O Mais Difícil

O MAIS DIFÍCIL

Pelo Espírito Hilário Silva. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: A Vida Escreve. Lição nº 10. Página 49.

Diante das águas calmas, Jesus refletia. Afastara-se da multidão, momentos antes. Ouvira remoques e sarcasmos. Vira chagas e aflições. O Mestre pensava…

Tadeu e Tiago, o moço, João e Bartolomeu aproximaram-se. Não era aquele um momento raro? E ensaiaram perguntas.

– Senhor – disse João -, qual é o mais importante aviso da Lei na vida dos homens?

E o Divino Amigo passou a responder: – Amemos a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos.

– E qual a virtude mais preciosa? – indagou Tadeu.

– A humildade.

– Qual o talento mais nobre, Senhor? – falou Tiago.

– O trabalho.

– E a norma de triunfo mais elevada? – interrogou Bartolomeu.

– A persistência no bem.

– Mestre, e qual é, para nós todos, o mais alto dever? – aventurou Tadeu novamente.

– Amar a todos, a todos servindo sem distinção.

– Oh! Isso é quase impossível – gemeu o aprendiz.

– A maldade é atributo de todos – clamou Tiago -; faço o bem quanto posso, mas apenas recolho espinhos de ingratidão.

– Vejo homens bons sofrendo calúnias por toda parte – acentuou outro discípulo.

– Tenho encontrado mãos criminosas toda vez que estendo as mãos para auxiliar – disse outro.

E as mágoas desfilaram diante do Mestre silencioso.

João, contudo, voltou a interrogá-lo:

– Senhor, que é mais difícil? Qual a aquisição mais difícil?

Jesus sorriu e declarou:

– A resposta está aqui mesmo em vossas lamentações. O mais difícil é ajudar em silêncio, amar sem crítica, dar sem pedir, entender sem reclamar… A aquisição mais difícil para nós todos chama-se paciência.

COXOS e ESTROPIADOS

COXOS e ESTROPIADOS

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Canais da Vida. Lição nº XVII. Página 79.

Em matéria de auxílio aos que te reclamam a luz da fraternidade, não te deixes guiar pelas aparências.

Não julgues o mordomo do ouro terrestre por afortunado detentor da riqueza. Muitas vezes, sob anotações e fichas bancárias, é um trabalhador desesperado, vergando ao peso de inquietantes compromissos, quando não seja triste sedento de paz entre as grades da sovinice.

Não suponhas o homem representativo da vida pública como sendo o guardião da felicidade. Em muitas ocasiões, embora ostente o bastão do poder, não passa de infortunada vítima de amargas provas a lhe roubarem o contentamento e a segurança.

Não consideres a mulher exteriormente enfeitada por jóias de alto preço, por veículo de maldade e perturbação. Quase sempre, no imo da própria alma, sente-se asfixiada por chagas dolorosas de amargura e desencanto, que lhe aniquilam as melhores aspirações.

Não creias que o artista da inteligência, admirável pelos valores intelectuais com que assombra a mente popular seja sempre o instigador da devassidão. Muitas vezes, na intimidade dele mesmo é um mutilado psicológico, de quem as vicissitudes da Terra furtaram a esperança e a alegria.

Coxos e estropiados não se encontram simplesmente nos desvãos da indigência.

Respiram com mais frequência, segundo o símbolo evangélico, nas grandes e luzidas assembléias do mundo, onde se discutem as mais pesadas responsabilidades humanas.

Jesus quando nos pediu atenção para com os irmãos infelizes incluiu igualmente os nossos companheiros que conduzem consigo a bolsa recheada com aflitivos desenganos na vida íntima.

Fujamos ao exibicionismo dos elogios mútuos e das vazias competições em que medimos nossas forças com os próprios afeiçoados em torneios inúteis de vaidade e ilusão.

Que o entendimento nos ilumine o espírito na jornada para diante e compadecendo-nos uns dos outros, saibamos pavimentar com a verdadeira fraternidade o caminho de nossa libertação.

COMECEMOS HOJE

COMECEMOS HOJE

Pelo Espírito André Luiz. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Mãos Marcadas. Lição nº 03. Página 21.

Não diga que você pratica as Lições do Evangelho, simplesmente por debater-lhe os problemas.

A palavra edificante é uma benção do Céu, mas, há sonâmbulos do verbo notável, sem serem loucos. Falam de maneira brilhante, embora dormindo. E todos podemos sofrer semelhante calamidade.

Em nosso testemunho de aplicação com Jesus, é preciso fazer algo.

Acorde, pois trabalhando.

Lembre-se de que o próximo espera por seu auxílio.

Mexa-se de algum modo, para ajudar.

Pinte, com o próprio esforço, a casa onde você mora, dando-lhe aspecto mais agradável.

Lave a louça da mesa que o serviu.

Limpe uma ferida que sangra.

Apare as unhas de um paralítico.

Guie um cego, na praça pública.

Garanta a higiene, onde você estiver.

Acomode o próprio corpo com atenção, de maneira a não incomodar o vizinho, no veículo de condução coletiva.

Carregue uma criança de colo para que essa ou aquela mãezinha fatigada descanse, por alguns minutos.

Costure para os necessitados.

Dê um café aos filhos do infortúnio.

Distribua, com alegria, as sobras da refeição.

Antes que apodreça, entregue a roupa supérflua ao companheiro andrajoso.

Reparta o pão com o menino infeliz que muitas vezes, lhe observa o conforto pela vidraça.

Plante uma árvore útil.

Enderece uma gentileza aos amigos, procurando ocultar-se.

Estenda braços fraternos, ainda mesmo por um simples momento, aos que forem surpreendidos pela enfermidade, na rua.

Adquira um comprimido balsamizante para o irmão que acuse dor de cabeça.

Faça o favor de transportar espontaneamente os pequeninos fardos que pesam nas mãos alheias.

Confie um livro nobre à circulação, no ambiente doméstico.

Ofereça uma flor ao enfermo.

Preste, com bondade, a informação que lhe solicitam.

Dê algum dinheiro, em favor das boas obras, sem a preocupação de fiscalizar.

Comecemos agora.

Não creia que o barulho de fora consiga despertar-nos. Ante a pressão externa, mais se esconde a tartaruga na carapaça. Entretanto, o ruído de nossas próprias mãos no trabalho construtivo renova-nos a mente.

Hoje, você enriquece o serviço do Senhor, com alguma coisa.

Amanhã, porém, o serviço do Senhor será tesouro crescente, em seu caminho.

Veneno Livre

VENENO LIVRE

Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos).

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Cartas e Crônicas. Lição nº 18. Página 81.

Pede você que os Espíritos desencarnados se manifestem sobre o álcool, sobre os arrasamentos do álcool.

Muito difícil, entretanto, enfileirar palavras e definir-lhe a influência.

Basta lembrar que a cobra, nossa velha conhecida, cujo bote comumente não alcança mais que uma só pessoa, é combatida a vara de ferro, porrete, pedra, armadilha, borralho, água fervente e boca de fogo, vigiada de perto pela gritaria dos meninos, pela cautela das donas de casa e pela defesa do serviço municipal, mas o álcool, que destrói milhares de criaturas, é veneno livre, onde quer que vá, e, em muitos casos, quando se fantasia de champanhe ou de uísque, chega a ser convidado de honra, consagrando eventos sociais.

Escorrega na goela de ministros com a mesma sem-cerimônia com que desliza na garganta dos malandros encarapitados na rua.

Endoidece artistas notáveis, desfibra o caráter de abnegados pais de família, favorece doenças e engrossa a estatística dos manicômios; no entanto, diga isso num banquete de luxo e tudo indica que você, a conselho dos amigos mais generosos, será  conduzido ao psiquiatra, se não for parar no hospício.

Ninguém precisa escrever sobre a aguardente, tenha ela o nome de vodca ou de suco de cana, cerveja, rum ou conhaque, de vez que as crônicas vivas, escritas por ela mesma, estão nos próprios consumidores, largados à bebedeira, nos crimes que a imprensa recama de sensacionalismo, nos ataques da violência e nos lares destruídos.

E se comentaristas de semelhantes demolições devem ser chamados à mesa redonda da opinião pública, é indispensável sejam trazidos à fala as vítimas de espancamento no recinto doméstico, os homens e as mulheres de vida respeitável que viram a loucura aparecer de chofre no ânimo de familiares queridos, as crianças transidas de horror ante o desvario de tutores inconscientes e, sobretudo, os médicos encanecidos no duro ofício de aliviar os sofrimentos humanos.

Qual!  Não acredite que nós, pobres inteligências desencarnadas, possamos grafar com mais vigor os efeitos da calamidade terrível que escorre, de copinho a copinho.

É por isso talvez que as tragédias do alcoolismo são, quase sempre, tratadas a estilete de sarcasmo.

E creia você que a ironia vem de longe.

Consta do folclore israelita, numa história popular, fartamente anotada em vários países por diversos autores, que Noé, o patriarca, depois do grande dilúvio, rematava aprestos para lançar à terra ainda molhada a primeira vinha, quando lhe apareceu o Espírito das Trevas, perguntando, insolente :

– Que desejas levantar, agora?

– Uma vinha – respondeu o ancião, sereno.

– O sinistro visitante indagou quanto aos frutos esperados da plantação.

– Sim – esclareceu o bondoso velho -, serão frutos doces e capitosos. As criaturas poderão deliciar-se com eles, em qualquer tempo, depois de colhidos. Além disso, fornecerão milagroso caldo que se transformará facilmente em vinho, saboroso elixir capaz de adormecê-las em suaves delírios de felicidade e repouso…

– Exijo sociedade nesta lavoura! – gritou Satanás, arrogante.

Noé, submisso, concordou sem restrições e o Gênio do Mal encarregou-se de regar a terra e adubá-la, para o justo cultivo.

Logo após, com a intenção de exaltar a crueldade, o parceiro maligno retirou quatro animais da arca enorme e passou a fazer a adubagem e a rega com a saliva do bode, com o sangue do leão, com a gordura do porco e com o excremento do macaco.

À vista disso, quantos se entregam ao vício da embriaguez apresentam os trejeitos e os berros sádicos do bode ou a agressividade do leão, quando não caem na estupidez do porco ou na momice dos macacos.

Esta é a lenda; entretanto, nós, meu amigo, integrados no conhecimento da reencarnação, estamos cientes de que o álcool, intoxicando temporariamente o corpo espiritual, arroja a mente humana em primitivos estados vibratórios, detendo-a, de maneira anormal, na condição de qualquer bicho.

ENDEREÇOS DA CRUZ

ENDEREÇOS DA CRUZ

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Paz. Lição nº 18. Página 80.

Por ensinamento vivo e silencioso, o Cristo deixou-nos a cruz por mensagem, destinada a múltiplos endereços.

Para os que buscam elevação – oferece o traço vertical, simbolizando o caminho reto para a Vida Superior.

Para os fortes – convite ao sacrifício pessoal pela felicidade dos outros.

Para os fracos – refazimento.

Para os desvalidos – esperança.

Para os bons – chamamento ao serviço espontâneo em favor do próximo.

Para os maus – apelo à regeneração.

Para os caídos – coluna de apoio para que se levantem.

Para os ociosos – intimação muda ao trabalho.

Para os diligentes – diretriz.

Para os transviados – ponto de retorno ao rumo certo.

Para os que choram – encorajamento.

Para os enfermos – proteção.

Para os solitários – companhia.

Para os cansados – refúgio.

Para os descrentes – desafio.

Para os irresponsáveis – advertência.

Para os perseguidos – socorro.

Para os ofensores – tolerância.

Para os aflitos – reconforto.

Para os desertores – lição.

E para todas as criaturas, quaisquer que sejam, como estejam e onde estejam, a cruz oferece o traço horizontal, expressando, em qualquer tempo, a Infinita Misericórdia de Deus, sempre de braços abertos.

A ponte de Luz

A PONTE DE LUZ

Pelo Espírito Maria Dolores. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: A Vida Conta. Lição nº 08. Página 34.

Terminara Jesus a prédica no monte.

Nisso, o apóstolo Pedro se aproxima

E diz-lhe: – Senhor, existe alguma ponte

Que nos conduza ao Alto, ao Céu que brilha muito acima?

Conforme ouvi de tua própria voz,

Sei que o Reino do Amor está dentro de nós…

Mas deve haver, no Além, o País da Beleza,

Mais sublime que o Sol, em fulgor e grandeza…

Onde essa ligação, Senhor, esse divino acesso?

Jesus silenciou, como entrando em recesso

Da palavra de luz que lhe fluía a jorro…

Circunvagou o olhar pelas pedras do morro

E, depois de comprida reflexão,

Falou ao companheiro: – Ouve, Simão,

Em verdade, essa ponte que imaginas

Existe para a Vida Soberana,

Mas temos de atingi-la por estrada

Que não é bem a antiga estrada humana.

– Como será, Senhor, esse caminho?

Tornou Simão a perguntar.

E Jesus respondeu sem hesitar:

– Coração que a escolha, às vezes, vai sozinho,

E quase que não tem

Senão renúncia e dor, solidão e amargura…

E conquanto pratique e viva a lei do bem,

Sofre o assédio do mal que o vergasta e procura

Reduzi-lo à penúria e ao desfalecimento.

Quem busca nesta vida transitória,

Essa ponte de luz para a eterna vitória

Conhecerá, de perto, o sofrimento

E há de saber amar aos próprios inimigos,

Não contará percalços nem perigos

Para servir aos semelhantes,

Viverá para o bem a todos os instantes

E mesmo quando o mal pareça o vencedor,

Confiando-se a Deus, doará mais amor…

E ainda que a morte, Pedro, se lhe imponha,

Na injustiça ferindo-lhe a vergonha,

Aceitará pedradas sem ferir,

Desculpará injúria e humilhação

Se deseja elevar o coração

À ponte para o Reino do Porvir…

Alguns dias depois, o Cristo flagelado,

Entregue à própria sorte

Encontrava na cruz o impacto da morte,

Silencioso, sozinho, desprezado…

Terminada que foi a gritaria

Da multidão feroz naquele dia,

Ante o Céu anunciando aguaceiro violento,

Pedro foi ao Calvário, aflito e atento,

Envergando disfarce…

Queria ver o Mestre, aproximou-se

Para sentir-lhe o extremo desconforto…

Simão chorou ao ver o Amigo morto.

E ao fitá-lo, magoado, longamente

Ele ouviu, de repente,

Uma voz a falar-lhe das Alturas:

– Pedro, segue, não temas, crê somente!…

Recorda os pensamentos teus e meus…

Esta cruz que me arrasa e me flagela

É a ponte que sonhavas, alta e bela,

Para o Reino de Deus.

EMBAIXADORES DIVINOS

EMBAIXADORES DIVINOS

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Livro: Opinião Espírita. Lição nº 54. Página 177.

Eles, os Embaixadores Divinos, quando chegam a nós, espíritos internados na escola da evolução, trazem consigo as harmonias supremas.

Expressam-se raramente por estruturas humanas, conquanto permitam que artistas de sentimento elevado lhes imaginem a forma, nas alegorias da abstração ou na linguagem dos símbolos.

Manifestam-se quase sempre por influxos de sabedoria e beleza, amor e refazimento.

São frêmitos de esperança, alavancas intangíveis de força, clarões relampagueantes no firmamento da alma, a se lhe espelharem nas telas do pensamento por idéias sublimes e sonhos majestosos, visões interiores de magnificência intraduzível, cujo fulgor recorda a auréola solar dissipando as trevas!…

Abeiram-se das mãos fatigadas de pranto e renovam-lhes a ternura para que afaguem de novo os filhos ingratos;

Aproximam-se dos corações exaustos de sacrifícios, impelindo-os a converter soluços de sofrimento em cânticos de alegria;

Envolvem o cérebro daqueles que se consagram espontaneamente à felicidade dos semelhantes e comunicam-lhes o lume da inspiração, que se lhes transfigura, no campo mental, em cores e melodias, invenções e modelos, composições literárias e revelações científicas, poemas e vozes, hinos à bondade e planos de serviço que atendam anseios e aspirações das criaturas famintas de acesso aos reinos superiores do espírito;

Abraçam os lidadores do bem e reaquecem-lhes os corações para que não se imobilizem, sob o granizo da calúnia, e nem se entorpeçam, ao verbo gelado e fulgurante das filosofias estéreis;

Beijam a fronte pastosa dos agonizantes que aguardam tranquilamente a morte, rociando-lhes o olhar com lágrimas de júbilo ao desvendar-lhes os gloriosos caminhos da liberdade;

Enlaçam os servidores humildes que suam e choram na gleba, a fim de que o mundo se abasteça suficientemente de pão, e levantam-lhes a cabeça para a contemplação do Céu…

Quando a ventania da adversidade te assopre desalento ou quando a sombra da provação te mergulhe em nuvens de tristeza, recorre a eles, os Embaixadores Divinos do Amor Eterno, e sentirás de imediato, o calor da fé, nutrindo-te a paciência e acalentando-te a vida.

Para isso, basta te recolhas à paz do silêncio acendendo em ti mesmo leve chama de oração por atalaia de luz.

Existências passadas

“Observa os próprios hábitos e tendências e perceberás o que fôste nas existências passadas. Analisa os que te rodeiam, no círculo doméstico-social e identificarás com quem te comprometeste para sanar os próprios débitos ou traçar a própria senda de elevação. Um aluno repete o currículo de lições no objetivo de ir em frente, não para acomodar-se à retaguarda. Indispensável corrigir-nos naquilo que erramos. Obstáculos são desafios renovadores”.

Emmanuel & Chico Xavier. Lição: Hábitos e Tendências. Livro: Amigo.

No Justo Momento – Albino Teixeira

NO JUSTO MOMENTO

Pelo irmão Albino Teixeira, através do irmão Francisco Cândido Xavier, do livro Paz e Renovação

No justo momento em que:

– o fracasso lhe atropele o carro da esperança;

– o apoio habitual lhe falte a existência;

– a ventania da adversidade lhe açoite o espírito;

– a aflição se lhe intrometa nos passos;

– a tristeza lhe empane os horizontes;

– a solidão lhe venha fazer companhia;

– no momento justo, enfim, em que a crise ou a angústia, a sombra ou a tribulação se lhe façam mais difíceis de suportar, não chore e nem esmoreça.

A água pura a fim de manter-se pura é servida em taça vazia.

A treva de meia-noite é a ocasião em que o tempo dá sinal de partida para nova alvorada.

Por maior a dificuldade, jamais desanime.

O seu pior momento na vida é sempre o instante de melhorar.

Colaboração do irmão Antônio Sávio de Resende