NÃO SABEMOS A HORA…

(…)

Não sabemos a hora da grande renovação, mas não ignoramos que a renovação virá, fatalmente, em favor de cada um de nós.

Assim sendo, não nos preocupemos quanto à estrada que nos cabe palmilhar mas, sim, busquemos, em nós e fora de nós, a precisa força para vencê-la dignamente.

Zizinha

Livro: Relicário de Luz

Francisco Cândido Xavier, por Espíritos Diversos

FEB – Federação Espírita Brasileira

Para mudar o mundo é preciso mudar a si mesmo.

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CONHECIMENTO DO PRINCÍPIO DAS COISAS

CONHECIMENTO DO PRINCÍPIO DAS COISAS

17. É dado ao homem conhecer o princípio das coisas?

Não, Deus não permite que ao homem tudo seja revelado neste mundo.

18. Penetrará o homem um dia o mistério das coisas que lhe estão ocultas?

O véu se levanta a seus olhos, à medida que ele se depura; mas, para compreender certas coisas, são-lhe precisas faculdades que ainda não possui.

19. Não pode o homem, pelas investigações científicas, penetrar alguns dos segredos da Natureza?

A Ciência lhe foi dada para seu adiantamento em todas as coisas; ele, porém, não pode ultrapassar os limites que Deus estabeleceu.

Quanto mais consegue o homem penetrar nesses mistérios, tanto maior admiração lhe devem causar o poder e a sabedoria do Criador. Entretanto, seja por orgulho, seja por fraqueza, sua própria inteligência o faz joguete da ilusão. Ele amontoa sistemas sobre sistemas e cada dia que passa lhe mostra quantos erros tomou por verdades e quantas verdades rejeitou como erros. São outras tantas decepções para o seu orgulho.

20. Dado é ao homem receber, sem ser por meio das investigações da Ciência, comunicações de ordem mais elevada acerca do que lhe escapa ao testemunho dos sentidos?

Sim; se o julgar conveniente, Deus pode revelar o que à ciência não é dado apreender.

Por essas comunicações é que o homem adquire, dentro de certos limites, o

conhecimento do seu passado e do seu futuro.

O Livro dos Espíritos

Allan Kardec

FEB – Federação Espírita Brasileira

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NÃO SABER E APRENDER

A capacidade de admitir que não se sabe é libertadora. Permitir-se não saber tudo faz a pessoa relaxar, e este é o estado de espírito ideal para se receber informações. Quanto menos preconceitos se tiver diante de um assunto e quanto mais à vontade a pessoa se sentir em relação a não saber, maior será sua capacidade de compreender e aprender.

Tom Chung

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INTROSPECÇÃO E MUDANÇA

PRECE E INTROSPECÇÃO

Faze da oração

Luz acesa na alma.

Que a prece te dissipe

A treva interior.

Quem ora e se analisa,

Conhece-se por dentro.

Sem introspecção,

A crença não educa.

Que a prece te revele

Como estás e quem és.

Somente orar não basta:

É preciso mudar.

Irmão José

Livro: Frutos da Mediunidade

Carlos A. Baccelli, pelos Espíritos Irmão José e Eurícledes Formiga

LEEPP – Livraria Espírita Edições Pedro e Paulo

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A FIGURA PATERNA E AS DROGAS (CHICO XAVIER)

PAIS E FILHOS

Às vezes, quando o assunto assim o exigia, Chico [Xavier] nos falava com maior veemência.

Foi numa oportunidade dessas que, comentando sobre a educação dos filhos, destacando a importância da figura paterna, ele nos advertiu:

– Têm pais que “perdem” os filhos aos sete, oito anos de idade, para tentar recuperá-los aos dezoito, quando, então, os traficantes já os adotaram…

Livro: Chico Xavier, o Médium dos Pés Descalços

Carlos A. Baccelli

Vinha de Luz Serviço Editorial

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OS QUE COMPREENDEM MAL O ESPIRITISMO

(…) Está provado que o Espiritismo é mais entravado pelos que o compreendem mal do que pelos que não o compreendem absolutamente, e, mesmo, pelos inimigos declarados. E é de notar que os que o compreendem mal geralmente têm a pretensão de o compreender melhor que os outros; e não é raro ver neófitos que, ao cabo de alguns meses, pretendem dar lições àqueles que adquiriram experiência em estudos sérios. Tal pretensão, que denuncia o orgulho, é uma prova evidente da ignorância dos verdadeiros princípios da doutrina.

Contudo, que os espíritas sinceros não desanimem: é o resultado do momento de transição por que vivemos. As ideias novas não podem estabelecer-se de repente e sem obstáculos; como lhes é preciso varrer as ideias antigas, forçosamente encontram adversários que as combatem e as repelem, sem falar nas criaturas que as tomam em sentido contrário, que as exageram ou desejam acomodá-las a seus gostos e opiniões pessoais. Mas chega o momento em que as ideias contraditórias caem por si mesmas, uma vez conhecidos e compreendidos os verdadeiros princípios pela maioria. Já vedes o que sucedeu com todos os sistemas isolados, surgidos na origem do Espiritismo; todos caíram ante a observação mais rigorosa dos fatos, ou só ainda encontram alguns desses partidários tenazes que, em tudo, se aferram às suas ideias primitivas, sem darem um passo à frente. A unidade se fez na crença espírita com muito mais rapidez do que se esperava. É que os Espíritos, em todos os pontos, vieram confirmar os princípios verdadeiros, de sorte que hoje, entre os adeptos do mundo inteiro, há uma opinião predominante que, se ainda não goza da unanimidade absoluta, é, incontestavelmente, a da imensa maioria. Donde se segue que aquele que quiser marchar na contramão desta opinião, encontrando pouco ou nenhum eco, condena-se ao isolamento. Aí está a experiência para o demonstrar.

Para remediar o inconveniente que acabo de assinalar, isto é, para prevenir as consequências da ignorância e das falsas interpretações, é preciso maior empenho na vulgarização das ideias justas e na formação de adeptos esclarecidos, cujo número crescente neutralizará a influência das ideias errôneas.

Alocução do Sr. Allan Kardec aos espíritas de Bruxelas e Antuérpia em 1864

Livro: Revista Espírita: Jornal de Estudos Psicológicos – Ano VII, 1864

(nº 11 – novembro de 1864)

Allan Kardec

FEB – Federação Espírita Brasileira

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VERDADES E MENTIRAS DA HISTÓRIA

(…)

A História não registra os fatos como realmente ocorreram. As relações terrenas se baseiam no que parece, mas os apontamentos espirituais repousam naquilo que é.

Inês de Castro

Livro: Mensagens de Inês de Castro – Uma Visão Histórica e Espiritual

Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Inês de Castro,

Caio Ramacciotti

GEEM – Grupo Espírita Emmanuel Sociedade Civil Editora

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OS DESCONFIADOS

Há duas classes de pessoas na vida: as que estão seguras de si mesmo e as que desconfiam de si…

Livro: Desperta e Canta

Clifford Odets

Publicações Dom Quixote

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MORRER… SEM PERCEBER!

(…)

– Não se leva em consideração o espírito de sequência – pontificiou Odilon. – A morte não é um salto para a perfeição…

– Muito bem colocado, Odilon! – redargui. – Seria ótimo se a desencarnação solucionasse, por si só, todos os problemas que nos afligem a inteligência. É justamente isto que me espanta: a quantidade de gente que desencarna e prossegue na mesma…

– Sequer acredita no fenômeno do próprio desenlace! – exclamou Domingas. – Certa vez – contou em seguida -, fui fazer uma endoscopia. O médico aproximou-se de mim e me aplicou um sedativo – senti leva picada no braço. Depois de instantes, vendo a enfermeira se movimentar na sala, perguntei se eles não iriam realizar o exame. Com a maior naturalidade, ela me respondeu: – “O exame já foi feito. A senhora não percebeu que está numa sala diferente?” Somente aí é que me dei conta de que, de fato, eu estava reclinada numa poltrona, numa sala de recuperação ao lado. Foi quando exclamei: – “Meu Deus, desencarnar é isso! Para mim, o tempo não havia passado… Devo ter dormido apenas uns 20, 25 minutos, sob o efeito do medicamento”.

– O médico fez mesmo o exame em você? – perguntei.

– Não sei. Tive que acreditar na palavra dele e da enfermeira. Eu não vi e não senti absolutamente nada. Foi daquele exame em diante que comecei a perder o medo de desencarnar…

– Quem já fez endoscopia aqui? – indaguei ao público presente.

Com cerca de 50% levantando a mão, frisei:

– Então, vocês conhecem a experiência que a Domingas relatou. É assim mesmo. Desencarnar é como mudar de sala! Agora – acrescentei –, mais intrigante que a inconsciência da própria desencarnação é a não aceitação da reencarnação por parte de grande maioria dos espíritos! Mas este é assunto que discutiremos noutra oportunidade.

Livro: A Vida Viaja na Luz

Carlos A. Baccelli, pelo Espírito Inácio Ferreira

LEEPP – Livraria Espírita Edições Pedro e Paulo

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MOTIVAÇÕES ATEÍSTAS

(…)

É muito fácil negar o que se ignora e mesmo muito do que se vivencia. Às vezes, por pertinácia no estado em que a pessoa se compraz, por comodidade, ou para chamar a atenção, como mecanismo de projeção do ego. Ademais, acreditar em algo conduz o indivíduo a um ajustamento da conduta à crença, especialmente quando racional. Desse modo, os que não estão interessados em modificar o comportamento, não raro, adotam tal atitude, assim evadindo-se a futuras ou atuais responsabilidades de natureza moral ou ética.

Jornal: Folha Espírita

setembro de 1993

Livro: Aprendendo Com Divaldo – Entrevistas

Divaldo Pereira Franco

SEJA – Sociedade Espírita Joanna de Ângelis

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