PÉROLAS DA VIDA

Pérolas para a Vida

 

Definitivamente não é da natureza humana, convivência amiúde com a razão. Somos racionais sem razão, humanos primitivos, amantes que violentam, religioso que matam. Ao que desconhecemos, alcunhamos milagres. Procuramos milagres em todos os lugares. Descartamos méritos e próprias facilidades para consignar, tudo, absolutamente tudo aos anjos ou instâncias nas quais nos fiamos. A rigor milagres poderiam ser definidos, numa ótica do passadismo religioso arcaico humano,  como, do latim miraculum, do verbo mirare, “maravilhar-se”) é um fato dito extraordinário que não possui uma explicação científica. Para os crentes, sua realização é atribuída à omnipotência divina, é considerado como um ato de intervenção de Deus (ou de deuses) no curso normal dos acontecimentos. Para o Espiritismo, todos os acontecimentos ocorrem dentro das Leis Naturais, Da mesma maneira, os assim chamados “milagres”, encontrados em textos sagrados estariam enquadrados dentro de eventos normais, mesmo que a ciência atual talvez ainda não possa explicá-los.

 

Ora tudo na natureza é sincrônico, mesmo que alguns defendam a incorruptibilidade daquilo que julgam bastante. Vemos, do lado daqui,na dinâmica do universo, que nada é absoluto, a não ser a existência da força criadora do todo. Ora, não há milagres. Estes são catarses que buscamos na ausência de algo que nos vincule, de uma maneira mais ou menos inconscientes ao automatismo do não co-criar. Só pensa doentiamente em milagres, aquele que ainda não saiu de maneira efetiva, da concha onde o conforto natural, não lhe  permitindo alçar um melhor futuro, tendo-lhe com agente ativo da transformação.

 

Ora qualquer um que galgue o caminho certo do auto-abandono, para conciliar-se com Cristo, por certo põe-se em condições plenas de realizar o milagre do amor. O amor, bem como os qualificativos que nos liguem às ambrosias profícuas da co-construção, predispõe o ser à geração de recursos espirituais ou magnéticos que possam, considerando as necessidades, méritos e fé de cada um, efetivar prodígios que extrapolam nossos recursos por ora.

 

Cabe a quem é fonte da benesse, entregar-se ao recolhimento, pois o pior que podemos ter, ao nosso lado, são os apupos da turba inconsciente. Entregar-se à prece, silenciar-se  a respeito de si mesmo, evitar o incentivo ao vedetismo, ver-se efetivamente com a naturalidade de um servo, o que já é muito. Secar lágrimas e dirimir dores cobra-nos coração fiel às lições de humildade de Jesus, quando nos narra João, capítulo 13, versículo 14:Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros.

 

Assim como o milagre é veio morfético para escravidão de consciências, o não procurar pormo-nos utéis, coloca-nos quais bufões de um reino eivado de ilusões, dores e angústias pecaminosas confortáveis, aguardando a solução do andar de cima. Ora não se colhe uma colheita se não houver uma plantação. Quem planta ócio, só pode colher indiferença, não da espiritualidade que nos coordena os caminhos, mas de nosso inconsciente, com auxílio divino do superego, a nos colocar indisponentes ao socorro alentados no coração. A guisa de exemplo poderíamos exemplificar como o caso do ser, em crise de angina(01), não colocar o Isordil (02) sob a língua e, desencarnar esperando que um anjo cure sua dor. Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom. Mateus 6:24

 

O mesmo se dá em nossa procura pelos alternativos. Ora, ainda que possamos obter uma cura, ou seja, os recursos de lá estejam prontos para nós, deverá ocorrer sinergia e sincronia entre nós e o mundo de amor que nos cerca. Para tanto devemos gerar, à nossa volta e instar em nossa consciência,  quantum energético positivo, atalho bendito para nossa vitória sob a dor, ou seja, a cura esta, claro, sempre à nossa disposição, mas sempre atrelada à nossa vitória sobre nós mesmos e, claro, à Lei de Causa e Efeito.

 

Por fim, lembremos que a esta predisposição é chamada de busca pelo Auto-conhecimento ou reforma íntima. Nomes não importam, mas tendo em vista que não podemos fazer grande milagres, devemos procurar fazer um ato verdadeiro de amor de cada vez(03),   façamos o que dermos conta, calados. Não serão grandes atos que farão de nós merecedores dos céus dos imortais, mas capacidade de pormo-nos com servos sinceros. Lembremos, solertemente do que nos disse Jesus: Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. João 14:12,  sem esquecermos de desenvolvermos em nós, na ordem, A caridade, o amor, o afeto,  disciplina espiritual e mental.

 

Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum. (André Luiz, Nas conversações, Capítulo 9, Agenda Cristã, Psicografia de Chico Xavier.)

 

  1. A angina de peito ou angina pectoris é uma dor no peito devida ao baixo abastecimento de oxigénio (isquemia) ao músculo cardíaco; geralmente é devida à obstrução ou espasmos (contrações involuntária de um músculo, grupo de músculos ou órgão) das artérias coronárias (os vasos sanguíneos do coração). As doenças nas artérias coronárias, principal causa de angina, são devidas a aterosclerose nas artérias cardíacas (coronárias)..(http://pt.wikipedia.org/wiki/Angina)

     

     

  2. Isordil® é um vasodilatador de ação direta sobre a musculatura vascular lisa, sendo utilizado em casos de angina do peito e insuficiência cardíaca.(www.bulas.med.br/bula/4279/isordil.htm)

     

  3. Frase extraída do Filme O todo poderoso II.

     

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