Tempo de ação

Tempo de ação

     Estamos no Terceiro Milênio. Pensávamos que este seria um milênio de paz, de tranquilidade.

     No entanto, conforme as exortações do Mestre de Nazaré, ouvimos falar de guerras e rumores de guerras.

     A orientação é de que não devemos nos perturbar porque forçoso é que assim aconteça. Mas ainda não é o fim.

     Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino. E haverá fome e terremotos em vários lugares.

     Mas todas essas coisas são o princípio das dores.

     Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão.

     Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.

     E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.

     Relendo os apontamentos do Evangelista Mateus é de nos indagarmos o que foi que não entendemos, ainda.

     Por que nos escandalizamos tanto com as atribulações deste século quando tudo foi predito pelo Senhor das estrelas?

     Ele nos advertira a fim de que nos preparássemos. Muitos de nós não fizemos a lição.

     Contudo, há tempo. Há tempo de nos conscientizarmos que os tempos são chegados. Tempos da grande transformação.

     Tempos em que as tribulações chegam, alcançando os indivíduos, as famílias, as nações.

     É tempo de acionar o amor e a compreensão.

     Entender que nos encontramos à beira de um mundo novo. Mas, como toda reforma, necessita ter derrubados alguns velhos conceitos e posturas inadequadas.

     Então, parece que tudo se transforma numa convulsão, exatamente como quando nos propomos à reforma de uma casa: poeira, sujeira, desconforto.

     Mas, o resultado final é bom. E teremos uma casa mais confortável, arejada, clara.

     Portanto, é tempo de idealizar o futuro mas não deixar de olhar o entorno.

     Há muita dor a ser atendida. É tempo de nos darmos as mãos e nos auxiliarmos.

     Disso nos dão exemplos algumas nações, recebendo exilados fugitivos da fome, da guerra, da violência.

     É tempo de pensarmos mais no todo e menos em nós mesmos. Vivermos os momentos de alegria, com certeza, mas não deixarmos de compartilhar com os deserdados do mundo o pão que se mostra farto em nossa mesa.

     É tempo de entendermos que a vida na Terra é passageira. Hoje estamos aqui e o amanhã poderá nos surpreender na Espiritualidade, em outra realidade.

     É tempo de acionar o amor e buscar o entendimento com os que nos compartilham a existência. É tempo de utilizar menos a soberba e mais a humildade.

     Tempo de vivenciar afetos, estender amizades, fazer o bem que se possa, mesmo que seja um simples sorriso a quem passa, um cumprimento a quem encontramos na fila do mercado…

     É tempo de preparar esse mundo novo que nosso coração deseja há tanto tempo.

     É tempo de amar. Tempo de aguardar o melhor, mas construir, desde agora, o bom.

     E não nos permitamos a turbulência dos sentimentos, ante os problemas que o mundo nos mostra. Logo mais, novos panoramas haverão de se apresentar.

     Pensemos nisso e sejamos os promotores de ações positivas para que tudo isso se apresse.

      Redação do Momento Espírita, com citações do Evangelho de Mateus, cap. 24, versículos 6ss.

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