Prece aos Irmãos Acamados – André Luiz Gadelha

PRECE AOS IRMÃOS ACAMADOS

Mestre amado Jesus.

Cientes somos, Mestre, da nossa pequeneza moral diante do tão longo caminho evolutivo que temos a nossa frente.

Assim sendo, Mestre, é com humildade que viemos rogar por amparo aos irmãos acamados.

Rogamos, Senhor, por aqueles que se encontram nos hospitais e nas suas casas, passando pelo infortúnio do aprisionamento que, lhe impôs, as algemas da enfermidade.

Quantos são, Mestre, os que desejam liberdade para andar, falar, conversar, enfim, de serem livres. Mas, em virtude da colheita compulsória a que todos nós somos ou seremos submetidos por consequência das nossas más escolhas, vem-se tolhidos desse desejo.

Muitos são, Querido Irmão, aqueles que até a higiene pessoal não conseguem executar, contando não apenas com a boa vontade, mas com o respeito e com a disposição ao sacrifício por parte daqueles que se propõem a cuidar.

Vários são os irmãos que trazem os olhos fechados e a boca em silêncio, porem a audição é plena, obrigando-lhe a ouvir os lamentos e os soluços dos entes queridos. Imaginamos, Mestre, a tamanha vontade que possuem em abraçar com todo o carinho, atenuando a dor dos que assistem ao seu sofrimento, transmitindo-lhes uma palavra de esperança. Mas, não podem.

Lembramos, também, Jesus amado, daqueles que nem sequer contam com alguma visita ou com alguém que por eles zele, a não ser com os profissionais que, muitos, cuidam em troca da remuneração profissional. A esses, fica a ingratidão pelo abandono por parte de quem deveria amar ou o remorso por sentir o fruto amargo do esquecimento nascido da semente dos maus tratos passados.

Querido Jesus, rogamos a Ti que permita que as falanges dos médicos e enfermeiras do Alto, praticantes da medicina de luz, possam ir até esses irmãos, levando-lhes a cura ou, ao menos, o alívio das suas doenças.

Se for imperativo que por tal fase atravesse, então, Mestre, conceda a esses irmãos o refrigério da resignação, a sorte do carinho de uma alma caridosa e, quando o sofrimento não se fizer mais necessário, Senhor, que o desencarne seja o ponto final do calvário.

Que assim seja e louvado seja Deus. Louvado seja, Ti, Jesus

Rio de Janeiro, 03 de Março de 2016

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