PARTIDA E CHEGADA -TEMOS PRAZO DE VALIDADE

PARTIDA E CHEGADA

TEMOS PRAZO DE VALIDADEPosted: 16 Jan 2013 08:37 AM PST

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Imagem: por Ana_Cotta

“Louvemos a Deus pela graça do dia de hoje. E o que tem de especial no dia de hoje? Ora, abrimos os olhos, acordamos assim que nasceu o Sol, que continuará nascendo por toda a eternidade, enquanto que nós poderíamos não ter acordado hoje.

Temos prazo de validade e dentro deste prazo devemos cumprir com nossas obrigações e com o que nos propusemos a fazer antes de deixar o mundo espiritual. Cada um de nós tem uma missão e se não dermos conta dela, voltaremos outras vezes para terminar de onde paramos, nem que pra isso voltemos muitas vezes.

A nossa evolução só depende de nós


Feliz daquele que cumpre com o compromisso acordado. Evoluirá mais depressa e estará apto a ajudar o próximo mais cedo, pois não terá de cumprir com suas falhas por tempo indeterminado.

A nossa evolução só depende de nós, Da nossa vontade e necessidade. Há, infelizmente, os que necessitam com urgência dar um passo adiante, mas parecem ter o tempo a seu dispor para andar quando bem entenderem.

É uma pena, pois gastam mais tempo quando poderiam usá-la a serviço do bem e de nosso Pai. Mas cada um tem o seu tempo e a sua vontade e nada podemos fazer para que vá mais depressa.

Limitamo-nos a acompanhar nossos irmãos, na expectativa do processo evolutivo.

Que Deus os guarde e proteja. Um abraço fraterno.”

Assinado: Luzíada

Data : 22 de maio de 2012
Local : Casa da Prece – Sorocaba ( SP )
Médium : S.A.O.G.

A Sua Parte

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CADA QUALOra, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. – Paulo. I
(Corintios, 12:4).

Em todos os lugares e posições, cada qual pode revelar qualidades
divinas para a edificação de quantos com ele convivem.
Aprender e ensinar constituem tarefas de cada hora, para que
colaboremos no engrandecimento do tesouro comum
de sabedoria e de amor.
Quem administra, mais frequentemente pode expressar
a justiça e a magnanimidade.
Quem obedece, dispõe de recursos mais amplos para
demonstrar o dever bem cumprido.
O rico, mais que os outros, pode multiplicar o trabalho
e dividir as bênçãos.
O pobre, com mais largueza, pode amealhar a fortuna
da esperança e da dignidade.
O forte, mais facilmente, pode ser generoso, a todo instante.
O fraco, sem maiores embaraços, pode mostrar-se humilde,
em quaisquer ocasiões.
O sábio, com dilatados cabedais, pode ajudar a todos,
renovando o pensamento geral para o bem.
O aprendiz, com oportunidades multiplicadas, pode distribuir
sempre a riqueza da boa-vontade.
O são, comumente, pode projetar a caridade em todas as direções.
O doente, com mais segurança, pode plasmar as lições
da paciência no ânimo geral.
Os dons diferem, a inteligência se caracteriza por diversos graus,
o merecimento apresenta valores múltiplos, a capacidade é fruto
do esforço de cada um, mas o Espírito Divino que sustenta
as criaturas é substancialmente o mesmo.
Todos somos suscetíveis de realizar muito, na esfera de trabalho
em que nos encontramos.
Repara a posição em que te situas e atende aos imperativos do
Infinito Bem. Coloca a Vontade Divina acima de teus desejos,
e a Vontade Divina te aproveitará.

Emmanuel (espírito)

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Fonte Viva

……………….

CONVERSAÇÃO

O Ministério da Regeneração continuou cheio de expressões festivas, não obstante se haver retirado o Governador ao seu círculo mais íntimo.

Comentavam-se os acontecimentos. Centenas de companheiros se ofereciam para os trabalhos árduos da defensiva, assim correspondendo ao apelo do grande chefe espiritual.

Procurei Tobias, para consultá-lo sobre a possibilidade do meu aproveitamento, mas o generoso irmão sorriu da minha ingenuidade e falou:

– André, você está começando agora uma tarefa nova. Não se precipite, solicitando acréscimo de responsabilidade. Haverá serviço para todos, disse-nos, ainda agora, o Governador. Não se esqueça de que as nossas Câmaras de Retificação constituem núcleos de esforço ativo, dia e noite. Não se aflija.

Recorde que trinta mil servidores vão ser convocados para a vigilância permanente. Destarte, na retaguarda, serão muito grandes os claros a preencher.

Identificando-me o desapontamento, o bondoso companheiro, bem- humorado, acentuou depois de ligeira pausa:

– Contente-se com a matrícula na escola contra o medo. Creia que isso lhe fará enorme bem.

Nesse ínterim, recebi grande abraço de Lísias, que integrara, na festa, a deputação do Ministério do Auxílio.

Com a licença de Tobias, retirei-me em companhia de Lísias para gozar de palestra mais íntima.

– Conhece você – indagou ele – o Ministro Benevenuto, aqui na Regeneração, o mesmo que chegou anteontem da Polônia.

– Não tenho esse prazer.

– Vamos ao seu encontro – replicou Lísias, envolvendo-me nas vibrações do seu imenso carinho fraterno -, há muito que tenho a honra de incluí-lo no círculo das minhas relações pessoais.

Daí a momentos, estávamos no grande recinto verde, consagrado aos trabalhos desse Ministro da Regeneração, que eu apenas conhecia de vista.

Numerosos grupos de visitantes permutavam idéias sob a copa das grandes árvores. Lísias conduziu-me ao núcleo maior, onde Benevenuto trocava impressões com diversos amigos, apresentando-me com generosas palavras. O Ministro acolheu-me, cortês, admitindo-me na sua roda com extrema bondade.

A conversação continuou nos rumos naturais e notei que se discutia a situação da esfera terrestre.

– Muito doloroso o quadro que vimos – comentava Benevenuto em tom grave -; habituados ao serviço da paz na América, nenhum de nós imaginava o que fosse o trabalho de socorro espiritual nos campos da Polônia. Tudo obscuro, tudo difícil. Não se podem, ali,
esperar claridades de fé nos agressores, tampouco na maioria das vítimas, que se entregam totalmente a pavorosas impressões. Os encarnados não nos ajudam, apenas consomem nossas forças. Desde o começo do meu Ministério, nunca vi tamanhos sofrimentos coletivos.

– E a comissão demorou-se muito por lá? – perguntou um dos companheiros com interesse.

– Todo o tempo disponível – ajuntou o Ministro. O chefe da expedição, nosso colega do Auxílio, julgou conveniente permanecermos exclusivamente atidos à tarefa, para enriquecermos observações e melhor aproveitar a experiência. Com efeito, as condições não poderiam ser melhores. Acredito que nossa posição está muito distante da extraordinária capacidade de resistência dos abnegados servidores espirituais que ali se encontram de serviço. Todas as tarefas de assistência imediata funcionam perfeitamente, a despeito do ar asfixiante, saturado de vibrações destruidoras. O campo de batalha, invisível aos nossos irmãos terrestres, é verdadeiro inferno de indescritíveis proporções. Nunca, como na guerra, evidencia o espírito humano a condição de alma decaída, apresentando características essencialmente diabólicas. Vi homens inteligentes e instruídos localizarem, com minuciosa atenção, determinados setores de atividade pacífica, para o a que chamam “impactos diretos. Bombas de alto pod er explosivo destroem edifícios pacientemente edificados. Aos fluidos venenosos da metralha, casam-se as emanações pestilentas do ódio e tornam quase impossível qualquer auxílio. O que mais nos contristou, porém, foi a triste condição dos militares agressores, quando algum deles abandonava as vestes carnais, compelido pelas circunstâncias. Dominados, na maioria, por forças tenebrosas, fugiam dos Espíritos missionários, chamando-lhes a todos “fantasmas da cruz”.

– E não eram recolhidos para esclarecimento justo? – inquiriu alguém, interrompendo o narrador.

Benevenuto esboçou um gesto significativo e respondeu:

– Será sempre possível atender aos loucos pacíficos, no lar; mas que remédio se reservará aos loucos furiosos, senão o hospício? Não havia outro recurso para tais criaturas, senão deixá-las nos precipícios das trevas, onde serão naturalmente compelidas a reajustar-se, dando ensejo a pensamentos dignos. É razoável, portanto, que as missões de auxílio recolham apenas os predispostos a receber o socorro elevado. Os espetáculos entrevistos foram, portanto, demasiadamente dolorosos, por muitas razões.

Valendo-se de ligeiro intervalo, outro companheiro opinou:

– É quase incrível que a Europa, com tantos patrimônios culturais, se tenha abalançado a semelhante calamidade.

– Falta de preparação religiosa, meus amigos -definiu o Ministro com expressiva inflexão de voz -, não basta ao homem a inteligência apurada, é-lhe necessário iluminar raciocínios para a vida eterna. As igrejas são sempre santas em seus fundamentos e o sacerdócio será sempre divino, quando cuide essencialmente da Verdade de Deus; mas o sacerdócio político jamais atenderá a sede espiritual da civilização. Sem o sopro divino, as personalidades religiosas poderão inspirar respeito e admiração, não, porém, a fé e a confiança.

– Mas, o Espiritismo? – perguntou abruptamente um dos circunstantes.

Não surgiram as primeiras florações doutrinárias na América e na Europa, há mais de cinqüenta anos? Não continua esse movimento novo a serviço das verdades eternas?

Benevenuto sorriu, esboçou um gesto extremamente significativo e acrescentou:

– O Espiritismo é a nossa grande esperança e, por todos os títulos, é o Consolador da humanidade encarnada; mas a nossa marcha é ainda muito lenta. Trata-se de uma dádiva sublime, para a qual a maioria dos homens ainda não possuí “olhos de ver”. Esmagadora porcentagem dos aprendizes novos aproxima-se dessa fonte divina a copiar antigos vícios religiosos.

Querem receber proveitos, mas não se dispõem a dar coisa alguma de si mesmos. Invocam a verdade, mas não caminham ao encontro dela.

Enquanto muitos estudiosos reduzem os médiuns a cobaias humanas, numerosos crentes procedem à maneira de certos enfermos que, embora curados, crêem mais na doença que na saúde, e nunca utilizam os próprios pés. Enfim, procuram-se, por lá, os espíritos materializados para o fenomenismo passageiro, ao passo que nós outros vivemos à procura de homens espiritualizados para o trabalho sério.

O trocadilho arrancou expressões de bom humor geral, acrescentando o Ministro, gravemente:

– Nossos serviços são astronômicos. Não esqueçamos, porém, que todo homem é semente da divindade. Ataquemos a execução de nossos deveres com esperança e otimismo, e estejamos sempre convictos de que, se bem fizermos a nossa parte, podemos permanecer em paz, porque o Senhor fará o resto.

André Luiz (espírito)

Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Livro: Nosso Lar

—-
O Espiritismo
http://www.oespiritismo.com.br

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(www.oespiritismo.com.br),.

SOLUÇÃO

SOLUÇÃO

Se você procura a solução adequada ao seu problema, não olvide o grande remédio do Trabalho, doador de infinitos recursos, em favor do progresso do Homem e da Humanidade.
*
Seu cérebro vive cheio de perguntas?

Trabalhe e o serviço conferir-lhe-á respostas exatas.
*
Suas mãos permanecem paralisadas pelo desânimo?

Insista no trabalho e o movimento voltará.
*
Seus braços jazem fatigados?

Confie-se ao esforço novamente e a ação simbolizará para eles o lubrificante preciso.
*
Seu coração vive pesaroso e sem luz?

Procure agir no bem incessante e a alegria ser-lhe-á precioso salário.
*
Seus ideais encontraram sombra e gelo no grande caminho da vida?

Dê seu concurso às boas obras sem desfalecer e claridades novas brilharão no céu de seus pensamentos.
*
A parada que não significa descanso construtivo para recomeçar as atividades úteis é alguma cousa semelhante à morte.
*
Todos os males da retaguarda podem surpreender aquele que não avança. Mas se você acredita no poder do Trabalho, aceitando o serviço aos semelhantes, por norma de viver em paz, na obediência a Deus, o seu espírito terá penetrado realmente o verdadeiro caminho da salvação.
(Francisco Cândido Xavier por André Luiz. Em: Endereços da Paz)

Abraços com carinho

Equipe CVDEE

CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
www.cvdee.org.br

Artigo Revista Consolador “O que ensino as minhas filhas”

Prezado,
segue o link para o artigo “O que ensino às minhas filhas”, que publiquei na Revista Eletrônica O Consolador:
http://www.oconsolador.com.br/ano6/294/marcus_braga.html
Na mesma revista, segue link de interessante entrevista do companheiro Ivomar, sobre a gestão na casa espírita, em:
http://www.oconsolador.com.br/ano6/293/entrevista.html

Abs,
Marcus Braga

RETORNO DE PAZ

Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
Que esta mensagem chegue com nossas melhores vibrações de Paz e Saúde!!
Obrigado pela companhia!!!
Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil
RETORNO DE PAZ

– Deus afaste meu filho de Ana Flora!…
Assim dizendo, um dia, Nhá Joaquina
Deu veneno fatal para a menina,
Temendo tê-la em condição de nora.

Mas, embora chorasse a própria sina,
O rapaz desposou Lia Teodora…
E a morta veio aos dois, nascendo agora
Uma gorducha e bela pequenina.

Nhá Joaquina, ansiosa, veio vê-la,
Disse à nora que a neta era uma estrela
E ali ficou, em Taquaral do Engenho…

Depois clamou, trazendo a neta ao peito:
– Quero deixar meu filho e estou sem jeito,
Esta menina é a luz de Deus que eu tenho.

pelo Espírito Cornélio Pires – Do livro: Vida em Vida, Médium: Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos.

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br

NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO

Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
Desejamos a você e aos seus amores um ótimo final de semana com muita paz e saúde!
Abraços fraternais.
Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil
NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO

A Bondade Infinita de Deus não permitirá que venhamos a cair sob as tentações, mas, para isso, é necessário que nos esforcemos, colaborando, de algum modo, com o auxilio incessante de Nosso Pai.

Há leis organizadas para beneficio de todos, mas, se não as respeitarmos, como poderemos contar com a proteção delas, em nosso favor?

Sabemos que o fogo destrói. Por isso mesmo, não devemos abusar dele.

Não podemos rogar o socorro divino para a imprudência que se repete todos os dias.

Se um homem estima a preguiça, não atrairá as bênçãos que ajudam aos cultivadores do trabalho.

Se uma pessoa vive atirando espinhos à face dos outros, como esperará sorrisos na face alheia?

É indiscutível que a Providência Divina nos ajudará constantemente, livrando-nos do mal; entretanto, espera encontrar em nós os valores da boa-vontade.

Não ignoramos que o Pai Celestial está sempre conosco, mas, muitas vezes, somos nós que nos afastamos do Nosso Criador.

Para que não venhamos a sucumbir sob os golpes das tentações, é indispensável saibamos procurar o bem, cultivando-o sem cessar.

Não há colheita sem plantação.

Certamente, devemos esperar que Deus nos conceda o “muito” de seu amor, mas não olvidemos que é preciso dar “alguma coisa” do nosso esforço.


pelo Espírito Meimei – Do livro: Pai Nosso, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br

DESAFIOS À FÉ

Olá, nossas Fraternais Saudações!
Que esta mensagem chegue com nossas melhores vibrações de Paz e Saúde!!
Obrigado pela companhia!!!
Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil
DESAFIOS À FÉ
A sociedade hedonista atual, vinculada ao consumismo exorbitante, no qual parece encontrar segurança em relação aos conflitos existenciais, mantém atávica resistência a todas e quaisquer expressões de fé religiosa, buscando mecanismos de fuga da realidade, como afirmação de liberdade de expressão e de autorrealização.Nada obstante, avança em desabalada correria para as fugas psicológicas, tombando, não poucas vezes, no vazio existencial, na depressão ou no consumo do álcool, do tabaco, das drogas ilícitas, dos alucinógenos e dos desvios de comportamento sexual.

As castrações decorrentes das religiões ortodoxas do passado prosseguem afligindo-a de tal forma, que a simples lembrança de qualquer expressão doutrinária indu-la ao pensamento das imposições asselvajadas dos regimes políticos ditatoriais, ou quando se referem ao Espírito, ressuma inconsciente aversão, decorrente dos abusos da fé arbitrária dos tempos recuados.

Pensa-se unicamente em viver-se as comodidades defluentes da tecnologia e das ciências, sem dúvida, portadoras de valores inestimáveis, mas nem por isso, únicas proporcionadoras de harmonia e de completude.

O ser humano renasce para a conquista da autoconsciência, para a superação dos arquétipos perturbadores que lhe permanecem no inconsciente impondo diretrizes de libertação que mais o afligem.

O prazer tornou-se o novo deus, substituindo os deuses de outrora, e os ases dos esportes, do cinema, da televisão, do poder, dos divertimentos, das fantasias, tornam-se inspiração para as buscas atormentadoras, gerando mais conflitos que se tornam epidêmicos.

Eles próprios, os novos centuriões e gladiadores do Panis et circenses da velha Roma, desfilam nos carros da alucinação e da glória de um dia, logo substituídos por outros mais audaciosos, inumeráveis deles, porém, portadores de graves transtornos psicológicos e psiquiátricos, que se opõem à ordem, à beleza, à estesia, celebrizando-se pelas alucinações e agressões que lhes retratam a violência e o desconforto interno.

Pergunta-se: – Para onde segue a sociedade?

Os padrões éticos destroçam-se nas aventuras chocantes e desastrosas em que malogram os novos programadores dos destinos, dando lugar a tragédias contínuas, à violência e à degradação dos costumes.

A juventude, sem a assistência da família, opta pelo aproveitamento do tempo para o desordenado jogo do prazer, especialmente quando os pais imaturos competem com os filhos nos seus campeonatos de insensatez, entregando-se à exaustão dos vícios, perdendo a infância que cede lugar ao amadurecimento precoce, invariavelmente resultado da necessidade de competir desde muito cedo com os mais velhos, aproveitando-se das oportunidades que lhes chegam…
Os tormentos sexuais instalam-se-lhes prematuramente e as experiências dessa natureza sucedem-se, sem qualquer controle, atingindo níveis de elevada frustração e de desencanto.

Sem o amparo do lar, os jovens formam clãs primitivos, fogem para as ruas do desgoverno social, entregando-se, na sua ignorância, curiosidade e inexperiência a toda sorte de sensações apressadas.

Certamente, existem exceções enobrecedoras, que mantêm o equilíbrio social e trabalham pelo progresso com elevados sentimentos morais.

Referimo-nos, porém, à devastadora cultura newtoniana e cartesiana estruturada no conceito da matéria, cuja máquina expressa na organização física dos seres de todas as espécies, demanda ao aniquilamento, em razão do desconserto de suas peças.

Como efeito, somente apresenta validade o que pode ser apalpado, medido, programado, exatamente no momento quando as conquistas da tecnologia avançada oferecem à reflexão o bóson de Higgs, o mapeamento do DNA ou código da vida, a visão do universo com os seus bilhões de galáxias, induzindo o pensamento a uma Causalidade não física ou a uma assinatura de Deus nas expressões mais extraordinárias da energia.

A alucinação pelo conforto, no entanto, sempre transitório e frustrante, em razão da sua fugacidade, que logo exige novas expressões mais fortes, deixa o indivíduo distante dessas referências que induzem ao aprofundamento da mente nas causas da vida e no seu significado, mantendo-o iludido quanto ao sentido da sua existência planetária que, não sendo interrompida pela morte, para ela ruma…

Desse modo, quando as forças físicas e mentais, emocionais e estruturais do corpo diminuem com o advento das enfermidades inevitáveis e da velhice, a amargura, a revolta ou o desespero mais se insculpem no âmago do indivíduo, que não se conforma com o aniquilamento, nem a perda dos recursos propiciatórios dos gozos, agora, mais difíceis…

Para todos os seres humanos, entretanto, existe o Espiritismo com as suas portentosas demonstrações positivistas em torno da sobrevivência do ser real, em torno do mundo legítimo e causal, da programática existencial no cômputo das leis universais perfeitas, elaboradas pela inteligência suprema e causa primeira de todas as coisas, que é Deus.
Aos espíritas cabe a desafiadora tarefa de apresentar a fé raciocinada e lógica legada pela codificação do Espiritismo, de maneira a enfrentar o materialismo nos seus significativos estertores, de maneira a atender a grande massa humana aturdida por haver perdido o rumo religioso na neblina da ignorância e do dogmatismo.
Observando-se o interesse dos astrofísicos em constatar a probabilidade de vida em outros planetas ou quaisquer outros astros do Universo, qual ocorre com as extraordinárias análises do solo de Marte, ora estudado pelo jipe robô Curiosity, deve o ser humano reflexionar em torno da vida de maneira mais grave e não superficialmente com indiferença qual vem ocorrendo com a quase generalidade.

Breve meditação em torno do ser existencial e logo chega-se à conclusão do sentido da vida na Terra, do seu magnífico programa educacional e de desenvolvimento da divina fagulha de que se constitui, despertando-se para os valores éticos e os objetivos reais, proporcionadores da harmonia interior e do equilíbrio dos sentimentos com a razão.

A existência terrena é mais do que um licor ou fel para serem tragados pela imposição nefasta do acaso ou do destino injustificável.

Pode, sim, tornar-se uma e outra coisa dependendo de como se considera a experiência fantástica do viver, dela fazendo um vale de lágrimas das ultrapassadas alegorias religiosas ou um paraíso de benesses das utopias passadistas…

Desse modo, esta filosofia científica, em razão dos seus fundamentos poderem ser demonstrados nos laboratórios das experiências mediúnicas, que é uma ciência filosófica, face aos seus paradigmas elucidativos em torno do ser, do destino e do sofrimento, é, também, uma religião de profundos conteúdos psicológicos e éticos centrados no amor, na autoconquista, na iluminação interior.

Investigá-la com seriedade sem parcialismo é dever de todo ser inteligente que anela pela autoconsciência, a fim de viver com discernimento e harmonia.

pelo Espírito Vianna de Carvalho – Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na manhã de 27 de outubro de 2012, em Sydney, Austrália. Do site: http://www.divaldofranco.com/mensagens.php?not=309.
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CANTIGA DA GRATIDÃO

Olá Alma Irmã, nossas Fraternais Saudações!
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Obrigado pela companhia!!!
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CANTIGA DA GRATIDÃO

O Céu te recompense, alma querida,
Porque ouviste o convite do Senhor
E nos trouxeste paz e luz à vida
Pela bênção do amor.

Deus te enriqueça as mãos ternas e ativas,
Mãos que buscam Jesus no irmão triste e sem nome,
Dissipando a penúria que o consome
Ao calor da bondade que cultivas.

Deus proteja a brandura a que te entregas,
Quando desculpas de expressão serena
Aquela mesma voz que te condena,
Desconhecendo as dores que carregas.

Deus te abrilhante a idéia justa e boa
Com que ouves ofensas sem guardá-las,
Para dizer somente no que falas
Aquilo que edifica e que abençoa.

Deus te ampare na fé que te sustém
Ao enxugar as lágrimas alheias,
Em tudo quanto inspiras e semeias
Nas tarefas do bem.

Deus te guarde na fé que te conduz
Vencendo tempo e luta, sombra e
Porque contigo a vida se renova
Atendendo a Jesus.

pelo Espírito Maria Dolores – Do livro: Recanto de Paz, Médium: Francisco Cândido Xavier.

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