O serviço de divulgação do CRE Sul informa mais este evento espírita em nossa região, confiram:

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O Grupo Espírita Francisco Cândido Xavier de Cruzília realizará a 2ª Feira do Livro Espírita e será nos dias 08, 09 e 10 de Abril no Cine Vitória com palestras todas as noites as 20 horas.
Dia 08 Arnaldo Ribeiro com o tema “Jesus”
no dia 09 Eduardo Mattos com o tema ” O que é o Espiritismo”
no dia 10 fechará com Tarcísio Alcântara com o tema ” Lidando com nossas emoções”
isso tudo e mais aquele bate papo legal com nossos visitantes. Esse ano esse evento trará surpresas, confiram!!! E que Deus nos abençõe a todos. Muita paz,
Noronha

Momentos magicos

Momentos mágicos

A história é narrada por Ed Landry, recordando cenas dos seus catorze anos de idade.

Na época, seu pai trabalhava das oito da noite às quatro da manhã. E foi no período de férias do garoto que tudo aconteceu.

Ele se oferecera para preparar o café da manhã para o pai, depois do trabalho.

O pai acabava seu turno e, em plena madrugada, telefonava para casa. O garoto pulava da cama. As irmãs e a mãe se mexiam na cama e dormiam. Sabiam que não era para elas a ligação.

Quando ele atendia, ouvia a voz animada do pai dizendo que concluíra seu trabalho e, em vinte minutos, estaria em casa.

O café estará pronto. Respondia o menino.

O prato predileto do pai àquela hora da manhã era ovos com bacon.

A velha frigideira de ferro saía rápido do armário e ficava à espera. O garoto preparava o café, as torradas e ficava olhando a rua pela tela da varanda dos fundos.

Ele podia ver quatro quarteirões de distância.

O dia desejava raiar mas as estrelas ainda brilhavam. Quando o pai atingia o poste de iluminação, ele colocava o bacon na frigideira. Era o momento ideal. Quando o pai lançava seu sonoro Bom dia, entrando pela cozinha, o bacon estava no ponto.

Enquanto ele lavava o rosto e as mãos, os ovos eram preparados. O pai se sentava à mesa e dizia:

É formidável você preparar meu café da manhã. Eu me sinto realmente agradecido.

Não é trabalho nenhum. - Falava Ed. O difícil é só levantar. Depois tudo é fácil.

Enquanto comia, o pai contava como fora seu trabalho. Mecânico de locomotivas, ele tinha um carinho especial por cada uma delas.

Estranhamente para o filho, o pai, que deveria demonstrar cansaço após exaustivas horas de trabalho, contava suas histórias com entusiasmo.

Quando um bocejo denunciava que o sono chamava o menino de volta para os seus sonhos inacabados, o pai falava:

Eddy, está ficando tarde. Você deve voltar para a cama para não ficar cansado amanhã, quer dizer, hoje, logo mais. Eu vou ler o jornal e relaxar um pouco.

Agradecia o café e se olhavam profundamente nos olhos. Eddy recorda que aquelas madrugadas eram os momentos mágicos que eles passavam juntos, de uma forma muito especial.

Uma troca de carinho muito significativa entre um pai que deveria estar cansado e um filho adolescente com as pálpebras pesadas de sono.

* * *

A vida nos surpreende todos os dias com momentos especiais. Momentos que, em verdade, não se repetem.

Quem poderá esquecer o abraço espontâneo do pequerrucho que pula no pescoço, se pendura e fala: Eu te amo?

Quem não se recordará por todos os anos da sua vida do beijo melado, cheio de chocolate, da pequenina sorridente?

Quando a velhice nos alcançar, com certeza ainda teremos na acústica da alma os sons das primeiras canções infantis dos nossos pequenos.

Cada momento vivido com os filhos, com a família, é de extraordinária riqueza.

Ao longo da nossa vida, quando a solidão nos abraçar, teremos as lembranças doces e ternas para nos fazerem companhia.

Redação do Momento Espírita, com história do artigo Bom dia, papai!, de Seleções Reader’s Digest, de janeiro de 2000.

Em 23.03.2011.

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Pecado e pecador

Pecado e pecador

A sociedade humana possui a tendência de separar os elementos que a compõem.

De um lado, há os que apresentam aspectos positivos de comportamento.

Caracterizam-se pelo cumprimento dos próprios deveres e por não representarem perigo para os demais.

De outro, colocam-se os considerados perigosos ou indesejáveis.

Há quem afirme que os direitos humanos deveriam ser assegurados apenas para as denominadas pessoas de bem.

Já em relação aos demais, nutre-se, muitas vezes de forma velada, o desejo de que sejam exterminados.

É com dificuldade que são tolerados, mas sem muitas considerações para com suas necessidades ou dores.

Não se advoga que a sociedade deixe de se acautelar contra o mal, onde e como se apresente.

É preciso mesmo prevenir os vícios e as tragédias que engendram.

Contudo, urge, a título de combater o desequilíbrio, não odiar o desequilibrado.

A respeito, há uma interessante passagem na Terceira Epístola de João Evangelista.

Nela, o Apóstolo exorta a que se siga sempre o bem.

E afirma que quem faz o bem é de Deus, mas quem faz o mal não tem visto a Deus.

Veja-se que ele não separa os homens entre bons e maus.

Não os divide entre justos e pecadores.

Não assevera que alguns são de Deus e outros não.

Apenas afirma que quem faz o mal tem-se mantido distante do Pai Celestial, não O tem visto.

Trata-se de uma visão lúcida e justa da realidade humana.

Quem já luta para cumprir seus deveres milita entre os Espíritos que começam a compreender o Pai.

Já os desequilibrados, os desonestos e os violentos ainda não conseguem pressenti-lO.

Como autênticos e graves enfermos espirituais, causam dores para si e para os outros.

Incapazes de compreender o funcionamento das Leis Divinas, semeiam tragédias em seus caminhos.

Lamentáveis, mas ainda assim humanos, amados filhos de Deus.

Seus atos devem ser contidos, para o bem de todos.

Mas eles próprios precisam ser educados.

A principal lição do Evangelho é a fraternidade.

Jesus foi enfático ao afirmar que os sãos não necessitam de médico.

Assim, é despropositado que quem se afirma cristão deseje o extermínio de seus irmãos mais infelizes.

O homem caído não é alguém a ser aniquilado.

Ele representa a ovelha perdida, o precioso filho pródigo, na belíssima linguagem evangélica.

Importa, pois, rever o sentir em relação aos conceitos de pecado e pecador, de crime e criminoso.

Lute-se contra o crime, mas amparando quem se lhe enredou nas malhas tenebrosas.

Que jamais se deseje a desgraça para quem já é em si muito desgraçado.

Do Evangelho, extrai-se com clareza não haver vitória sem união.

Apenas da vivência da genuína fraternidade é que surge a paz, pessoal e coletiva.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 122, do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.

Em 22.03.2011.

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O exerci­cio do perdao

O exercício do perdão

Certa vez, perguntaram a um filósofo se Deus perdoa. Após refletir um tanto, ele respondeu com outro questionamento: Para perdoar é necessário sentir-se ofendido?

De pronto o interlocutor respondeu: Sim. Se não há ofensa, como haveria perdão? Retornou ele novamente para o filósofo.

Esse então, calmamente respondeu: Logo, Deus não perdoa!

Embora a resposta nos pareça estranha, traz em si reflexões de grande monta.

A primeira delas é a de que muito melhor que perdoar, é não se sentir ofendido. E para isso, é necessário que a indulgência esteja em nossa mente, que a benevolência esteja em nossas ações.

Porém, quem já não se sentiu ofendido? Ainda trazemos muitas dificuldades na alma. O orgulho, a vaidade, a pretensão, todos reunidos na alma, nos fazem criaturas com grande dificuldade em não se ofender.

Às vezes, o ofensor nem percebe que nos magoou, quando acontece de não conseguir avaliar as nossas limitações emocionais. Outras tantas, percebe, tenta remediar, mas o mal já está feito… A ofensa já nos atingiu.

Assim, se ainda nos ofendemos, devemos aprender a perdoar. Porque será o perdão que conseguirá tirar a nódoa da ofensa dos tecidos de nossa alma.

Se a ofensa nos pesa no coração, atormenta a alma e perturba a mente, o perdão nos fará leves novamente, tranquilizando a alma e sossegando a mente.

Dessa forma, todo esforço para perdoar deve ser levado em conta, sem economia de nossas capacidades emocionais e racionais.

É claro que o perdão não se instaura imediatamente, e ainda, quanto mais magoados e ofendidos, maior a intensidade das dores. Talvez, mais esforço nos seja demandado.

Assim, comecemos o exercício do perdão assumindo que a raiva, a mágoa, a ofensa existem em nosso coração. Enquanto fingirmos que perdoamos, apenas pelos lábios, sem passar pelo coração, nada acontecerá.

Em seguida, busquemos compreender a atitude do outro, daquele que nos ofendeu. Talvez tenha sido um mau dia para ele. Ou esteja passando por uma fase difícil. Ou ainda, talvez ele mesmo seja uma pessoa com grandes feridas na alma. Por isso, mostra-se tão agressivo.

Após compreender, exercitemos pequenos passos de aproximação. Primeiramente, suportemo-lo, enfrentando os sentimentos ruins que poderão brotar em nossa alma, nesse primeiro instante. Mas, persistamos na convivência, por alguns instantes que seja.

Em seguida, demos espaço para a tolerância, ensaiando os primeiros passos do relacionamento, mesmo que distante e ainda um tanto frio.

Em seguida, estreitemos um pouco mais o relacionamento, através da cordialidade e do coleguismo.

Não tardará para que sejamos capazes de retomar a fraternidade e administrar o ocorrido, em nossa intimidade.

Afinal, o perdão exige o esquecimento. Porém, não esqueceremos o fato, aquilo que nos causou a mágoa, já que isso se mostra quase impossível.

O esquecimento que o perdão provoca é o da mágoa, da ofensa. Quando pudermos olhar nos olhos daquele que nos magoou, com tranquilidade e paz no coração, aí estará implantado em nossa alma, o perdão.

Redação do Momento Espírita

Em 25.02.2011.

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Aborrecimentos

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Aborrecimentos
Nada mais comum nas atividades terrenas do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.

Nada mais corriqueiro entre os indivíduos humanos.

Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.

Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de “pavio curto”, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.

Compreensível que se agite, que se irrite, que alteie a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos e matizes.

Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.

Contudo, você não veio à terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.

Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.

Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com Deus, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.

Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos abençoados com Jesus Cristo e com Seus prepostos.

Assim, observe-se mais; conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se mais por melhorar-se.

Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.

Aproxime-se um pouco mais dos Benfeitores Espirituais que o amparam.

Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.

Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.

Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas conseqüências danosas, a fim de não fazer o mesmo.

Cada esforço que você fizer por melhorar-se, por educar-se, será secundado pela ajuda de luminosos Imortais que estão, em todo tempo, investindo no seu progresso, para que, pouco a pouco, mas sempre, você se cresça e se ilumine, fazendo-se vitorioso cooperador com Deus, tendo-se superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de perene formosura.

***

Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.

E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: “fui o mais forte.”

ESPECIAL:

Companhia perturbadora

Companhia perturbadora

Nem sempre estamos bem acompanhados, e uma dessas companhias perturbadoras é a que nos faz infelizes ao perceber a felicidade do outro.

A inveja não está na simples constatação do triunfo alheio. Ela se apresenta quando essa constatação nos faz mal, produz em nós sentimentos negativos de revolta, de indignação.

Essa filha do orgulho instala-se em nossa alma e nos leva aos precipícios morais do ódio sem razão.

Muito mais fácil do que buscar nossa felicidade, nossas próprias conquistas é criticar, questionar, destruir a dos outros.

A inveja é preguiça moral, é acomodação do Espírito que ainda não está desperto e disposto a empreender a necessária luta pelo crescimento.

Ao invés de se empenhar na autovalorização, o paciente da inveja lamenta o triunfo alheio e não luta pelo seu. Apela, muitas vezes, para a intriga e a maledicência, fica no aguardo do insucesso do suposto adversário, perseguindo-o, buscando satisfazer seu prazer mórbido.

Egocêntrico, não saiu da infância psicológica e pretende ser o único centro da atenção, credor de todos os cultos e referências.

Insidiosa, a inveja é resultado da indisciplina mental e moral, que não considera a vida como patrimônio divino para todos.

Trabalha, por inveja, para competir, sobressair, destacar-se. Não tem ideal, nem respeito pelas pessoas e pelas suas árduas conquistas.

Esse sentir doentio descarrega correntes mentais prejudiciais dirigidas às suas vítimas, que somente as alcançam se estiverem em sintonia. Porém, os danos ocorrem em quem gera esse sentir, perturbando-lhe a atividade, o comportamento.

Assim, o invejoso sempre sairá perdendo. Não apenas não resolverá seu problema – se é que ele existe – como sempre aumentará sua frustração, sua infelicidade.

* * *

A terapia para a inveja consiste, inicialmente, na cuidadosa reflexão do eu profundo em torno da sua destinação grandiosa, no futuro.

Consiste em avaliar os recursos de que dispõe e considerar que a sua realidade é única, individual, não podendo ser medida nem comparada com outras em razão do processo da evolução de cada um.

O cultivo da alegria, pelo que é e dos recursos para alcançar novos patamares, enseja o despertar do amor a si mesmo, ao próximo e a Deus.

Esse despertar facultará à criatura a perfeita compreensão dos mecanismos da vida e as diferenças entre as pessoas, formando um todo holístico na grande unidade.

* * *

Fazei vossa felicidade e vosso verdadeiro tesouro sobre a Terra em obras de caridade e de submissão, as únicas que devem contribuir para serdes admitidos no seio de Deus.

Essas obras do bem farão vossa alegria e vossa felicidade eternas.

A inveja é uma das mais feias e das mais tristes misérias do vosso globo.

A caridade e a constante emissão da fé farão desaparecer todos esses males, à medida que os homens de boa vontade se multiplicarem.

Redação do Momento Espírita com base em texto da Revista Espírita, de Allan Kardec, de julho de 1858 e no cap. 5 da obra O ser consciente, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

Em 02.03.2011.

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Cidade maravilhosa

Cidade maravilhosa

A segunda capital do Brasil, Rio de Janeiro, é cantada e conhecida como a cidade maravilhosa. Aquela cheia de encantos mil.

E, verdadeiramente o é. Chegar àquela cidade e contemplar, à distância, o Cristo Redentor no alto do morro, é comovente.

E depois, se sucedem as praias, a natureza em total exuberância, a entrada da Baía de Guanabara, o mar beijando a orla…

Um verdadeiro encanto para quem tem olhos de ver e não se detém somente nas dificuldades que aquela metrópole, à semelhança de outras tantas, padece.

Talvez, por isso, aquele jovem de uma localidade do interior do Estado tenha se surpreendido, ao receber uma nota em que sua amiga se referia à cidade em que ele reside como maravilhosa.

Maravilhosa em quê?, redarguiu.

A cidade onde moro não é nenhuma metrópole, não tem nenhuma atração especial e o máximo que temos em beleza é a praça central, com alguns canteiros e bancos para desfrutar do sol.

A resposta que recebeu o deixou emocionado.

Amigo, para mim, o local onde moram os meus amigos, será sempre maravilhoso. Isso porque eu sei que, chegando ali, encontrarei as flores da amizade em ricos ramalhetes para me receber.

Sei que, passeando pelas ruas, poderei sentir o perfume dessa virtude que alimenta as nossas vidas exalando de cada coração.

Sei que, mesmo em dias de chuva e frio, encontrarei o calor dos seus abraços e o sol dos seus sorrisos.

Por isso, acredite, a sua cidade é maravilhosa. Ali residem você e outros tantos amigos, cujas fotos trago muito bem guardadas, no álbum do coração.

Quando viajo pelo mundo, quando chego às cidades onde ninguém me conhece e a ninguém conheço, tenho o cuidado de fechar os olhos e folhear esse precioso álbum.

As faces de cada um dos que residem nessa cidade passam pela minha memória e acalentam a minha soledade.

Sei então que não estou só. Os amigos distantes vibram por mim, me indagam de notícias, me enviam seu carinho em torpedos diários, em e.mails que chegam a horas perdidas da madrugada.

Existem sim, no mundo, localidades de espetacular beleza, que enchem os olhos com suas alamedas bem desenhadas, flores em abundância, jardins e praças esculturais.

Cidades que ofertam belezas naturais, com rios de águas cantantes, pontes de invejável arquitetura.

Cidades antigas que conservam o romantismo das ruelas estreitas, entre o casario de uma ou outra época. Cidades culturais, cidades modernas, de linhas arrojadas, edifícios que desafiam as alturas, monumentos extraordinários que honram a criatividade humana, sempre insuperável em suas manifestações.

Sim, já visitei muitas cidades e fotografei um número imenso de logradouros, museus, bibliotecas, pontes, riachos e concertos de cores da natureza.

Já fotografei obras de incalculável valor, que atestam como o homem é verdadeiramente esse ser que deixa seus traços de imortalidade nas expressões da arquitetura, da engenharia, da pintura, da escultura. Tantas e diversificadas concretizações da sua grandiosidade de filho de Deus.

Mas, de todas, a mais maravilhosa cidade das que já visitei, conheci, admirei é, sim, essa cidade onde estão os meus amigos.

Essa cidade onde estão os ramalhetes perfumados que me envolvem a alma em afagos, carinho e atenção.

Redação do Momento Espírita.

Em 01.03.2011.

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A mesma medida

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A mesma medida
Em uma conhecida passagem evangélica, Jesus afirma que cada um será medido com a medida que aplicar aos outros.

Tem-se aí um princípio de justiça, já revelado no comando de amar ao próximo como a si mesmo.

Pelo mandamento do amor, surge o dever de tratar o semelhante como se gostaria de ser tratado, se estivesse em seu lugar.

A idéia básica é uma igualdade essencial entre todos os homens.

Embora diferentes pelas posições que ocupam na vida em sociedade, nenhum possui essência apartada da dos demais.

Evidentemente, há criaturas mais adiantadas, cuja bondade e sabedoria causam admiração.

Entretanto, na origem e no fim todos se aproximam.

Saídos da mais absoluta simplicidade chegarão à plenitude das virtudes angélicas.

Enquanto percorrem a longa jornada, devem se auxiliar mutuamente.

A lição cristã cinge-se basicamente à fraternidade.

É possível sofisticar o pensamento e encontrar nuanças preciosas nos ensinamentos do Cristo.

Mas é preciso cuidado para não esquecer o básico, nessa busca de detalhes, por valiosos que sejam.

O essencial reside em aprender a olhar o próximo como um semelhante, um irmão de caminhada.

Se ele se apresenta vicioso e de convívio pouco atrativo, nem por isso deixa de ser uma preciosa criatura de Deus.

Justamente perante os equivocados do mundo, convém refletir sobre a igualdade da medida.

À parte os Espíritos puros, que já percorreram todos os degraus da escala da evolução, os demais cometem erros.

Mesmo homens bem intencionados por vezes erram.

Não se trata de uma tragédia, na medida em que a vida propicia meios de reparar os estragos e seguir em frente.

Uma visão estreita da Divindade pode levar à concepção de que Ela sempre está a postos para punir suas criaturas.

Entretanto, não é assim.

As Leis Divinas encontram-se escritas na consciência de cada Espírito.

Elas visam à educação e à evolução dos seres, não a sua punição.

O rebote do desconforto que a violação da lei provoca destina-se a incentivar a retomada do caminho correto.

É possível ignorar os protestos da própria consciência um tempo, mas não indefinidamente.

Sempre surge o momento em que ela fala alto e atrai as experiências retificadoras do mal cometido.

Ocorre que o mesmo homem que encontra desculpas para seus equívocos, por vezes, é severo crítico do semelhante.

Ao assim agir, molda em seu íntimo um juiz implacável.

Quando chegar a sua hora de prestar contas dos próprios atos à eterna justiça, as medidas desse juiz severo é que lhe serão aplicadas.

Ciente disso, convém treinar um olhar indulgente para as falhas alheias.

Não se trata de tentar burlar a incidência da justiça divina, sempre perfeita.

Mas de não valorizar em excesso a sombra e a dor e de compreender a falibilidade natural do ser humano.

Pense nisso.

ESPECIAL:

Um segredo especial

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Um segredo especial
Está se tornando comum a separação dos casais, pelas questões mais tolas.

Por defenderem pontos de vistas diferentes, por professarem religiões diferentes, as rusgas acontecem.

Sobretudo por se sentir carente de afeto. Um ou outro abandona o lar, em busca de alguém que lhe supra a carência.

Esquecem, muitos desses, dos próprios filhos, embora pequenos.

O que a cada um interessa é somente a sua felicidade, idealizada na satisfação pessoal e nos seus próprios desejos.

Com isso vai se tornando mais raro, na terra, o casal que completa bodas de prata, que dirá de ouro.

Assim, aquele casal que convidou amigos e parentes para a comemoração de seus 50 anos de união, surpreendeu.

A cerimônia foi simples. Ele repetiu, perante todos, os votos formulados no dia do matrimônio: amor, fidelidade, respeito.

Ela ouviu, outra vez emocionada, e com sua voz trêmula, fez o mesmo.

Abraçaram-se, beijaram-se, com as mãos entrelaçadas.

Filhos, netos, amigos, todos os rodearam, tomados de emoção e alegria.

Entre tantos abraços, afagos e felicidade, alguém resolveu perguntar ao marido qual era o segredo do sucesso de seu casamento.

Como acontece com a maioria das pessoas idosas, ele respondeu à pergunta contando sua história.

Sua esposa, sara, fora sua única namorada. Ele crescera em um orfanato e trabalhara muito para conquistar o que desejava.

Nunca tivera tempo para namorar, até o dia em que conhecera sara.

Antes mesmo que ele pudesse refletir, ela fizera com que ele a pedisse em casamento.

Depois da cerimônia nupcial, durante a festa, o pai de sara o chamara de lado.

Como todo pai, fizera-lhe recomendações a respeito do tesouro que lhe estava confiando: a filha querida.

Mas, o mais importante era que lhe entregara um pequeno embrulho, dizendo: “este é o meu presente para você. Dentro dele está tudo o que precisa saber para ser feliz no casamento.”

Nervoso, o jovem noivo rasgou a fita e o papel para abrir o presente.

Dentro da caixa, havia um relógio de ouro. Ele o pegou com cuidado.

Depois de examiná-lo atentamente, viu no mostrador uma frase muito importante.

Uma frase que, obrigatoriamente, ele leria, todas as vezes que quisesse saber as horas.

A frase continha o segredo do seu casamento feliz: “diga alguma coisa bonita a sara”.

Toda união deve ser revitalizada, de forma constante, pelo afeto. Afeto que é demonstrado, através de pequenos gestos, pequenas delicadezas.

Elogiar o novo penteado, a força de vontade que fez com que fossem perdidos uns poucos quilinhos e assim tornada mais esbelta a silhueta.

Agradecer pela organização da casa, pela pontualidade nos compromissos, pelo cheirinho de roupa limpa que vem do armário.

Dizer palavras bonitas alimenta a relação a dois.

Assim, antes que o tédio tome conta de seu relacionamento, pense nisso: encontre e diga palavras bonitas ao seu par.

Recorde os seus pontos positivos e ensaie as primeiras frases.

Você poderá ter, eventualmente, alguma dificuldade no início, contudo, logo mais isso passará a ser natural, em você.

Mesmo porque você descobrirá como é bom deixar o outro feliz.

Pense nisso! E comece hoje a tornar o seu relacionamento conjugal muito, muito especial.

A propósito, você se recorda quando foi a última vez que disse ao seu amor: amo muito você?

ESPECIAL:

RECURSOS TERAPÊUTICOS

RECURSOS TERAPÊUTICOS

Confundido pela avalanche dos problemas que surpreendem, não fuja ao desafio de crescimento espiritual, recorrendo a paliativos ou derreando-se sob a ação de psicotrópicos.
Vitimado por injunções morais, abandono de pessoas queridas, desencarnações de criaturas amadas, injustiças e acusações descabidas, não recorra às drogas anestesiantes, como quem se recusa vencer a ocorrência transferindo a solução.
Alcançado pela depressão emocional desta ou daquela natureza, ou sofrendo a exacerbação nervosa que lhe altera o comportamento, não se arroje da desenfreada busca de uma terapia curadora que não remova as causas do desequilíbrio.
Azorragado pelas chibatas da ansiedade e da inquietação, caminhando para o abismo das alucinações, não se deixe arrastar à violência dos tratamentos que não alcançam a gênese do sofrimento.
Consumindo-se pelo azedume do pessimismo, sob o desgaste da indiferença e do desamor pela vida, postergue as atitudes e situações simplistas que prometem mudança de estado íntimo sem remoção das causas geradoras do mal.
Toda enfermidade tem procedência no espírito.
A matriz da alienação encontra-se no cerne do ser e somente procedendo-se a uma psicoterapia moral, de ação positiva nos tecidos sutis da alma, se podem conseguir os resultados saneadores de tais males.
Desse modo, examine os motivos atuais que desencadearam a aflição e os racionalize à luz do Evangelho.
Toda luta oferece oportunidade de conquista.
As lutas morais, quando enfrentadas com os valores do coração e da mente esclarecida, concedem promoção e liberdade.
Substitua o psicotrópico pela prece honesta, ungida de humildade e confiança.
Mude a receita do produto anestesiante pela leitura que edifica interiormente.
Relegue o medicamento que lhe ocasiona dependência a plano secundário, colocando no seu lugar a reflexão salutar.
Troque a terapia da violência orgânica pela visita aos que sofrem mais do que você e medite no bem que você lhes pode oferecer.
Durante as dores coletivas e perante elas diminuem os distúrbios mentais, as alienações, porque o homem se esquece de si, dos problemas pessoais, desde que convocado para ajudar.
Nenhuma substância logra oferecer força de vontade, coragem, valor moral. Os ingredientes de que estes se compõem encontram-se em você próprio, que os deve usar e manipular em favor da saúde integral.
Volte-se para as questões do espírito com lucidez e esforço, assim conseguindo com esses recursos terapêuticos liberar-se dos males que ora consomem verdadeiras multidões.

(Divaldo P. Franco por Marco Prisco. In: Luz Viva)
(texto recebido de Cristiano de Almeida)

Uma noite todinha iluminada de esperança,

todinha florida de felicidade,
todinha perfumada de amor,
pra vc e todos ao seu redor.
Abraços com carinho
Equipe CVDEE

CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
www.cvdee.org.br

Entrevistas virtuais: sobre diversos temas e com diversos estudiosos da Doutrina Espírita.
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Artigos – Downloads

Estudos via e-mail: LE, ESE, A Genese, obras de André Luiz, O Céu e O Inferno, LM, Estudos destinados à Família e à Educação no Lar(Educar), Estudos destinados à Evangelização Espírita Infanto-Juvenil e Mocidades(Evangelize).

estudo infantil: aos domingos, 18h30, para teens de 13 até 17 anos; e aos domingos, 17h30, com linguagem para a faixa etária entre 07 e 12 anos. A sala é Espiritismo Net Infanto Juvenil. Aguardamos sua presença junto com as crianças e adolescentes. Nossa programação você encontra em:

Espiritismo para jovens:
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Dia: Sexta-feira
Horário: 21 horas
categoria Central & South America – Brazil
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