ARTE DE VIVER

Arte de Viver

 

Nascer, morrer, renascer. Esta é a Lei (Allan Kardec)

 

Primícias da vida. Ao desencarnado são momentos de expectativa. De certo que, com natural pensar, os vêm para a nova luta necessitam de paz. Reflexões profundas foram levadas a cabo de maneira a levar-lhes ao entendimento das conseqüências de seus priscos atos. Aos Pais e cuidadores futuros cabe:

 

Amá-los incondicionalmente ainda que nossos instintos nos levem, temporariamente, a pensar na esquiva do convite de levar o afeto àqueles que recomeçam à luta. Especialmente aos cuidadores cabe-nos lembrar que, se o tornaram, convêm refletir que o ser que lhe bate ao coração, já é criatura traumatizada, pelo abandono original.

 

Amá-los sem pensar nos aspectos fenotípicos. A exterioridade do outro, que nos cutela a existência a título de incômodo,  é índice que nosso interior reflete em nossa consciência, chagas profunda na alma. Ver o ser que devemos amar por dentro, como alguém que nos bate à porta, como exilado na dor, deve incitar, em nós, sentimento de fraternidade e paz, como se fosse pedra bruta a ser burilada pelos nossoas genuínos de amor.

 

Amá-los desde os primeiro vagidos até, se for da Lei, o último suspiro. Convém lembrar que, em aderência ao amor, devemos cultivar em nossos filhos o sentimento de desapego. Criar ensinando o desapego, não é criar um desgarrado no porvir, mas seres que amem com responsabilidade, ética e respeito aos valores alteros. Adicionalmente, devemos lembrar, sempre, que nossos filhos são empréstimos divinos, cabendo ao credor cobrar a fatura no tempo certo, dele, não nosso.

 

Amá-los ainda mais quando vêm com desordens de ordem mental. Quem nos chega aos braços, á guisa de ser “especial”, vê em nós o aconchego que somente seres especiais podem cultivar. O “especial” é basicamente amoroso e afetuoso, mas deve ser educado, dentro das possibilidades de que é portador, a ser respeitoso, prático e feliz. Muito embora pareça ser ônus pesado, é cruz bendita para a qual os responsáveis foram talhados, sem a possibilidade de termos Cirineus á nossa disposição. Deus que a tudo pode,  a tudo provê. 

 

Amá-los em sua rebeldia de vez que, a rebeldia é etapa própria da evolução do espírito. Torcer o pepino desde menino é uma opção, desde que não gere, pela rebeldia, um fascínora social. Do ponto de vista prático, o que podemos fazer de melhor, é tentar, sempre, aconselhar, acolher, compartilhar, ouvir compreendendo, aceitar as eventuais verdades ouvidas com humildade, participar da vida  e ser presente com qualidade, não em qualidade, atos lídimos que estão ínsitos na Lei do amor. Filhos não são modelitos sociais. São diamantes a serem lapidados por pequenas atitudes de amor, o tempo todo, de nossa parte. Devem ser, rebeldes ou não, seres úteis ao meio social.

 

Amá-los com especial atenção quando os vícios do contato social lhes aportarem à alma. A família que tem um filho com estes acúleos, bem ou mal, também padece de patologias profundas originadas em idas eras. Nada nos vem ao acaso, ou por cólera divina. Deus não é contador, portanto nada de Lançamentos por conta dele. O nosso problema maior é que nossa consciência é o contador mais perfeito que existe. Deus nada cobrará, mas que fazer, se estamos sempre em débito conosco mesmo. Assim antes do desprezo a estes nossos filhos tão queridos tenhamos comiseração e reflitamos a respeito de nossas próprias mazelas. Nosso passado nos é desconhecido. Ora não há clima para se receber um cravo em um roseiral. Se estes filhos nos vem lhes somos devedores no hoje ou não ontem.

 

O desejo de ter um filho aos moldes de nosso egoísmo é um direito o que não nos exime da pena da prova necessária ou, por outra, Podemos até sonhar com o ideal filial, mas analisemos antes como está nossa consciência, de vez que aos nossos possessivos moldes, ou não, deveremos sim amá-los incondicionamente.

 

Lembremos da fala daquele que nos amou irrestritamente: Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. João 13:34.

 

Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum. (André Luiz, Nas conversações, Capítulo 9, Agenda Cristã, Psicografia de Chico Xavier.)

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