BILHETE DA REGRA ÁUREA

BILHETE DA REGRA ÁUREA
Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Passos da Vida. Lição nº 11. Página 43.

Justo que você peça a Felicidade. Rogue, porém, ao Senhor, igualmente, a necessária compreensão para aproveitá-la, semeando Felicidade em seu caminho.
Cultive o contentamento de dar. Não azede, entretanto, os seus benefícios com a exigência de gratidão.
Estime a sua independência. Respeite, todavia, a liberdade dos semelhantes.
Fale como julgue melhor. Ouça, porém, com apreço a palavra do próximo, qualquer que ela seja.
Considere os seus triunfos. Não desmereça, contudo, as conquistas alheias.
Reconforte os irmãos em prova. Compartilhe, no entanto, igualmente a alegria daqueles que se vejam em condições mais favoráveis que as nossas.
Colabore na construção do bem. Mas não crie dificuldades na obra a realizar.
Perdoe aos adversários. Desculpe, todavia, os amigos quando aparentemente lhe firam o coração.
Exalte o bem. Entretanto, não destaque o mal.
Sofra as lutas naturais do caminho a percorrer. Ofereça, porém, o seu melhor sorriso, por raio de sol da sua fé, para que a sombra passageira de sua inquietação não aumente a intranquilidade dos outros.
Aconselha a Regra Áurea: “Faça ao próximo aquilo que você deseja lhe seja feito”.
Isso, no fundo, quer igualmente dizer que se você deseja auxílio eficiente, tanto quanto possível, dê auxílio completo aos outros sem desajudar a ninguém.

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Um comentário sobre “BILHETE DA REGRA ÁUREA

  1.  

      Mensagens de Paz – 05/02/15

     

     

    OS ÓRFÃOS  

            

              Meus irmãos amai os órfãos. Se soubésseis o quanto é tristeestar só e abandonado, principalmente na infância! Deus permite que haja órfãospara nos animar a lhes servir de pais. Que divina caridade é ajudar uma pobre epequena criatura abandonada, impedi-la de sofrer fome e frio, conduzir sua almaa fim de que ela não se perca no vício! Quem estende a mão à criança abandonadaagrada a Deus, pois compreende e pratica sua lei. Considerai também que, muitasvezes, a criança que socorreis vos foi querida noutra encarnação e, se casopudésseis vos lembrar, isso não seria mais caridade e sim um dever. Assim,portanto, meus amigos, todo ser que sofre é vosso irmão e tem o direito à vossacaridade, mas não aquela caridade que fere o coração, não aquela esmola quequeima a mão que a recebe, pois vossas esmolas são, muitas vezes, bem amargas!Quantas vezes seriam recusadas se, em casa, a doença e a miséria nãoprecisassem delas! Daí delicadamente, acrescentai à vossa dádiva o maisprecioso de todos benefícios: uma boa palavra, uma carícia, um sorriso amigo.Evitai esse tom de proteção que fere o coração já aflito e pensai que, ao fazero bem, trabalhais para vós e para os vossos.  

              Do Livro: O Evangelho Segundo oEspiritismo              

                             Cap. 13 – Item – 18 – Um EspíritoFamiliar 

                             Allan Kardec

      

    *************************

      O bem que fazemos tem retornogarantido.

    Ninguém tem necessidade depraticar a caridade pensando em retorno.

     Chico Xavier

     

     

     

     

     

     

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