ALEGRIA

ALEGRIA

ALEGRIA É O CANTICO DAS HORAS COM QUE DEUS T AFAGA A PASSAGEM NO MUNDO.
EM TODA PARTE,DESABROCHAM FLORES POR SORRISOS DA NATUREZA E O VENTO PENTEIA A CABELEIRA DO CAMPO COM MÚSICA DE NINAR.
A ÀGUA DA FONTE É CARINHO LIQUEFEITO NO CORAÇÃO DA TERRA E O PRÓPRIO GRÃO DE AREIA,INUNDADO DE SOL,É MENSAGEM DE ALEGRIA A FALAR-TE DO CHÃO.
NÃO PERMITAS,ASSIM,QUE A TUA DIFICULDADE SE FAÇA TRISTEZA ENTORPECENTE NOS OUTROS.
AINDA MESMO QUE TUDO PAREÇA CONSPIRAR CONTRA A FELICIDADE QUE ESPERAS,ERGUE OS OLHOS PARA A FACE RISONHA DA VIDA QUE T RODEIA E ALIMENTA A ALEGRIA POR ONDE PASSES.
ABENÇOA E AUXILIA SEMPRE, MESMO POR ENTRE LÁGRIMAS.
A ROSA OFERECE PERFUME SOBRE A GARRA DO ESOPINHO E A ALVORADA AGUARDA,GENEROSA, QUE A NOITE CESSE PARA RENOVAR-SE DIARIAMENTE,EM FESTA DE AMOR E LUZ.

MEIMEI

CONQUISTE A PAZ

CONQUISTE A PAZ!!!

Existe uma maneira bem simples de conquistar a paz.
Para cada pessoa que você encontrar nos próximos sete dias,
diga-lhe mentalmente:

“Eu lhe desejo paz”. Ao se deitar para dormir,
mentalize as pessoas especiais de sua vida
e deseje-lhes paz.

Nas suas meditações sobre o mundo,
mentalize paz para o seu trabalho,
para os seus projetos de vida,
para aqueles que estarão junto com
você nesta caminhada.

Abra uma corrente universal em prol da paz
e “contamine” as pessoas com esta energia maravilhosa.
Por um instante poderemos achar
que somos um pequeno grão de areia,
fazendo força num grande deserto sem resultado,
como se tudo isto fosse uma utopia.

Mas com o passar do tempo,
criaremos com a nossa intenção um
campo magnético poderoso e transformador.

Quando este processo invadir o seu coração
e os seus pensamentos,
teremos a certeza de que o nosso mundo estará envolto numa aura de PAZ.

Sinta-se como uma mensageira da PAZ.

Pratique a PAZ…

SALA REPLETA…CASA DESERTA

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/

SALA REPLETA…CASA DESERTA

Joana Abranches
presidente da Sociedade Espírita Amor Fraterno – Vitória – ES –

joanaabranchesamorefraterno

Gilberto Gil tem uma canção que diz: “Tanta gente!… E estava tudo vazio. Tanta gente!… E o meu cantar tão sozinho.”

O que teria isso a ver com o cotidiano dos grupos espíritas na atualidade?… Muita coisa!…

Em Casas equivocadamente agigantadas, equipes trabalham por turno e mal se conhecem, pessoas viram números e o velho e essencial acolhimento que começaria “dentro de casa” acaba se perdendo em meio à distribuição de senhas para o passe e outras novidades em nome da organização. A preocupação é atender e impressionar bem aos que chegam, aos que vem de fora. Enquanto isso, no interior dos grupos, quanta gente sofrendo de solidão acompanhada… Minguando afetivamente!

Importante avaliar como tem sido a nossa relação com os companheiros de dentro, no cotidiano institucional espírita. Conseguimos perceber seu olhar mais triste nesse ou naquele dia? Quando desaparecem por algum tempo, o nosso primeiro pensamento é de censura ou preocupação? Passa pela nossa cabeça que possam estar atravessando uma fase difícil e, em caso afirmativo, nos mobilizamos para ampará-los? Aos que retornam após um período de ausência, a manifestação tem sido de acolhimento e alegria ou de cobrança?

Ah, as tais cobranças… Das piadinhas sarcásticas e olhares enviesados ao dedo em riste, vale tudo para manter o “bom andamento das atividades, em nome de Jesus”… Porém, vale a pena pensar se tem sido oferecido afeto, compreensão e solidariedade na mesma medida em que se cobra.

Favorecidos por regras monásticas que inibem a espontaneidade e a afetividade entre os trabalhadores, os grupos acabam resvalando para o extremismo. “O silencio é uma prece”… Antes, durante e depois das reuniões. Ignora-se que onde não há espaço para diálogo e autenticidade não pode haver uma relação saudável e verdadeira. Assim, vestindo a armadura do formalismo que afasta – em lugar da naturalidade que aproxima – temos nos tornado meros tarefeiros, cada vez mais robotizados e indiferentes. Sem perceber, em vez de estar uns com os outros temos apenas passado uns pelos outros, como se as pessoas fizessem parte dos móveis e utensílios da Casa Espírita.

Muito comum entrar no grupo, assinar a lista de freqüência (uma espécie sutil de folha de ponto para espíritas) e ligar no automático. A preocupação em ser impecável sobrepõe-se então ao importar-se com. É que andamos muito ocupados em ser perfeitos. Mesmo que ser perfeito signifique apegar-se a detalhes ínfimos e apontar a imperfeição alheia para colocar em destaque a pretensa superioridade que ainda estamos longe de possuir… Quanta ilusão!

Se o companheiro procura ajuda, lá vem o julgamento implacável implícito na “receitinha de bolo”: Prece, água fluidificada, redobrar a vigilância… Com direito, é claro, a sorrisinho paternalista e tapinha nas costas. Dali cada qual pro seu lado e a cômoda sensação de dever cumprido, sem que tenhamos, entretanto, caminhado um milímetro sequer em direção às reais necessidades do outro. Sem contar que, convenhamos, numa quase ditadura da pseudo-santidade como critério de “promoção” a trabalhador espírita, raros são os que têm coragem de expor suas dificuldades, por mais que estejam passando o pão que o diabo amassou. Afinal, reza a lenda que espírita não pode estar sujeito aos problemas existenciais inerentes aos “reles mortais”, como stress, depressão, frustração amorosa ou coisa que o valha. Daí o receio de se abrir, pois mostrar alguma fragilidade pode significar perda de credibilidade e exclusão dos trabalhos, pode render o estigma indigesto de obsediado.

Some-se a tudo isso o fato que, embora espíritas, a maioria de nós tem vivido na prática como bons materialistas. Interagindo numa sociedade altamente competitiva, temos sido sutilmente seduzidos pelo supérfluo, em detrimento do essencial. O objetivo primordial da vida passou a ser o sucesso profissional, social e financeiro, que inclui produzir, consumir e ostentar (desde títulos acadêmicos e profissionais a bens materiais). Mas ser “bem sucedido” dá muito trabalho. Os inúmeros cursos, viagens e horas extras à noite, fins de semana e feriados, somados à necessidade exacerbada de ter, tomam-nos muito tempo. Então os compromissos espirituais deixam de ser prioridade. Vão sendo adiados ou assumidos pela metade, encaixados nas sobras de tempo que restam de tudo o que é material e “urgente.” Passa-se então a ir à Casa Espírita quando dá… Só pra bater o ponto… E de preferência “correndinho,” como quem dá um pulinho no supermercado mais próximo só pra suprir uma ou outra coisa que está em falta na despensa. Nem bem acabou o “assim seja” e as pessoas já saem feito foguete para “levar ou buscar Fulaninho e Beltraninha não sei onde”… Ou para compromissos que poderiam tranquilamente ttser agendados em outra data.

Ora, quanto mais superficial a convivência, mais frieza nas relações. Passamos então a nos esbarrar na Instituição, não como irmãos, mas como meros colegas de trabalho; a viver uma vida paralela fora do Grupo Espírita, com um circulo de relações à parte, onde dificilmente há lugar para os companheiros de ideal.

Em que vão escuro do preciosismo doutrinário e do igrejismo teremos perdido a sensibilidade, o prazer de estar juntos, os laços de amizade que extrapolavam os muros da Casa Espírita? Em que lugar do tempo foram parar as gostosas confraternizações extra-reuniões… Os agradáveis bate-papos após as atividades… A amizade parceira que se estendia para os programas de lazer em comum… O olhar atento que detectava quando esse ou aquele amigo não estava bem… O interesse verdadeiro pelo bem-estar uns dos outros?… Talvez seja mais fácil culpar a correria e o medo da violência dos dias atuais – alegando que é perigoso chegar tarde em casa ou pretextando falta de tempo ou pretextando “a a ante os “?- do que responder honestamente a essas perguntas, mas uma coisa é inegável: Coragem é questão de fé, e tempo é questão de prioridade.

E são tantos os irmãos que reclamam atenção especial… Companheiros solitários para os quais os fins de semana são intermináveis e que, se acolhidos, com certeza se sentiriam muito melhor!… Companheiros em processos reencarnatórios difíceis ou em períodos de crise existencial, para os quais faria toda a diferença uma conversa amorosa, a presença amiga naquele momento crucial ou a festinha surpresa de aniversário. Celebrar gente é trabalhar a auto-estima individual e coletiva. Quando as pessoas se sentem valorizadas, quando são envolvidas em ambiente de carinho, alegria e leveza, todo o grupo se torna mais harmônico, feliz e produtivo.

“Espíritas, amai-vos e instruí-vos!” – Recomendou o Espírito de Verdade. A construção da frase sinaliza, clara e pedagogicamente, para a ação prioritária. Teoria já temos de sobra. Agora é aplicá-la no cotidiano das relações. É avaliar com honestidade até que ponto ser impecável, indispensável e PHD em Espiritismo, tem sido mais importante do que ser irmão.

“Reconhecereis os meus discípulos por muito se amarem” – afirmou Jesus. Neste momento é imperioso resgatar a nossa identidade de seguidores sinceros do Mestre, buscando interagir com sinceridade e companheirismo. Como distribuir aos que chegam o afeto, o aconchego e a tolerância que sequer conseguimos construir entre nós, companheiros de caminhada e de ideal?

Repensemos. Continuar a brincar de ser fraternos, alimentando a distância entre o discurso e a pratica da legítima fraternidade, é um enorme desserviço a nossa própria evolução e felicidade. O mundo espiritual tem nos alertado que das boas intenções de teóricos e indiferentes espíritos-espíritas o umbral já está cheio… E os hospitais das colônias espirituais também!.. Muito embora – pra sorte nossa – em casos de extrema pobreza e vulnerabilidade espiritual a Misericórdia Divina nunca negue licença pra mais um puxadinho.

26/06 – 8 hs -A dor como espetáculo -AÇÃO 2.000 – A VISÃO ESPÍRITA DA NOTÍCIA – Rede Boa Nova de Rád io

ASSOCIAÇÃO DE DIVULGADORES DO ESPIRITISMO DE SÃO PAULO

SÃO PAULO, 22 DE JUNHO DE 2011

Release

A dor como espetáculo Na era do Twiter, das redes sociais e dos reality shows, é nas grandes tragédias que chega ao paroxismo a exibição de imagens de dor e sofrimento humano nas telas de televisão e nas páginas de jornais – Artigo de Nelson Motta, jornalista, compositor e produtor musical, veiculado no Estadão de 15 de abril de 2011.

O tema acima será analisado e discutido pela equipe do programa AÇÃO 2.000 – AVISÃO ESPÍRITA DA NOTÍCIA. O slogan do programa: A ADE comenta e analisa o assunto, mas não fecha a questão. Vale lembrar, que a transmissão é ao vivo, neste sábado,dia 26 de Junho de 2011 às 8 horas, pela REDE BOA NOVA DE RÁDIO.

Participam do programa como comentaristas, os comunicadores da ADE-SP Carlos Scaramuzza, Tarcízio Bazílio, João Tomas do Amaral e Roseli Garcia.

Direção: Éder Fávaro.

Sintonize a rádio em AM 1450 (Capital e Grande São Paulo). Em Sorocaba e Região Sudoeste – SP: 1080 – Brasil: Via Parabólica: Leiloação TV (Canal do Boi) e pela internet ao vivo ou gravado no site www.radioboanova.com.br

Os ouvintes podem participar pelo Tel. 0800.9795011 ou pelo e-mail: rede

Deodora Pachicoski

Assessora de Imprensa

www.adesaopaulo.org.br

Lançamento: A Vida do Espírito de A a Z – Apredendo com André Luiz

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Flor de estufa

Flor de estufa

É natural o desejo de viver em paz e ser feliz.
Todos almejam levar a vida sem maiores percalços e desafios.
Entretanto, a realidade é bem diversa.
Qualquer que seja o contexto econômico ou social em que a criatura se apresente, ela enfrenta alguns problemas.
Esse fenômeno precisa ser entendido em sua justa configuração.
O instinto de conservação, inerente aos seres vivos, indica-lhes que devem buscar preservar-se ao máximo.
Trata-se de um recurso providencial, para que bem aproveitem a experiência terrena.
Caso não se cuidem como podem e devem, correm o risco de perecer antes do tempo.
Com isso, deixam de aprender a lição do momento em sua integralidade.
Ocorre que o aprendizado e o aprimoramento são a finalidade do existir.
O Espírito não renasce para se recrear, mas para se melhorar.
Assim, a condição de flor de estufa não lhe assenta.
Se fosse para permanecer em doce repouso, não necessitaria de um corpo físico.
As injunções materiais tornam necessárias certas atividades que viabilizam o progresso.
Porque precisa se manter, o homem disciplina-se a trabalhar.
Como os postos de trabalho são disputados, ele se habitua a estudar e a se aperfeiçoar constantemente.
Para se manter no emprego, precisa respeitar inúmeras regras.
Com isso, gradualmente incorpora em seu ser diversas virtudes.
Disciplina, polidez, humildade e todos os valores e talentos humanos não são presentes, mas conquistas.
Em sentido geral, as exigências ordinariamente se apresentam.
Algumas crises sempre precisam ser vividas e superadas.
Nesse contexto de desenvolvimento amplo e constante, dificuldades não são tragédias.
Elas representam uma lição preciosa.
Todo Espírito possui um destino glorioso.
Nele dormem os princípios das virtudes angélicas.
Constitui uma tola ingenuidade achar que se transitará pela vida ao abrigo de preocupações.
Os problemas que surgem não são injustiças e nem perseguições.
Seu sereno enfrentamento, em contexto de dignidade, é o próprio objetivo da existência.
O homem não pode ser uma flor de estufa, delicada e de pouco perfume.
Seu destino é se assemelhar a uma árvore frondosa, de madeira perfumada, cheia de frutos e flores.
Integralmente útil, qualquer que seja o contexto.
Na pobreza, pleno de dignidade e com muito amor ao trabalho.
Na abastança, modesto e disposto a partilhar e a se fazer instrumento do progresso.
Assim, não se ressinta dos desafios que se apresentam em sua vida.
Entenda-os como testes cuja solução exige apenas disciplina e serenidade.

Redação do Momento Espírita.
Em 20.06.2011.
ut.php?u=&m=1069

No Cuidadoso Exame – Marco Prisco

NO CUIDADOSO EXAME

Viva uma existência íntegra de tal modo que, a qualquer momento, você
esteja preparado para morrer.
A preocupação com o termo da jornada física deve ser uma constante em sua
mente, como são o alimento, o vestuário, o prazer e o repouso.
À medida que a ideia da morte se acentua no homem que a vê como portal
libertador, tudo na Terra vai, lentamente, perdendo o magnetismo de
retenção para as almas.
Objetos, pessoas e acontecimentos não são o essencial da vida, antes
constituem meios de alcançar a Vida.
Por essa razão acentuou Jesus: “Quem perder a sua vida por mim,
ganhá-la-á”, convidando o homem à valorização das concessões imperecíveis.
* * *
Há os que ganham na vida: posição, títulos, moedas, entesourando problemas
que os retêm na retaguarda. São, em análise real, os perdedores.
E há aqueles que perdem na vida, ganhando-a.
Os primeiros têm tudo, mas não são donos de si mesmos. Deixam-se arrastar
pelo que pensam ter, escravizando-se aos valores passageiros.
Os segundos, nada tendo, governam a si mesmos. Renunciaram às posses
externas para se deterem nos valores internos do espírito.
Examine o que você tem e procure aplicá-lo bem.
Insculpa na mente, com o buril da realidade que não se acomoda aos sonhos
fantasistas, a ideia de libertação no mundo para seguir livremente quando a
morte pousar em seu caminho, convidando-o a acompanhá-la.
Instado por alguém que lhe perguntara, se morresse à tardinha como se
conduziria até aquele momento, Francisco de Assis retrucou: “Continuava
capinando o meu jardim…”

Do irmao Marco Prisco, atraves do irmao Divaldo Franco, do livro Ementário
Espírita

Colaboracao dos irmaos do Projeto Saber e Mudar (saberemudar)

Conselho – Neio Lucio

(…) Ouçam: nós viveremos sempre. Aí ou aqui, encontraremos
lutas. Em toda parte vive a oportunidade santa de crescermos em
conhecimento para Deus, Pai de todos nós. Aprendam, desde já, como vem
fazendo desde muito, a ciência do bem, do grande bem que transforma todas
as dificuldades do caminho em luzes para o espírito. Que todas as noites,
em se recolhendo, inquiram a si mesmos, no silêncio do coração amigo e
terno: “Que bem fiz eu hoje? Terei levado ao coração dos pais a dádiva de
afeto que eles esperavam? Que devo renovar no meu íntimo para me elevar aos
olhos de Deus? Terei praticado todas as boas ações que se encontravam ao
meu alcance?”

Trecho do livro Sementeira de Luz, do irmao Neio Lucio, atarves do irmao
Chico Xavier, escrito em 8 de novembro de 1939.

Colaboracao dos irmaos do Projeto Saber e Mudar (saberemudar)

APATIA E INSENSIBILIDADE ESPIRITUAL

(…) a vida, a vida extrafísica, reserva grandes surpresas e muita intensidade para quem se dispõe a explorá-la, e constitui-se num campo virgem de pesquisa para os chamados espiritualistas e espíritas. A maioria dos seres vivos do planeta acha-se em situação mental de completa apatia e insensibilidade ante as questões espirituais de ordem superior. Desconhece que, nas entranhas do globo, nas profundezas dos oceanos, em meio às rochas, à lava, no ar e sobre a terra, a vida se multiplica e o espírito povoa todas as dimensões desse sistema vivo chamado Terra.

Livro: Senhores da Escuridão

Robson Pinheiro, pelo Espírito Ângelo Inácio

Casa dos Espíritos Editora

Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo.

Projeto Saber e Mudar
Aos poucos e sempre.

Estudar e conhecer.
Agir e transformar.

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