro,
no meu caminho, o abraço é apertado,
o aperto de mão é sincero,
e quando eu me apaixono eu me entrego,
e me entrego de corpo, alma e emoção.

Por isso não estranhe a minha maneira de sorrir,
de te desejar o bem,
eu sou aquela pessoa que acredita no bem,
que vive e anseia pelo bem.

Por isso, não estranhe se eu te abraçar bem apertado,
se eu me emocionar com a sua história,
se eu chorar junto com você,
se nos arrepiarmos ao ver o arco-íris no céu,
afinal de contas somos gente
e gente que fez a opção pelo bem,
e gente do bem se ama, se entrega,
vive e não se arrepende da vida.

É assim que eu enxergo a vida,
e é só assim que eu acredito que valha a pena viver.
Viver com emoção, com verdade.
Infeliz de quem trai,
infeliz de quem passa por cima das emoções das pessoas de bem,
triste daquele que rouba, que mata, que pratica a violência,
pobre daquele que nunca sentiu o que é ser amado de verdade,
e mais infeliz ainda aquele que nunca amou.
Escolha também, o caminho do amor…

Eu acredito em você

Paulo Roberto Gaefke

A DÚVIDA DE RIQUE

A DÚVIDA DE RIQUE

Aquela noite prometia ser muito interessante.

A família de Julinho – papai, mamãe, Verinha, o pequeno Ricardo e vovó Helena – espíritas que eram, tinham o feliz costume de se reunirem, nas noites de quartas-feiras, para estudarem o Evangelho de Jesus. E naquela reunião o tema a ser comentado era o céu e o inferno, na visão espírita.

Desocupada a mesa das vasilhas do lanche, Verinha colocou copos com água para todos, enquanto mamãe providenciava os livros.

Papai fez a prece inicial, e após pequena leitura de uma pergunta de O Livro dos Espíritos, todos começaram a comentar o assunto, dando suas opiniões. Até que o Rique (este era o apelido de Ricardo) exclamou:

– Eu tenho medo de morrer e ir para o inferno! Outro dia D. Antonieta, nossa vizinha, disse que eu era um verdadeiro capetinha…

Todos sorriram ante a espontânea confissão do garoto, e Julinho comentou:

– Ih, Rique, não fique preocupado… Certamente a D. Antonieta falou assim porque você deve ter aprontando alguma, e meninos arteiros costumam ser chamados de capetinhas, pestinhas, e outras palavras com o mesmo sentido.

– Além do mais – atalhou Verinha, com gestos muito engraçados – a gente não mooooooooooorre; a gente desencarna!

Todos sorriram mais uma vez, enquanto Rique suspirava, aliviado.

Foi quando vovó falou:

– Vou contar uma história, e você, Rique, vai entender bem o que sejam o céu e o inferno.

Era uma vez um homem muito preocupado com o futuro. Cuidava de viver bem o presente, mas queria também garantir que não fossem ruins os dias que teria pela frente, mesmo após sua desencarnação.

Resolveu, então, procurar um senhor bem velhinho, tido como sábio, para pedir conselho.

– Que é um sábio? indagou Rique.

– É alguém que tem muitos conhecimentos, que sabe muitas coisas! se apressou a esclarecer Verinha, que estava inspirada naquela noite!

– Velho sábio disse o homem gostaria de saber o que devo fazer para ir para o céu quando desencarnar…

– O que você acha que seja o céu, meu filho? perguntou o ancião.

– Ah, o céu deve ser um lugar onde as pessoas estão sempre bem, alegres, felizes…

– Pois bem continuou o bom velhinho imagine sua casa em um dia de festa; em seu aniversário, por exemplo. Que se passa lá?

– Ah, velho sábio, no dia de meu aniversário tudo é alegria! Os amigos chegam para me cumprimentar, todos gentis e bondosos; eu procuro arrumar a casa para recebê-los, ofereço bolo e sucos, pois quero que todos estejam felizes comigo!

– E na sua casa, meu filho continuou o sábio às vezes acontecem brigas?

Cabisbaixo, revelando profunda tristeza, o homem respondeu:

– Ah, meu bom ancião, e como acontecem! … São momentos de grande tristeza… As pessoas ficam nervosas, dizem coisas das quais irão se arrepender, e até ensaiam agressões… E, se guardam ressentimentos, aquele clima de tristeza e dor custa a passar, deixando os envolvidos em sofrimento e angústia…

– Você acabou de me apresentar, meu filho conclui o ancião o céu e o inferno.

Embora a casa seja a mesma, o que ocorre dentro dela é que vai torná-la um lugar mais feliz, ou menos feliz. No primeiro caso (o aniversário) sua casa era o céu; já no segundo (a briga), ali estava o inferno.

Isto acontece sempre, estejamos encarnados ou desencarnados. Céu e inferno são os nossos sentimentos, nossas emoções, o que trazemos dentro de nós, conforme estejamos vinculados ao bem céu, ou o mal inferno. As pessoas ligadas ao bem, as que desenvolvem dentro de si os melhores sentimentos estarão sempre no céu, enquanto aquelas que se voltam para o mal, viverão em um verdadeiro inferno, até que se resolvam a endireitar os caminhos, a se melhorarem, porque todos fomos criados para sermos felizes; depende de nossa vontade vencermos o mal e nos integrarmos ao bem.

……………………………………………………………………………………………………………………………………….

Vocês acham que todos da família de Julinho entenderam o que seriam o céu e o inferno?

Quem poderia resumir para nós os esclarecimentos da vovó Helena?

(história e desenhos: AME-JF/MG)

Quanto mais – Bezerra de Menezes

Quanto mais

Abençoai sempre as vossas dificuldades e não as lastimeis, considerando que Deus nos concede sempre o melhor e o melhor tendes obtido constantemente com a possibilidade de serdes mais úteis.
*
Quanto mais auxiliardes aos outros, mais amplo auxílio recebereis da Vida Mais Alta.
*
Quanto mais tolerardes os contratempos do mundo, mais amparados sereis nas emergências da vida, em que permaneceis buscando paz e progresso, elevação e luz.
*
Quanto mais liberdade concederdes aos vossos entes amados, permitindo que eles vivam a existência que escolheram, mais livres estareis para obedecer a Jesus, construindo a vossa própria felicidade.
*
Quanto mais compreenderdes os que vos partilham os caminhos humanos, mais respeitados vos encontrareis de vez que, quanto mais doardes do que sois em benefício alheio, mais ampla cobertura de amparo do Senhor assegurará a tranqüilidade em vossos passos.
*
Continuemos buscando Jesus em todos os irmãos da Terra, mas especialmente naqueles que sofrem problemas e dificuldades maiores que os nossos obstáculos, socorrendo e servindo e sempre mais felizes nos encontraremos sob as bênçãos dele, nosso Mestre e Senhor.

(Francisco Cândido Xavier por Bezerra de Menezes. In: Caridade)
(texto recebido de Helena)