NOVIDADE

Novidade

 

Não nos preocupemos com novidades gritantes. Muito do que deveríamos fazer, foge-nos ao olhar objetivo.

 

Pensemos, sempre, que a novidade pode:

 

–     ser o nosso próximo, considerando que nele podem estar recursos que procuramos há muito.

 

–     ser nosso coração, se não obstruirmos nossa necessidade de amar.

 

–     ser nossas lágrimas quando retiramos os tampões do orgulho que nos entorpecem o ser.

 

–     ser a vida, considerando que sempre poderemos estar caminhando para frente, progredindo.

 

–     ser nossos filhos, se dermos a eles a possibilidade de errar, sendo eles mesmos, em aprendizado real.

 

–     ser uma possibilidade de ter testada nossa fé.

 

–     ser uma dor nos visitando, nos mostrando nossa dimensão por demais humana.

 

–     ser uma nova descoberta de soluções que elevem a humanidade na terra.

 

–     ser um vagido de uma criança que não ouvíamos por nossa indiferença.

 

–     ser querer servir, tirando os escombros do coração.

 

–     ser escolher o certo difícil, ao fácil duvidoso.

 

–     ser termos um tempo para visitarmos alguém, em algum lugar, além de nós mesmos.

 

–     ser carregarmos um saco de feijão para quem não consegue, sequer, levantar da cama.

 

–     ser sair das cadeiras frias das cátedras improfícuas e estar, por momentos, com o coração aquecido, compartilhando um sopão.

 

–     ser abrir uma porta, desconsiderando aspectos vinculados à indiferença.

 

–     ser nossa ida a alguma agremiação religiosa diversa da nossa, pois o aprendizado, sobre Jesus, se encontra onde menos esperamos.

 

–     ser nossos companheiros abandonando a barca, nos ensinando o desapego.

 

–     ser a cura de uma doença que nos persegue a séculos, por exemplo, o orgulho

 

–     ser o dia se torna noite e, a noite, dia, conforme estiverem nossas possibilidades de amar.

 

–     ser alguém bater à nossa porta de madrugada para nos ensinar a nos esquecer.

 

–     ser alguém te interromper a caminhada para te pedir algo, considerando que o acaso não existe.

 

–     ser estarmos carregando, calados, nossas cruzes.

 

–     ser a bonança após a borrasca, ou não. Não sabemos os desígnios de Deus.

 

A possibilidade do novo é algo exeqüível na nossa caminhada. O caminho a ser percorrido é também o possível conforme nossos recursos para construir. Pensemos que, na vida, tudo são possibilidades de o novo sobrepor velhos paradigmas, na concepção de um mundo mais equilibrado. E, ainda assim, o +que sempre, por ora, sobrará, de novo, será o evangelho, pois ainda não sabemos tirar dele o maná da vida eterna, que nos habilite a nos categorizar como filhos do Deus vivo.

 

Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum. (André Luiz, Nas conversações, Capítulo 9, Agenda Cristã, Psicografia de Chico Xavier.)

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