Todos os posts de sealencar

1,60 de formosura numa cabeça pensante...

NÃO INVEJEIS

NÃO INVEJES

Perante os quadros do mundo
Se a tentação te salteia,
Não invejes no caminho
O fausto da vida alheia.

Banquetes, festas, prazeres,
E mundanas evidências
São ligeiros artifícios
No jogo das aparências.

Registra o velho rifão
Na luta que te apoquenta:
“Quanto mais amplo o navio
Mais ampla surge a tormenta.”

Comumente, orquestra e flores,
Com seda e brilho a granel,
Escondem grandes feridas
Rasgadas em lodo e fel.

A mulher muito enfeitada
Muita vez guarda aflição
De todo um Vesúvio ardendo
Nas fibras do coração.

O homem que administra
No poder a que se eleva
Quase sempre traz consigo
Tristeza, amargura e treva.

Recorda que a vaidade
Hoje bela, altiva e forte,
Amanhã será jungida
Ao frio grilhão da morte.

Não guardes fome de ouro,
Não te esqueças de que a usura
Acaba desesperada
No gele da sepultura.

Não acalentes a inveja,
Chaga em lama horrenda e informe.
Trabalha e serve, lembrando
Que a justiça nunca dorme

Conserva a simplicidade
E ajuda sem distinção.
A glória da caridade
É filha da compaixão.

Suporta com paciência
As dores da própria cruz.
A dor bem aproveitada
É senda para Jesus.

pelo Espírito Casimiro Cunha – Do livro: Correio Fraterno, Médium: Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos.

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br

Bom dia! Vai ser feliz!!

Quer conquistar algo muito sonhado : dedique-se a esse objeto de desejo de forma apaixonada. O mundo deve perder o sentido, todas as coisas do mundo não tem importãncia quando você está envolvido com essa ou aquela atividade, esse ou aquele estudo.

Estude de 3 a 5 horas por dia. Não somente na escola, na faculdade, mas em casa também. Repita os exercícios propostos. Grife passagens importantes, use-as como fonte de inspiração.

Inspire-se nos grandes que conquistaram as metas parecidas com as suas antes de você.

Leia, discuta, entenda tudo o que tiver relacionado com seu objeto de desejo, desempenhe suas atividades e funções repetidas vezes.

Escreva sobre tudo o que aprender e corrija-se sempre que achar necessário.

Divertir-se é bom; sair com os amigos é maravilhoso; namorar, então, nem se fala! – mas a vida não se limita a isso quando se luta pelo que quer. Então, aprenda a dizer não algumas vezes. Controle seus impulsos.

Não amesquinhe suas metas, tampouco se subestime ! Se você foi capaz de ter esse desejo, é porque tens também o poder de realizá-lo.

Se você traçou um plano para 2 anos, por que não para daqui a 6 meses? faça propostas aos seus superiores, com determinação e respeito. Quando estiver seguro, ouse em trabalhos propostos, não tenha medo de se expôr mas o faça de maneira oportuna, educada.

Aliás, seja sempre polido, educado. Não adianta nada você ser competente, dedicado e realizado se a sua arrogância tomar conta de você.

Faça acordos com outras pessoas. Trabalho em equipe é imprescindível para o crescimento pessoal. Não faça os outros de escada. Todos tem medos e frustrações, inclusive você. Faça sempre o dia de alguém valer a pena.

Nunca deixe de contemplar a natureza e seus múltiplos aspectos. A força da vida se manifesta à partir das energias que aprendemos a dominar em nós mesmos.

Tenha fé em Deus e foco no que você quer realizar e tudo o mais será possível !

Ao conquistar uma meta, um desejo, tenha em mente outros mais – a capacidade de sonhar e de realizar é inerente ao espírito humano. Aproveite!

Paz, amor e pé na estrada!

Semíramis Alencar

Divulgação Palestra Arte Poética – FEDF- 18.03.12

Amigos(as) Oradores do GEABL,

encaminho o cartaz específico de divulgação da palestra ARTE POÉTICA NA IMPRENSA ESPÍRITA E PALESTRAS PUBLICAS.
É mais uma oportunidade de aprimorarmos nossas habilidades para o bom exercício da tarefa de palestrantes espíritas.
Convido a todos e peço ampla divulgação… já é no próximo domingo, dia 18.03, 9h, na FEDF 408 sul.

Abs.

André Ribeiro Ferreira
Departamento de Divulgação Doutrinária
Grêmio Espírita Atualpa Barbosa Lima

O PRIMEIRO CONTATO DE JESUS GONÇALVES COM DIVALDO PEREIRA FRANCO

New post on Luz do Redentor

1130

by espiritoluz

* O PRIMEIRO CONTATO DE JESUS GONÇALVES COM DIVALDO PEREIRA FRANCO

Desde criança, o médium, educador e conferencista Divaldo Pereira Franco vivenciou inúmeras experiências de comunicação espontânea com os espíritos.
Abordaremos neste artigo uma dessas comunicações, ocorrida em sua juventude, quando recebeu a visita espiritual de Jésus Gonçalves.

Desse encontro com Jésus, resultou suas visitas ininterruptas à colônia de hansenianos de Águas Claras e também sua primeira palestra pública na Federação Espírita do Estado de São Paulo, onde foi apresentado, jovem ainda, ao público espírita paulista, com crescente repercussão nacional e internacional.

Conta o próprio Divaldo:

“No ano de 1949, quando os tormentos obsessivos me avassalavam, porque ainda não me adestrara no conhecimento espírita, e também pela juventude do corpo, todas as tardes eu tinha por hábito ir sentar-me no quintal da casa onde morava, no Bairro do Machado. O quintal dava o fundo para as Invasões, onde centenas de casebres sobre o lamaçal apresentavam grave problema sócio-econômico dos que residem em tal região, em Salvador.

“A minha vida íntima, sacudida por inquietações e tormentos, por ansiedades e tristezas, era uma constante busca de paz, uma contínua procura de Deus. Numa tarde muito especial para mim, buscando a calma interior, eu me pus a orar. O quadro que se me erguia à frente era de muita beleza. O sol declinava por sobre o pantanal e havia um silêncio interior muito grande. Procurei, então, mergulhar nas blandícias da prece, pedindo a Deus a mão socorrista, assim como aos bons espíritos o seu apoio e assistência, para que não viesse a resvalar pelas rampas do desequilíbrio.

“Foi nesse momento que, de súbito, eu vi chegar um ser espiritual com características para mim até então jamais vistas: apresentava profundas marcas na aparência física. Um dos pés, que parecia ter os dedos amputados, estava envolto em gaze, com uma deformidade visível. O corpo alquebrado, a cabeça marcada por cicatrizes, o nariz deformado, sem o septo nasal, e numa expressão de profunda melancolia, olhando-me com enternecimento e carinho comovedores.

“Na minha ignorância, na minha falta de discernimento doutrinário, pensei de imediato: apesar da prece, eis aí a presença de um espírito obsessor. Bem se vê que eu confundia, então, a aparência com o conteúdo, a realidade íntima. Foi quando o ouvi dizer nitidamente:

— Não sou um bem-aventurado, mas tampouco eu sou um obsessor. Sou teu irmão. Chamo-me Jésus Gonçalves, e desencarnei, não há muito, num sanatório de leprosos, em Pirapitingui, Estado de São Paulo.

“Naquela época ainda não se usava o verbete hanseniano. Era a palavra marcadora, quase cruel, da tradição bíblica. E ele prosseguiu:

— Fomos amigos. Venho, de etapa em etapa, ressarcindo a duras penas o que contraí desde os dias em que, na condição de conquistador, disseminei a morte pela guerra, destruindo lares, roubando vidas, deixando órfãos e viúvas a prantearem os seus mortos. Indiferente, à alheia dor, era devorado pela volúpia da insanidade destruidora. Mais tarde, muito mais tarde, já conhecendo Jesus, não me foi possível fugir daquela compulsão guerreira e, em posição relevante na política francesa do século XVII, novamente me engalfinhei em lutas tenebrosas, sendo um dos responsáveis pelo prosseguimento da guerra franco-austríaca, especialmente na sua terceira fase.

— Em chegando do lado de cá, dei-me conta da alucinação que me devorava e roguei ao Senhor, por misericórdia, me concedesse a lepra purificadora, para o despertar dos deveres de profundidade, aqueles que me poderiam conscientizar das finalidades superiores da vida. Eis por que, desde então, venho no processo purificador, havendo concluído uma etapa muito consciente, em Pirapitingui, no Estado de São Paulo, poucos anos atrás, onde pude integrar-me no serviço da Revelação Espírita, entregando-me a Jesus.”

Divaldo lembra que, enquanto falava, Jésus Gonçalves se metamorfoseava. Aquela aparência lôbrega e triste se transfigurou diante de seus olhos deslumbrados, que pôde ver-lhe a luminosidade interior. Semelhante a um pequeno sol, parecia clarear o seu entardecer. Curiosamente, das deformações em seu corpo uma substância luminescente tecia uma nova forma bem feita. Jésus Gonçalves disse, como desejando explicar ao médium:

— O que a lepra carcomeu ficou sublimado nas regiões perispirituais. Mas, venho aqui, por dois motivos, falar contigo. Na reunião doutrinária de hoje, estará presente uma amiga muito querida. Desejo que a informes do nosso encontro. O segundo motivo é que eu te queria pedir visitares a colônia de leprosos desta cidade, no subúrbio de Águas Claras.

Surpreso pela solicitação, e ainda preconceituoso em função do tabu e pela ignorância a respeito do mal de Hansen, o médium respondeu comovido:

— Por favor, não me faça um pedido de tal natureza. Esta doença, cujo nome nem sequer eu pronuncio, tal o pavor que me causa, assusta-me demasiadamente e eu nunca teria coragem de visitar o lugar onde estivessem pessoas com ela…

Sorrindo da ingenuidade de Divaldo, Jésus Gonçalves redargüiu:

— Divaldo, eu estou te pedindo que vás lá, a fim de que não vás para lá! Preferes ir lá ou para lá?

Apressadamente, o médium disse que preferia ir lá! Jésus, então, disse-lhe que tomaria providências para irem os dois juntos, falar aos irmãos hansenianos. E desapareceu diante dos olhos assombrados do jovem médium, deixando-lhe uma indefinível sensação de paz e bem-estar…

Naquela noite, em seu grupo de trabalhos, no Centro Espírita “Caminho da Redenção”, Divaldo contou essa experiência aos irmãos, perguntando-lhes se, por acaso, alguém ali ouvira falar ou conhecera Jésus Gonçalves. Levantou-se, então, uma senhora de grande beleza física e espiritual e declarou:

— Jésus Gonçalves foi meu amigo. Quase desencarnou em meus braços. Convivi com ele, quanto me permitiram as possibilidades. Sou mineira do interior, e resido na capital de São Paulo, há muitos anos, onde mantenho um serviço de visita a várias casas de leprosos. Meu nome é Zaira Pitt. Em companhia de Julinha Koffmann e de outros, procuramos dar assistência aos nossos irmãos leprosos. Neste momento, com um grande número de amigos, estamos ajudando a construção do pavilhão para tuberculosos hansenianos, lá mesmo no hospital Parapitingui.

“A senhora confirmou”, conta Divaldo, “para a surpresa de todos nós, a existência desse espírito, dizendo a ele estar vinculada, fazia muito tempo”.

Quando o jovem baiano disse que Jésus Gonçalves pedira que ele visitasse a colônia de leprosos de Águas Claras, D. Zaira Pitt o estimulou muito para essa tarefa, dizendo que não havia o menor perigo de contágio, como comumente se pensava e propalava por aí…

Antes do espírito de Jésus Gonçalves se retirar, naquela tarde em que se manifestara a Divaldo, aconselhou-o a ler um livro que o ajudaria a perder o medo da lepra, intitulado “Eles Caminham Sós”.

Com o pedido de Jésus e o encorajamento dado por Zaira Pitt, o jovem médium, então, mobilizou os freqüentadores do centro espírita para a visita àquele lar expurgador. Amigos mais bem relacionados na sociedade entraram em contato com o diretor do hospital que, a princípio, vetou aprioristicamente o plano de visita. Divaldo insistiu, afirmando de que o objetivo era apenas fazer uma visita fraterna, levando alguns brindes e um pouco de alegria, respeitando todas as instruções da casa. O diretor aquiesceu, impondo uma série de restrições.

Até aquela época, 1949, o mal de Hansen ainda gozava de muitos tabus e preconceitos que impediam as visitas. Mas Divaldo logrou a liberação da ordem de impedimento e o grupo fez a primeira visita. Foi com ela que iniciou a série de excursões que até hoje faz à colônia de hansenianos, em Águas Claras. Isto, há mais de 50 anos consecutivos.

Aquele encontro de Dona Zaira Pitt com Divaldo ocorrera absolutamente de forma casual. Visitando uma instituição espírita em Salvador, alguém havia indicado o nome de Divaldo e por esse motivo fora ao Centro Espírita “Caminho da Redenção”, naquela noite, naturalmente, inspirada por Jésus Gonçalves.

No dia 1.° de janeiro de 1951, a convite de Zaira Pitt, Divaldo faz sua primeira visita ao leprosário de Pirapitingui. No grupo estavam aquela senhora, Divaldo e o sr. Joaquim Alves, o famoso Jô, admirável trabalhador espírita, desenhista e pintor exímio, o dr. Lauro Michelin, um dos criadores e fundadores do Sanatório Espírita “Luiz Sayão” (Araras, SP) e que, sob o pseudônimo de Jacques Garnier escreveu várias obras espíritas a benefício daquela casa de doentes mentais.

Chegando a Pirapitingui, o grupo conheceu a viúva de Jésus Gonçalves, dona Ninita, que era cega, mas excelente médium vidente. Ela descreveu Divaldo tal como se o tivesse vendo! Falou da presença espiritual do marido ali também. Mas, uma senhora muito rica, que Zaira Pitt levara, viúva recente, trajando mesmo luto fechado, foi quem mais chamou a atenção de Ninita, que lhes descreveu o esposo desencarnado e pediu-lhe para tirar o luto, dando-lhe uma lição de imortalidade das mais comovedoras.

O grupo foi depois ao Centro Espírita “Santo Agostinho” e, ali, Divaldo proferiu uma palestra para os internos e visitantes. Em seguida, todos voltaram para a Capital.

No domingo seguinte, por solicitação de Dona Zaira, Divaldo fez uma palestra na reunião das 10 horas da manhã na Federação Espírita do Estado de São Paulo.

Naquela época, Pedro de Camargo, o inesquecível escritor e orador Vinícius, que mantinha uma grande assistência, havia anos, ali acorrendo para ouvir-lhe a palavra fluente e evangelizadora, foi quem apresentou o jovem baiano, assim falando:

— Muitos aí estão a perguntar quem é este jovenzinho e o que faz ele aqui, ao meu lado. Tenho, assim, a imensa satisfação de apresentar Divaldo Pereira Franco aos nossos irmãos paulistas. Este nosso amigo vindo da Bahia traz uma mensagem de vida, com a sua mediunidade voltada para o Bem e guiada pela doutrina espírita, a fim de nos estimular a marcha e nos encorajar para a luta.

Foi dessa forma que Divaldo proferiu a sua primeira palestra na Federação Espírita do Estado de São Paulo, vinculando-se também àquele missionário do bem e da luz, que era Vinícius, o emérito educador e sacerdote, no sentido profundo da palavra, da mensagem evangélica e espírita.

Assim, Divaldo Pereira Franco iniciou as suas pregações na capital bandeirante. Era janeiro de 1951 — há mais de cinqüenta anos atrás.

Enviado por Geny Vantini

espiritoluz | novembro 7, 2011 at 4:35 pm | Categorias: divaldo, franco, GONÇALVES, JESUS, PEREIRA | Categories: Artigos | URL: http://wp.me/p1DhxR-ie

Comentário See all comments

Ir para site do grupo
Remova-me da lista de endereçamento do grupo

__________ Informação do ESET NOD32 Antivirus, versão da vacina 6615 (20111109) __________

A mensagem foi verificada pelo ESET NOD32 Antivirus.

http://www.eset.com

Vencendo a solidão

Vencendo a solidão
Na atualidade, muitos são os que lamentam a solidão. Dizem que a tecnologia afastou as pessoas umas das outras. Que a violência transformou indivíduos em autômatos programados para esperar agressões e reagir.

O diálogo foi substituído pelos programas televisivos. As visitas entre amigos, com os intermináveis bate-papos se extinguiram, graças a dispositivos tecnológicos que permitem contatos na nossa aldeia global, sem sair da frente de um visor.

Falam de indiferença e frieza nos corações. Afinal, ninguém se importa com ninguém. Colocam-se grades nas janelas das casas, cercas energizadas e seguranças nas portarias de edifícios.

Isolam-se os seres entre as paredes que adquiriram à custa de esforço e muito trabalho.

Por isso, dizem, o homem está se tornando o ser mais solitário da Terra. Abandonando a riqueza do contato interpessoal pela frieza das máquinas, o aperto de mão pelos alôs tecnológicos, as conversas enriquecedoras pela frieza de uma tela de TV.

No entanto, todo o quadro pode e deve ser revertido, bastando que se deseje. Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiros para o entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de lazer junto à natureza são atos a que todos podemos nos propor.

Para espantar a solidão existem fórmulas especiais e muito fáceis. Basta programar-se e convidar amigos para o final de semana.

Abrir o lar para um encontro simpático, sem a exagerada preocupação de servir petiscos muito elaborados, que demandam tempo enorme no seu preparo, quando o tempo deve ser dispensado aos que elegemos para estarem conosco, algumas horas.

Aprendamos a desfrutar da companhia do outro. Deus criou o homem para viver em sociedade. No contato humano é que burilamos experiências e sentimentos, aprendendo a disciplina do próprio proceder.

E, se acaso, formos daquelas criaturas que afirmamos não ter amigos, colegas ou seja quem for para recepcionar ou visitar, há muitos seres no mundo, sem ninguém.

Por que não preencher o vazio de afeições que partiram ou que nunca se fizeram presentes, pela carinha festiva de uma criança?

Por que não apadrinharmos crianças sem lar, em dias preestabelecidos? Por que não nos programarmos para passear, em dias de sol e festa primaveril, pelos parques da cidade, com um petiz que nos tomará da mão, ficará roçando sua cabecinha em nós, à busca de mais carinho?

Há os que temem assumir a responsabilidade de adoção plena. Contudo, por que não lhes dispensar algumas horas de carinho por semana?

Preparemos o lar, com brinquedos, alguns pratos diferentes, saborosos e repletemos a alma de felicidade, doando amor.

A mais expressiva técnica para espantar a solidão é dispor-se a amar. E há tantos que esperam pela nossa disposição de amar!

Se temermos buscar em instituições que abrigam esses pequenos, por qualquer questão pessoal que ainda não consigamos vencer, olhemos ao redor.

Não haverá, perto de nós, crianças solitárias e tristes, que anseiem por um gesto de carinho?

O mundo aguarda nosso amor. Espanquemos as nuvens espessas da solidão em que nos abrigamos e comecemos a ser felizes, fazendo alguém feliz, porque o amor somente beneficia a quem ama.

Página do caminho

Página do caminho

Para se lançar nas atividades do bem, não aguarde o companheiro perfeito.

A perfeição não costuma se fazer presente na rota dos seres em evolução.

Você esperava ansiosamente a criatura irmã para formar o lar mais ditoso.

Entretanto, o matrimônio lhe trouxe alguém a reclamar sacrifício e ternura.

Contava com seu filho para ser um amigo próximo e fiel, a compartilhar seus sonhos e ideais.

Contudo, ele alcançou a mocidade e fez-se homem sem se interessar por seus projetos.

Você se amparava no companheiro de ideal, que lhe parecia digno e dedicado.

Mas, de um momento para o outro, a amizade pura degenerou em discórdia e indiferença.

Mantinha fé no orientador que parecia venerável, em suas palavras sábias e em seus atos convincentes.

No entanto, um dia ele caiu de modo formidável, arrastado por tentações de que não se preveniu a contento.

É compreensível e humana a dor de ver ruírem esperanças e relações.

Contudo, embora mais solitário, continue firme no trabalho edificante que lhe constitui o ideal.

Cada homem carrega consigo seus potenciais e dificuldades.

A queda e a deserção de um não justificam as de outro.

Sempre é possível mirar-se em quem cai e passa a rastejar.

Entretanto, convém antes pensar nos que seguem adiante, altivos e valorosos.

De um modo ou de outro, cada homem responde pelas consequências que gera.

Na hora de enfrentá-las, será de pouco conforto lembrar que outros também padecem pela adoção de semelhante conduta.

É normal desejar companheiros de ideais e afeições puras nas quais se fortaleça.

Mas, quase sempre, aqueles a quem você considera como os afetos mais doces possuem importantes fragilidades.

Deseja que sejam autênticos sustentáculos na luta, quando simbolizam tarefas que solicitam renúncia e amor de sua parte.

Se deseja viver no bem, não valorize o gelo da indiferença e o fel da incompreensão.

Lembre-se de que o coração mais belo que pulsou entre os homens respirava na multidão e seguia só.

Possuía legiões de Espíritos angélicos.

Mas aproveitou o concurso de amigos frágeis que O abandonaram na hora extrema.

Ajudava a todos e chorou sem ninguém.

Mas, ao carregar a cruz, no monte áspero, continuou a legar preciosas lições à Humanidade.

Ensinou que as asas da Imortalidade podem ser extraídas do fardo de aflição.

Também mostrou que, no território moral do bem, alma alguma caminha solitária.

Embora a aparente derrota no mundo, todas seguem amparadas por Deus rumo a destinos gloriosos.

Pense nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 33, do livro O
Espírito da Verdade, por Espíritos diversos, psicografia de
Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 23.02.2012.

ut.php?u=&m=1270

Pedimos a sua atenção para o fato de o Momento em Casa não ser um serviço diário.
São enviadas, em média, 3 a 4 mensagens no decorrer da semana. As mensagens do Momento
Espírita também estão disponíveis em cd’s e livros, em www.livrariamundoespirita.com.br.

Não nos permitamos

Momento Espírita
Não nos permitamos

Refletindo sobre nossos companheiros de jornada, é provável que, em alguns momentos da vida, nos deparemos com uma angustiante questão.

Olhamos para nossos pais, cônjuge, filhos ou amigos e nos perguntamos: Quando foi a última vez que recebi ou que lhes ofertei um abraço?

O toque, seja através do afago, do beijo ou do abraço expressa nossos sentimentos, enche a vida de ternura e aquece a alma de quem o oferece e de quem o recebe.

As manifestações sinceras de afeto fazem as pessoas se sentirem amadas e queridas pois demonstram o amor que as envolve.

Ter a liberdade de falar sobre os sentimentos e expressá-los, com equilíbrio e sensatez, também mantém apertados os laços que nos unem às pessoas com as quais nos relacionamos.

Ao constatarmos a distância estabelecida sutilmente entre os afetos, uma grande tristeza nos invade. É o momento em que nos questionamos: Quando e como começou a ser estabelecida essa distância?

Como pudemos permitir que chegasse a esse ponto? Quem foram os responsáveis? E agora? Como fazer para construir novamente essa ponte de ligação com as pessoas amadas?

Olhamos para trás buscando as respostas, na tentativa de começar a construir um caminho diferente, uma nova aproximação.

Muitas vezes, essas respostas não serão facilmente encontradas pois, por mais que busquemos nos arquivos de nossa memória, será difícil identificar o registro de quando foi que tudo começou.

Essa análise do passado é importante, pois descobrindo onde erramos, podemos, a partir dessa constatação, agir de outra forma.

Verificamos então, que talvez tenhamos nos permitido adotar algumas atitudes que podem ter nos distanciado lenta e gradativamente dos seres amados.

Foi o Bom dia deixado de lado pela pressa de começar logo as atividades de mais uma jornada de trabalho; o Boa noite esquecido, vencido pelo cansaço.

Os sentimentos ocultados pela quietude diária, onde cada um se envolve apenas com suas próprias questões pessoais.

A falta de compreensão e de companheirismo, o egoísmo, as mentiras sutis, as mágoas acumuladas e os pequenos desentendimentos.

Essas atitudes são como gotas pequeninas que, com o tempo, se transformam em imensos oceanos.

E quando nos damos conta, não mais sabemos atravessar esse espaço e tocar alguém que tanto estimamos.

* * *

Não deixemos que isso aconteça pois transpor essa distância que construímos é uma difícil tarefa.

Não nos permitamos deixar de dar o sorriso de boas vindas, o abraço de despedida, o afago de boa noite e de bom dia. Esse esquecimento pode significar o início dessa barreira invisível que se forma entre as pessoas.

Falar sobre os sentimentos, perguntar com interesse como vai o outro, escutar, importar-se, perceber o que incomoda, vibrar com o que felicita, dividir as angústias e as alegrias, faz muita diferença.

Lembremos que todas as manifestações sinceras de carinho e amor são vibrações que envolvem o próximo, aquecem as almas, alegram e embelezam a vida.

Redação do Momento Espírita.
Em 24.02.2012.

ut.php?u=&m=1271

Pedimos a sua atenção para o fato de o Momento em Casa não ser um serviço diário.
São enviadas, em média, 3 a 4 mensagens no decorrer da semana. As mensagens do Momento
Espírita também estão disponíveis em cd’s e livros, em www.livrariamundoespirita.com.br.

Amor que não acaba

Amor que não acaba

Até que ponto vai a capacidade de amar do ser humano? Quanto tempo dura o amor?

Um poeta da música disse, certa vez, que o amor é eterno enquanto dure.

E todos os desiludidos, os traídos e abandonados têm impressões muito próprias a respeito do amor, onde a tônica principal é de que amor eterno não existe.

Contradizendo tudo isso, alguns fatos, que a mídia televisiva ou impressa nos traz, afirmam que o amor verdadeiro é uma sinfonia inigualável.

Foi com esse sentimento que Chris Medina, um rapaz de vinte e sete anos, se apresentou em um programa de talentos, cantando uma música de sua autoria.

Os versos diziam mais ou menos assim:

Onde quer que você esteja, estou perto. Em qualquer lugar que você vá, eu estarei lá.

Toda vez que sussurrar meu nome, você verá como mantenho cada promessa. Que tipo de cara eu seria se fosse embora, quando você mais precisasse de mim?

O que são palavras se você realmente não acredita nelas quando as diz? Se são apenas para os bons momentos, então elas nada são.

Quando há amor, se diz em voz alta e as palavras não vão embora. Elas vivem mesmo quando partimos.

Eu sei que um anjo foi enviado apenas para mim. Sei que devo estar onde estou. E vou permanecer ao seu lado esta noite.

Nunca partiria quando você mais precisa de mim.

Vou manter meu anjo perto para sempre.

Ele não conseguiu vencer todas as etapas do concurso, sendo eliminado, em determinada fase, mas sua história levou às lágrimas os jurados e o público presente.

Porque a sua composição retrata exatamente o seu drama e sua decisão pessoal. É uma verdadeira declaração de amor.

Ele estava noivo e há dois anos pediu em casamento Juliana Ramos. A jovem bela, entusiasta. Formavam um casal primoroso.

Dois meses antes do casamento, no dia dois de outubro de 2009, o carro de Juliana foi atingido por um caminhão. Ela quase não sobreviveu.

Uma grave fratura no crânio desfigurou seu rosto e a transformou em uma mulher com muitas limitações físicas.

Foi-se a beleza, a agilidade, o sorriso fácil, as caminhadas, a dança, a alegria de todas as horas.

Ele permaneceu ao lado dela. Leva-a consigo para onde vá. E faz shows para arrecadar fundos para o tratamento de que ela necessita.

E isso ele externaliza cantando e agindo.

* * *

Quando se ama a beleza e ela se vai, o amor acaba. Quando se amam as formas perfeitas, a plástica, as linhas harmônicas do corpo e tudo isso se vai, o amor também se esvai.

Quando se amam aparências e outra realidade se apresenta, o amor acaba.

Quando se ama a transitoriedade, o amor fenece quando as situações se alteram.

Mas, quando se ama a essência, nada diminui o sentimento.

Esse amor é companheiro, solidário, se esmera para que o outro se sinta bem, seja feliz.

A sua é a preocupação de fazer a felicidade do outro.

Amor assim se perpetua no tempo, independente da soma dos anos, da multiplicação das rugas ou da diminuição da agilidade.

É o amor que sabe envelhecer junto e quanto mais passa o tempo, mais se solidifica.

Redação do Momento Espírita, com base em fato.
Em 27.02.2012.

ut.php?u=&m=1274

XXI Congresso Espírita Pan-Americano: inscrição de trabalhos

DIVULGANDO……
Continuam abertas as inscrições para apresentação de trabalhos no Fórum de Temas Livres do XXI Congresso Espírita Pan-Americano, realização da Confederação Espírita Pan-Americana -CEPA, de 5 a 9 de setembro, em Santos-SP,Brasil. Além de possibilitar a divulgação e o intercâmbio de experiências e de conhecimentos, o Fórum busca oferecer oportunidade a autores de pesquisas relacionadas, preferencialmente, sobre o tema “Perspectivas Contemporâneas da Teoria Espírita da Reencarnação”. As modalidades, áreas temáticas e normas são divulgados, na íntrega, através do site. Da mesma forma, podem ser obtidas informações para inscrição ao evento, assim como para hospedagem e traslado. Aqueles de fora da cidade que já fizeram reserva em hotéis, mas não comunicaram à Secretaria do Congresso, favor fazê-lo o mais breve possível para que se possa dar baixa nos bloqueios.
Se você ainda não se inscreveu, não perca mais tempo e aproveite o valor inicial estipulado para até 31 deste mês.
Para maiores e mais detalhadas notícias, visite a página: www.congressocepa2012.com.br
Trata-se de grande oportunidade de compartilharmos propostas de um espiritismo kardecista livre-pensador, laico, humanista e progressista, e de participarmos de um Congresso que se delineia como um marco na história do pensamento espírita.
Você é muito bem-vindo!