DISCIPLINA

Disciplina

 

Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Provérbios 23:13

 

Hoje falaremos um pouco sobre a disciplina.

 

Esta virtude tão difícil.

 

Esta virtude tão mal compreendida.

 

A fortaleza do homem está no entendimento do amor de Jesus por nós. Mas este entendimento sem o ajuste do psiquismo aos moldes do bem proceder enquanto navegante da nau do cristianismo, de nada vale.

 

A disciplina é importante, mas só ela, torna-se gesso em volta de nossa mente.

 

Ela deve ser maleável no sentir e rígida no agir, mas sempre orientando.

 

Pessoas disciplinadas que não sentem, são robôs.

 

Vejamos nosso Chico que a teve como receita 3 vezes: teve disciplina a vida toda e foi um homem o qual jamais negou afeto a quem quer que seja.

 

Disciplina não quer dizer que devamos mascarar nossos sentimentos para que vença os códices arcaicos.

 

Disciplina não é matéria, mas cadeira inefável a estudarmos nos caminhos a procura do Pai.

 

Os grandes iniciados, cristãos ou não, sempre pautaram a vida pela parcimônia e pela disciplina e, nem por isso amaram menos.

 

Esta arte é, presentemente, ainda pífia em nós, todos nós.

 

Aqueles que arvoram em seu domínio contra a natureza do tempo e da hora, martirizam não só a si, com aos que o cercam.

 

Tentar ser disciplinado como meio de crescimento é válido, mas lembremos que antes devemos ter o amor.

 

Tentar ser disciplinado como forma de autocontrole é válido, mas violentar o corpo que é-nos um presente divino é falta pela qual inevitavelmente iremos resgatar.

 

O amor e a disciplina são um bom tempero.

 

Quem ama já é disciplinado, pois já controla as próprias paixões.

 

Quem ama já tem a disciplina arraigada em seu espírito, pois saberá discernir a fantasia da realidade do mundo que se lhes mostra como prova.

 

Acrescentaríamos mais umas características a adocicar a disciplina: o desprendimento de si.

 

Quando temos amor, desprendimento e disciplina, temos segurança para que a dor do outro nos chegue ao coração, e possamos incondicionalmente amar.

 

O desprendimento é uma virtude, pois abre o coração para o aconchego.

 

Sabemos o quão difícil é a prática destas virtudes, dados os entraves do mundo de hoje. Não por outro motivo que são conquistas demoradas e pacientes.

 

Assim, vejamos a disciplina não como disciplina isolada, conquanto extremamente necessária ao nosso futuro. Primeiro pilar da harmonia, quem tem disciplina, está pronto para desprender-se dos paradigmas ominais e, pronto para amar.

 

Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum. (André Luiz, Nas conversações, Capítulo 9, Agenda Cristã, Psicografia de Chico Xavier.)

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