PALAVRAS PITORESCAS

Palavras pitorescas

 

O tempo é igual para todos. Para alguns duram ao infinito; outros nunca têm tempo.

 

Quer dar ao espírita um motivo para descansar é só dar-lhe um relógio.

 

Já é difícil um espírita querer trabalhar; dizer que não pode trabalhar, então, é o êxtase.

 

Os espíritas se dividem em dois grupos principais: os que trabalham e, os que pensam já ter trabalhado muito.

 

Se desejares ajudar a um espírita, retire-lhe até mesmo o colchão.

 

Quando falam sobre disciplina, alguns espíritas nunca a vêm, nos outros.

 

Para alguns espíritas os outros, os que trabalham muito, deveriam trabalhar menos, em nome da “união”.

 

Um doente espírita é lamentável. O conforto é um vício complexo.

 

Servir é bom; servir levando lenhada é fabuloso; calado, então; é a redenção.

 

Alguns médiuns trazem resíduos mentais de barões, duques, condes, príncipes, etc… o tilintar argênteo, ainda que subliminar, escraviza-os.

 

É muito fácil querer fazer o bem. Seria mais calmo e tranquilo se fôssemos surdos; na impossibilidade adestremos, também, a paciência.

 

A resignação é um conquista de todos, embora alguns pensem que só outros devam desenvolver.

 

A vaidade é público: todos temos; a maioria dos espíritas “admitem” a própria; raros aceitam-na como óbice à própria evolução.

 

A paciência é um bem de valor inquestionável, mas para desenvolvê-la devemos ter espaço para respirar, inclusive em nível de erro.

 

O orgulho é fácil detectar em todos nós, mas é muito difícil quebrar o paradigma de ele ser superlativo apenas no outro, sem retirar-lho de nós, como escombros do próprio coração.

 

Quando o assunto é obsessão, todos, absolutamente todos, estamos sujeitos. Os que se julgam não obsedáveis, estão a caminho da subjugação.

 

Se quisermos criar dor de cabeça, para nós, no futuro, imaginemos, por segundos,  uma “carteirada” em nome da fé.

 

A inquisição está esquecida desde o século 18; muitos dos inquisitores estão reencarnados. Analisemo-nos, em nossas posturas, tendo por referência Jesus.

 

Onde há idéias é justo haver discussões que as enriqueçam. Discussões em nível de idéias, não obliterando ideais.

 

A Doutrina Espírita não tem erros; reflitemos a respeito de nossas interpretações.

 

Pode parecer bobagem, frase repetida, etc…, mas repetimos: todos nós erramos e, os que se julgam perfeitos, sofrem muito.

 

Não existem frases repetidas; existem frases que passamos os olhos, mas não foram lidas com as fímbrias do coração.

 

A frase preferida de um espírita é: “eu só posso assim”; esquecem-se de que Jesus não precisava de passar pelo que passou, e deu-nos em sacrifício, sem que méritos tivéssemos, mas por muito nos amar.

 

A montanha pela sua natureza, não se afastará aos nossos delírios de fanatismos, mas a lógica, a razão e bom-senso, poderá nos indicar a caminhada para seu contorno.

 

Somos a soma das experiências que adquirimos quando, estivemos aqui, a passeio.

 

Nossos caminhos serão tão pedregosos quanto maior for nossa inaptidão ante as adversidades.

 

O ontem berra, por nossas lágrimas ou alegrias, hoje.

 

Não perdemos nada. Apenas o que tivemos sob nossa administração temporária, volta ao dono verdadeiro.

 

Pensemos bem no que temos hoje. Alguém pediu para que fôssemos fiéis depositários.

 

Tomemos conta de nosso corpo. Isto, também, é ser espírita.

 

No atual estágio da humanidade, não há como burilar o espírito sem crestarmos, através das lágrimas, o corpo.

 

A ingratidão é uma das formas de iluminação se, no ato da ofensa ao coração, de coração nós perdoarmos.

 

O desapego é um dos caminhos mais complexos para se chegar a Deus.

 

O físico pode saber o que é. Para tanto, basta sentir, esquecendo  livros e teorias científicas, pois Deus só é entendido, se quebrarmos, com veemência, os paradigmas que nos cegam.

 

Deus não é contabilista, mas quer nosso coração, sem sofrimentos, à crédito.

 

Se pudéssemos, seria de bom tom pedir a Jesus, uma revivência junto às bactérias. É que elas têm muito a nos ensinar, especialmente no que tange à disciplina.

 

Somos tão importantes para Deus que temos vida eterna, como ele.

 

Teimamos até acertar, tendo forças, em levantar, a cada queda. Esta característica humana é uma bênção.

 

Muitos desejam ardentemente ser algo que exigiriam deles algo importantíssimo que talvez não tivessem: o entendimento do conceito de sacerdócio.

 

Se alguém vê em alguma profissão meio para ter um alto “status quo”, procure conhecer também suas lágrimas.

 

Todos os reencarnados sofrem de algumas patologias comuns tais orgulho, vaidade, maledicência, impiedade, preguiça e medo. Todas estas matam, mas o orgulho e a preguiça são metástases de profundo interesse para a medicina espiritual.

 

Todos nós somos potencialmente bons, mas na ação, aprendizes.

 

Quem desejar ser, procure estar em paz com a consciência, pois a Lei do Retorno é inexorável.

 

Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum. (André Luiz, Nas conversações, Capítulo 9, Agenda Cristã, Psicografia de Chico Xavier.)

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