SÃO PAULO – ENCONTROS IM]POSSÍVEIS COM RENATO PRIETO, ATÉ DIA 23/11

SÃO PAULO –  ENCONTROS IM]POSSÍVEIS COM RENATO PRIETO, ATÉ DIA 23/11

 

ENCONTROS IM]POSSÍVEIS

Rua Martins Fontes, 71 – Novotel Jaraguá – Centro – São Paulo – SP – Tel.: (11) 3255 4380
Sábado, 19h; domingo, 17h.
Bilheteria: 16h/20h (terça a sexta); a partir das 16h (sábado e domingo).
Estacionamento: R$ 18,00.
Ingresso: R$ 60,00

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Encontros Im(Possíveis)

Direção: Gustavo Gelmini
Duração: 60 minutos
Recomendação: 10 anos
Confira horários e locais

Resenha por Dirceu Alves Jr.
Protagonizado por Renato Prieto, o drama espírita foi escrito por Rodrigo Fonseca. Adão é um jornalista que recebe a visita de pessoas que sempre quis entrevistar. Entre elas, Freud, Marilyn Monroe, Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier e Frank Sinatra, todas mortas. Com Victor Meirelles. Estreou em 23/8/2014. Até 23/11/2014.

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até 23 de novembro

Teatro Jaraguá

 

 

OLÁ, MEU IRMÃO

OLÁ, MEU IRMÃO

— A disposição amiga — acentuava Cipriano Neto — é verdadeiro tônico espiritual. Não raro, envenenamos o coração, à força de insistir na máscara sombria. Má catadura é moléstia perigosa, porquanto as enfermidades não se circunscrevem ao corpo físico.

Quantos negócios de muletas, quantas atividades nobres interrompidas, em virtude do mau humor dos responsáveis? Claro que ninguém se deixe absorver pelos malandros de esquina, mas o respeito e a afabilidade para com as criaturas honestas, seja onde for, constituem alguma coisa de sagrado, que não esqueceremos sem ferir a nós mesmos.

À frente da pequena assembléia, toda ouvidos, Cipriano, com a graça de sua privilegiada inteligência, continuou, após leve pausa:

— Na Terra, o preconceito fala muito alto, abafando vozes sublimes da realidade superior.

Nesse capítulo, tenho a minha experiência pessoal, bastante significativa.

Meu amigo calou-se, por alguns momentos, vagueou o olhar muito lúcido, através do horizonte longínquo, como a vasculhar o passado, e prosseguiu:

— É quase inacreditável, mas o meu fracasso em Espiritismo não teve outra causa. Não ignoram vocês que meu coração de pai, dilacerado pela morte do filho querido, fora convocado à Doutrina dos Espíritos, ansioso de esclarecimento e consolação. Banhado de conforto sublime, senti que minhas lágrimas de desesperação se transformaram em orvalho de agradecimento à bondade de Deus. Meu filho não morrera. Mais vivo que nunca, endereçava-me carinhosas palavras de amor. Identificara-se de mil modos. Não havia lugar à dúvida. Inclinei-me, então, à Doutrina renovadora. Saciado pela água viva de santas consolações, não sabia como agradecer à fonte. Foi aí que recordei as minhas possibilidades intelectuais. Não seria justo servir ao Espiritismo, através da palavra ou da 
pena? Poderia escrever para os jornais ou falar em público. Profundamente reconhecido à nova fé, atendi à primeira sugestão de um amigo e dispus-me a fazer uma conferência.

Anunciou-se o feito e, no dia aprazado, compacta assistência esperou-me a confissão.

Seduzido pela beleza do Espiritismo Evangélico, discorri longamente sobre a caridade.

Aplausos, abraços, sorrisos e felicitações. No círculo dos meus companheiros de literatura, porém, o assunto fizera-se obrigatório. Voltando à Avenida, no dia imediato ao acontecimento, meu esforço foi árduo para convencer os confrades de letras de que não me achava louco. Infelizmente, porém, minha decisão não se filiava senão à vaidade.

Pronunciara a conferência como se o Espiritismo necessitasse de mim. Admitia, no fundo, que minha presença honrara, sobremaneira, o auditório e que a codificação kardequiana em mim encontrara prestigioso protetor. Desse modo, alardeava suma importância em minhas palestras novas. Citava a antigüidade clássica, recorria aos grandes filósofos, mencionava cientistas modernos. Quando nos encontrávamos, meus colegas e eu, no ápice das discussões preciosas, eis que surge o Elpídio, velho conhecido meu e antigo tintureiro em Jacarepaguá. Sapatos rotos, calças remendadas, cabelos despenteados, rosto suarento, abeirou-se de mim e estendeu-me a destra, exclamando alegre:

— Olá, meu irmão! Meus parabéns!… Fiquei muito satisfeito com a sua conferência!

Entreolharam-se os meus amigos, admirados.

E confesso que respondi à saudação efusiva, secamente, meneando levemente a cabeça e sentindo-me deveras humilhado.

Em vista do meu silêncio, o tintureiro despediu-se, mostrando enorme desapontamento.

— “É de sua família?” — indagou um companheiro mais irônico.

— “Estes senhores espiritistas são os campeões da ingenuidade!” — exclamou outro circunstante.

Enraiveci-me. Não era desaforo semelhante homem do povo chamar-me “irmão”, ali, em plena Avenida, diante dos colegas de tertúlias acadêmicas? Estaria, então, obrigado a relacionar-me com toda espécie de vagabundos? Não seria aquilo irmanar-me a rebotalhos de gente, na via pública?

O incidente criou em mim vasto complexo de inferioridade.

Cegavam-me, ainda, velhos preconceitos sociais e a ironia dos companheiros calou-me fundo, no espírito. A ausência de afabilidade e a incompreensão grosseira dominaram-me por completo. O fermento da negação trabalhou-me o íntimo, levedando a massa de minhas disposições mentais. Resultado? Voltei à aspereza antiga e, se cuidava de doutrina, confinava-me a reduzido círculo doméstico. Não estimava a companhia ou a intimidade daqueles que considerava inferiores. Os anos, todavia, correm metodicamente, alheios à nossa vaidade e ignorância, e impuseram-me a restituição do organismo cansado ao seio acolhedor da terra. Sabem vocês, por experiência própria, o que nos acontece a essa altura da existência humana. Gritos estentóricos de familiares, pavor de afeiçoados, ataúde a 
recender aromas de flores das convenções sociais. Em meio da perturbação geral, senti que sono brando se apoderava de mim. Nunca pude saber quantos dias gastei no repouso compulsório. Despertando, porém, debalde clamei por meu filho bem-amado. Sabia perfeitamente que abandonara a esfera carnal e ansiava por reencontrar-lhe o carinho.

Deixei a residência antiga, ferido de amargosas preocupações. Atravessei ruas e praças, de alma opressa. Atingi a Avenida, onde me dava ao luxo de palestrar sobre ciência e literatura.

E ali mesmo, junto ao aristocrático Café, divisei alguém que não me era estranho às relações individuais. Não tive dificuldades no reconhecimento. Era o Elpídio, integralmente transformado, evidenciando nobre posição espiritual, trocando idéias com outras entidades da vida superior. Não mais os sapatos velhos, nem o rosto suarento, mas singular aprumo, aliado a expressão simpática e bela, cheia de bondade e compreensão.

Aproximei-me, envergonhado. Quis dizer qualquer coisa que me revelasse a angústia, mas, obedecendo a impulso que eu jamais soube explicar, apenas pude repetir as antigas palavras dele:

— “Olá, meu irmão! Meus parabéns!”

Longe, todavia, de imitar-me o gesto grosseiro e tolo de outro tempo, o generoso tintureiro de Jacarepaguá abriu-me os braços, contente, e exclamou com sincera alegria:

— Ó meu amigo, que satisfação! Venha daí, vou conduzi-lo ao seu filho!

Aquela bondade espontânea, aquele fraternal esquecimento de minha falta eram por demais eloqüentes e não pude evitar as lágrimas copiosas!…

Nossa pequena assembléia de desencarnados achava-se igualmente comovida. Cipriano calou-se, enxugou os olhos úmidos e terminou:

— A experiência parece demasiadamente humilde; entretanto, para mim, representou lição das mais expressivas. Através dela, fiquei sabendo que a afabilidade é mais que um dever social, é alguma coisa de Deus que não subtrairemos ao próximo, sem prejudicar a nós mesmos.

pelo Espírito Irmão X – Do livro: Pontos e Contos, Médium: Francisco Cândido Xavier.

 

autoridade

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AUTORIDADE
    O desejo de ocupar posições de destaque e relevância é bastante comum.

A vida dos poderosos do mundo costuma ser idealizada pelas multidões.

Eles aparecem ricamente trajados, em festas ou em situações de regalo e desfrute.

Quem leva uma vida modesta e obscura, não raro, almeja trocar de lugar com essas importantes figuras.

Muitos se inquietam e desgastam com sonhos de grandeza.

Quando comparam as suas vidas com as de alguns outros, ficam amargurados e tristes.

Chegam a se achar injustiçados pela Divindade, haja vista a escassez de suas posses.

Mas opulência e modicidade de recursos refletem apenas diferentes formas de aprendizado.

A vida modesta tem grande valor, se levada a efeito com dignidade e sem murmurações.

Ela viabiliza a correção de graves vícios espirituais, como vaidade e apego a bens materiais.

Não se trata de fazer apologia da miséria como estado ideal.

A miséria é uma chaga social que deve ser extirpada, mediante educação e oferta de oportunidades aos que a sofrem.

Mas entre a miséria e a opulência há uma miríade de situações intermediárias.

Nem todos podem ser ricos e poderosos ao mesmo tempo.

Por isso, as posições sociais e econômicas se alternam ao longo das encarnações.

Com respeito aos talentos e às inclinações de cada um, todos são chamados a viver as mais variadas situações.

O relevante é ser digno, operoso e solidário, qualquer que seja a própria realidade.

A vida dos poderosos, muitas vezes, nada tem de invejável.

Sob a aparência de brilho e abastança, jazem pesadas responsabilidades.

Elas são tão mais pesadas porque guardam o condão de influenciar a vida de incontáveis pessoas.

O detentor de autoridade, da espécie que seja, sempre terá de dar contas do uso que dela fez.

Ela nunca é conferida por Deus para satisfazer ao fútil prazer de mandar.

Não é direito e nem propriedade, mas uma importante e perigosa missão.

O poderoso tem almas a seu cargo e responderá pela boa ou má diretriz que der aos seus subordinados.

Após o término da tarefa, ele será confrontado com a própria consciência.

Analisará os recursos de que dispunha e o uso que deles fez.

Então, verificará se evitou todos os males que podia.

Pensará se fez todo o bem que lhe era possível.

Vislumbrará o resultado de sua influência junto a inúmeros que dele dependiam ou nele se espelharam.

Bem se vê que a autoridade não deve ser levianamente buscada.

Se a vida o projetou a posições de relevo, seja digno e faça o seu melhor, para não se arrepender amargamente.

Mas se a sua vida é modesta, não se amargure.

Tudo vem a seu tempo e é melhor ser digno no pouco do que indigno e desgraçado no muito.

Pense nisso.

(Redação do Momento Espírita, com base no item 9 do cap. XVII de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb. – www.momento.com.br)
Uma noite todinha feita de esperança,
todinha florida de afeto,
todinha perfumada de amor,
pra vc e todos ao seu redor.
Abraços com carinho
Equipe CVDEE
CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo

Aos 105 anos, homem que salvou mais de 600 crianças do nazismo é premiado

Aos 105 anos, homem que salvou mais de 600 crianças do nazismo é premiado

  • 28 outubro 2014

Nicholas Winton / Crédito: AP
Nicholas Winton recebeu a mais alta honraria da República Tcheca: a Ordem do Leão Branco

Um inglês que salvou mais de 600 crianças dos nazistas no início da Segunda Guerra Mundial foi condecorado na República Tcheca com a mais alta honraria do país – a Ordem do Leão Branco.

Nicholas Winton, de 105 anos, tinha apenas 29 anos em 1939 quando conseguiu oito trens para levar 669 crianças – a maioria delas judias – da Tchecoslováquia quando eclodiu a Guerra. Elas foram conduzidas para a Inglaterra e para a Suécia, onde ficaram livres das ações dos nazistas.

Setenta e seis anos depois, o britânico participou de uma cerimônia no Castelo de Praga, onde recebeu o prêmio.

Em seu discurso, ele agradeceu aos britânicos que aceitaram receber as crianças em suas casas.

“Quero agradecer a todos vocês por essa tremenda expressão de agradecimento por algo que aconteceu comigo há quase 100 anos”, disse Winton. “Fico muito contente que algumas das crianças ainda estejam aqui para me agradecer.”

“Eu agradeço aos britânicos por dar uma casa para eles, por aceitá-los e, claro, a enorme ajuda dada por muitos tchecos que fizerem o que puderam para lutar contra os alemães e tentar tirar as crianças do país”, finalizou.

‘Sem medo’

A missão notável do homem apelidado de “Schindler britânico” veio à tona somente no final de 1980.

Mas tudo começou em 1938, após a ocupação nazista da região dos Sudetos – nome usado para as áreas de pré-guerra na Tchecoslováquia.

Winton visitou campos de refugiados fora de Praga e decidiu ajudar as crianças a conseguirem licenças britânicas, da mesma forma como as crianças de outros países foram resgatadas no “kindertransport”.

Na época, ele era um corretor de ações em Londres, e vinha de uma família judia alemã, então estava bem consciente da urgência da situação.

“Eu sabia do que estava acontecendo na Alemanha mais do que muita gente e, com certeza, mais do que os políticos”, disse à BBC.

“Nós tínhamos pessoas ficando conosco que eram refugiados da Alemanha naquela época. Alguns que sabiam que suas vidas estavam em perigo.”

Mas ele ressaltou que não teve medo de ajudar. “Não houve nenhum medo pessoal envolvido.”

Winton conseguiu lotar oito trens com crianças que saíram da Tchecoslováquia, antes da eclosão da Guerra. Mas um nono trem, o que estava ainda mais cheio – com 250 crianças – não conseguiu cruzar a fronteira antes do conflito tomar conta do país.

A atitude de Winton ficou ‘oculta’ por 50 anos – ele não contou a ninguém o que fez – até que sua mulher encontrou um livro de recordações e descobriu.

Quando questionado pela BBC sobre o que achava que tinha mudado daquela realidade de 70 anos atrás para a que vive hoje, o homem de 105 anos não foi muito optimista. “Acho que não aprendemos com os erros do passado”, disse.

“O mundo hoje está em uma situação mais perigosa do que jamais esteve e considerando que agora temos armas de destruição em massa que podem acabar com qualquer conflito, nada está seguro mais.”

Filho e censor

maosentrelaçadas
98 – FILHO E CENSOR
“Mas, respondendo ele, disse ao pai: “eis que te sirvo, há tantos anos,
sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste
um cabrito para alegrar-me com meus amigos…” – Jesus
(LUCAS,15:29.)
Na parábola do filho pródigo, não encontramos somente o irmão que volta experiente e arrependido ao convício do lar.
Nela, surge também o irmão correto, mas egoísta, remoendo censura e reclamação.
Ele observa a alegria paternal, abraçando o irmão recuperado; entretanto, reprova e confronta. Procede como quem lastima o dever cumprido, age à feição de um homem que desestima a própria nobreza.
É fiel aos serviços do pai; contudo, critica-lhe os gestos. Trabalha com ele; no entanto, anseia escravizá–lo aos próprios caprichos.
Atende-lhes aos interesses, vigiando-lhe o pão e a prata.
Guarda lealdade, mergulhando-se na ideia de evidência e de herança.
Se o coração paterno demonstra grandeza de sentimento, explode em ciúme e queixa. Se perdoa e auxilia, interpõe o merecimento de que se julga detentor, tentando limitar-lhe a bondade.
Perde-se num misto de crueldade e carinho, sombra e luz.
É justo e injusto, terno e agressivo, companheiro e censor.
Deseja o pai somente para si, a fazenda e o direito, o equilíbrio e a tranquilidade somente para si.
No caminho da fé, analisa igualmente a tua atitude.
Se te sentes ligado à Esfera Superior por teus atos e diretrizes, palavras e pensamentos, não te encarceres na vaidade de ser bom. Não te esqueças, em circunstância alguma, de que Deus é Pai de todos, e, se te ajudou para estares com ele, é para que estejas com ele, ajudando aos outros.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Palavras de Vida Eterna)
Um dia todinho iluminado de confiança,
todinho florido de felicidade,
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Equipe CVDEE
CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
16 anos estudando e divulgando o Espiritismo

24. NO REINO INTERIOR – VINHA DE LUZ – EMMANUEL – CHICO XAVIER

24
NO REINO INTERIOR
“Sigamos, pois, as coisas que contribuem para a paz e para a edificação de uns
para com os outros.” – Paulo. (ROMANOS, 14:19.)
Não podemos esperar, por enquanto, que o Evangelho de Jesus obtenha vitória
imediata no espírito dos povos. A influência dele é manifesta no mundo, em todas as
coletividades; entretanto, em nos referindo às massas humanas, somos compelidos a
verificar que toda transformação é vagarosa e difícil.
Não acontece o mesmo, porém, na esfera particular do discípulo. Cada espírito
possui o seu reino de sentimentos e raciocínios, ações e reações, possibilidades e
tendências, pensamentos e criações.
Nesse plano, o ensino evangélico pode exteriorizar-se em obras imediatas.
Bastará que o aprendiz se afeiçoe ao Mestre.
Enquanto o trabalhador espia questões do mundo externo, o serviço estará
perturbado. De igual maneira, se o discípulo não atende às diretrizes que servem à paz
edificante, no lugar onde permanece, e se não aproveita os recursos em mão para
concretizar a verdadeira fraternidade, seu reino interno estará dividido e atormentado, sob
a tormenta forte.
Não nos entreguemos, portanto, ao desequilíbrio de forças em homenagens ao
mal, através de comentários alusivos à deficiência de muitos dos nossos irmãos, cujo
barco ainda não aportou à praia do justo entendimento.
O caminho é infinito e o Pai vela por todos.
Auxiliemos e edifiquemos.
Se és discípulo do Senhor, aproveita a oportunidade na construção do bem.
Semeando paz, colherás harmonia; santificando as horas com o Cristo, jamais conhecerás
o desamparo.
Foto: 24<br />
NO REINO INTERIOR<br />
"Sigamos, pois, as coisas que contribuem para a paz e para a edificação de uns<br />
para com os outros." – Paulo. (ROMANOS, 14:19.)<br />
Não podemos esperar, por enquanto, que o Evangelho de Jesus obtenha vitória<br />
imediata no espírito dos povos. A influência dele é manifesta no mundo, em todas as<br />
coletividades; entretanto, em nos referindo às massas humanas, somos compelidos a<br />
verificar que toda transformação é vagarosa e difícil.<br />
Não acontece o mesmo, porém, na esfera particular do discípulo. Cada espírito<br />
possui o seu reino de sentimentos e raciocínios, ações e reações, possibilidades e<br />
tendências, pensamentos e criações.<br />
Nesse plano, o ensino evangélico pode exteriorizar-se em obras imediatas.<br />
Bastará que o aprendiz se afeiçoe ao Mestre.<br />
Enquanto o trabalhador espia questões do mundo externo, o serviço estará<br />
perturbado. De igual maneira, se o discípulo não atende às diretrizes que servem à paz<br />
edificante, no lugar onde permanece, e se não aproveita os recursos em mão para<br />
concretizar a verdadeira fraternidade, seu reino interno estará dividido e atormentado, sob<br />
a tormenta forte.<br />
Não nos entreguemos, portanto, ao desequilíbrio de forças em homenagens ao<br />
mal, através de comentários alusivos à deficiência de muitos dos nossos irmãos, cujo<br />
barco ainda não aportou à praia do justo entendimento.<br />
O caminho é infinito e o Pai vela por todos.<br />
Auxiliemos e edifiquemos.<br />
Se és discípulo do Senhor, aproveita a oportunidade na construção do bem.<br />
Semeando paz, colherás harmonia; santificando as horas com o Cristo, jamais conhecerás<br />
o desamparo.” width=”465″ height=”266″ /></div>
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25. APLIQUEMO-NOS – VINHA DE LUZ – EMMANUEL – CHICO XAVIER

25
APLIQUEMO-NOS
“E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas
necessárias, para que não sejam infrutuosos.” – Paulo. (TITO, 3:14.)
É preciso crer na bondade, todavia, é indispensável movimentarmo-nos com ela,
no serviço de elevação.
É necessário guardar a fé, contudo, se não a testemunhamos, nos trabalhos de
cada dia, permaneceremos na velha superfície do palavrório.
Claro que todos devemos aprender o caminho da iluminação, entretanto, se nos
não dispomos a palmilhá-lo, não passaremos da atitude verbalista.
Há no Espiritismo cristão palpitantes problemas para os discípulos de todas as
situações.
É muito importante o conhecimento do bem, mas que não esqueçamos as boas
obras; é justo se nos dilate a esperança, diante do futuro, à frente da sublimidade dos
outros mundos em glorioso porvir, mas não olvidemos os pequeninos deveres da hora
que passa.
De outro modo, seríamos legiões de servidores, incapazes de trabalhar, belas
figuras na vitrina das idéias, sem qualquer valor na vida prática.
A natureza costuma apresentar lindas árvores que se cobrem de flores e jamais
frutificam; o céu, por vezes, mostra nuvens que prometem chuva e se desfazem sem
qualquer benefício à terra sedenta.
As escolas religiosas, igualmente, revelam grande número de demonstrações
dessa ordem. São os crentes promissores e infrutuosos, que a todos iludem pelo aspecto
brilhante. Dia virá, porém, no qual se certificarão de que é sempre melhor fazer para
ensinar depois, que ensinar sempre sem fazer nunca.
Foto: 25<br />
APLIQUEMO-NOS<br />
"E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas<br />
necessárias, para que não sejam infrutuosos." – Paulo. (TITO, 3:14.)<br />
É preciso crer na bondade, todavia, é indispensável movimentarmo-nos com ela,<br />
no serviço de elevação.<br />
É necessário guardar a fé, contudo, se não a testemunhamos, nos trabalhos de<br />
cada dia, permaneceremos na velha superfície do palavrório.<br />
Claro que todos devemos aprender o caminho da iluminação, entretanto, se nos<br />
não dispomos a palmilhá-lo, não passaremos da atitude verbalista.<br />
Há no Espiritismo cristão palpitantes problemas para os discípulos de todas as<br />
situações.<br />
É muito importante o conhecimento do bem, mas que não esqueçamos as boas<br />
obras; é justo se nos dilate a esperança, diante do futuro, à frente da sublimidade dos<br />
outros mundos em glorioso porvir, mas não olvidemos os pequeninos deveres da hora<br />
que passa.<br />
De outro modo, seríamos legiões de servidores, incapazes de trabalhar, belas<br />
figuras na vitrina das idéias, sem qualquer valor na vida prática.<br />
A natureza costuma apresentar lindas árvores que se cobrem de flores e jamais<br />
frutificam; o céu, por vezes, mostra nuvens que prometem chuva e se desfazem sem<br />
qualquer benefício à terra sedenta.<br />
As escolas religiosas, igualmente, revelam grande número de demonstrações<br />
dessa ordem. São os crentes promissores e infrutuosos, que a todos iludem pelo aspecto<br />
brilhante. Dia virá, porém, no qual se certificarão de que é sempre melhor fazer para<br />
ensinar depois, que ensinar sempre sem fazer nunca.” width=”504″ height=”504″ /></div>
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São paulo – ENCONTROS IM]POSSÍVEIS, COM RENATO PRIETO

ENCONTROS IM]POSSÍVEIS

Rua Martins Fontes, 71 – Novotel Jaraguá – Centro – São Paulo – SP – Tel.: (11) 3255 4380
Sábado, 19h; domingo, 17h.
Bilheteria: 16h/20h (terça a sexta); a partir das 16h (sábado e domingo).
Estacionamento: R$ 18,00.
Ingresso: R$ 60,00

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Direção: Gustavo Gelmini
Duração: 60 minutos
Recomendação: 10 anos
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Protagonizado por Renato Prieto, o drama espírita foi escrito por Rodrigo Fonseca. Adão é um jornalista que recebe a visita de pessoas que sempre quis entrevistar. Entre elas, Freud, Marilyn Monroe, Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier e Frank Sinatra, todas mortas. Com Victor Meirelles. Estreou em 23/8/2014. Até 23/11/2014.

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até 23 de novembro

Teatro Jaraguá
3 Estrelas