SÁBADO SOLIDÁRIO – VAMOS AJUDAR A GABRIELA – DIA D DIA 23/08 DOE R$10,00 PARA A GABI

MOMENTO SOLIDARIEDADE

VAMOS AJUDAR À GABI!!

A doença de Sandhoff, a qual nossa querida Gabizinha é portadora, é um grupo de desordens genéticas relacionadas causadas por uma deficiência da enzima beta-hexosaminidase. Esta enzima catalisa a biodegradação de derivados de ácidos graxos conhecidos como gangliosídios. Em consequência disso, Gabi, apresenta desde o começo de sua infância declínio mental e de habilidades físicas, Cegueira, Surdez, Incapacidade de engolir, Atrofia muscular, Paralisia.

VAMOS AJUDAR A GABRIELA A CONTINUAR VIVENDO. SUA FAMÍLIA PRECISA MUITO DE NOSSA AJUDA!! ESSE SÁBADO, DOE R$10,00 PARA A GABRIELA PALLIN BÁRBARA!
DEUS ABENÇOE A TODOS!!!
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REEDUCAÇÃO

REEDUCAÇÃO

A reeducação dos hábitos alimentares através de dietas constitui importante medida para a saúde física.
Mas, se você também almeja o vigor espiritual, aprenda a reeducar-se por dentro.
Elimine o vinagre do ressentimento;
Corte a acidez da maledicência;
Abstenha-se do fel do rancor.
Tente, ao menos, evitar o palavreado picante e os pensamentos tóxicos, a fim de manter o mínimo de equilíbrio espiritual.
Nesse programa de reeducação, busque a vitamina da caridade, alimente-se de amor pelo semelhante, e beba à vontade a água viva do Evangelho.
Assim, poderá experimentar, cada vez mais, o bem-estar interior, resultante da saúde integral.

(De “NOVAS MENSAGENS DE SCHEILLA PARA VOCÊ”, de Clayton B. Levy)

Abraços com carinho
Equipe CVDEE
CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
www.cvdee.org.br

Divulgação de Eventos Espíritas: é só preencher o formulário constante em

Entrevistas virtuais: sobre diversos temas e com diversos estudiosos da Doutrina Espírita.

Dúvidas respondidas: sobre diversos temas na visão Espírita

A VISÃO DE CADA UM

A Visão de Cada Um

Dois homens, muito enfermos, ocupavam uma mesma enfermaria em um grande hospital.

Sua única comunicação com o mundo de fora era uma janela. Um deles tinha a sua cama perto da janela e, todos os dias, tinha permissão para se sentar em sua cama, por algumas horas. Tudo como parte do tratamento dos pulmões.

O outro, cuja cama ficava no lado oposto do pequeno cômodo ficava o dia todo deitado de barriga para cima.

Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado sentado, ele passava a descrever para o companheiro de quarto o que havia lá fora.

Falava do grande parque, cheio de grama verde, de árvores frondosas e flores mais além, em canteiros bem cuidados. Descrevia o lago, onde havia patos e cisnes. Falava das crianças que jogavam migalhas de pão para as aves, e dos barcos de brinquedo que coloriam as tardes de verão.

Falava dos casais de namorados que passeavam de mãos dadas entre as árvores, dos jogos de bola muito disputados entre a criançada.

Dizia que bem além da linha das árvores, ele podia ver um pouco da cidade, o contorno dos altos prédios contra o azul do céu.

O homem deitado somente escutava e escutava. Houve um dia em que ouviu, preocupado, o caso de uma criança que quase caiu no lago, sendo salva a tempo por sua mãe.

Num outro dia, a descrição minuciosa foi a respeito dos lindos vestidos das moças que saudavam a primavera em flor.

O homem deitado quase podia ver o que o outro descrevia, tantos eram os detalhes e a emoção do companheiro sentado. E, aos poucos, foi se tomando de inveja.

Por que somente o outro, que ficava perto da janela, podia ter aquele prazer? Por que ele também não podia ter aquela mesma oportunidade?

Enquanto assim pensava, mais se envergonhava e, no entanto, não conseguia evitar que tais pensamentos o atormentassem.

Certa noite, enquanto estava ali olhando para o teto, como sempre, percebeu que o outro começou a passar mal. Acordou tossindo, parecendo sufocar.

Com desespero, o botão de emergência foi acionado. As enfermeiras correram. O médico veio. Nova aparelhagem respiratória foi providenciada, mas tudo em vão. O homem morreu.

Pela manhã, seu corpo sem vida foi retirado dali. Então, o homem que permanecia sempre deitado, pediu para que o colocassem na cama do outro, próximo da janela.

Logo que assim foi feito e a enfermeira saiu do quarto, ele fez um grande esforço, apoiou-se sobre o cotovelo, na tentativa de se erguer no leito.

A dor era intensa mas ele insistiu. Com muita dificuldade, ele olhou pela janela e viu…apenas um enorme, alto e feio muro de pedras nuas.

A vida tem o colorido que a pessoa lhe dá. A paisagem se torna cinzenta ou plena de luz de acordo com as lentes de que se serve a pessoa para olhá-la.

Sofrer a enfermidade e se fechar na dor ou enfeitar de vivas cores o quadro que vive, é opção individual.

Há os que sofrem pouco e se desesperam, aumentando sua carga de dissabores, com as lentes escuras e sombrias de que se servem para contemplar tudo e todos.

Há os que sofrem muito e se dizem tranquilos, padecendo serenos.

(Equipe do site www.momento.com.br, com base em texto homônimo de autoria desconhecida)

SINTONIA

SINTONIA

As bases de todos os serviços de intercâmbio, entre os desencarnados e encarnados, repousam na mente, não obstante as possibilidades de fenômenos naturais, no campo da matéria densa, levados a efeito por entidades menos evoluídas ou extremamente consagradas à caridade sacrificial.
De qualquer modo, porém, é no mundo mental que se processa a gênese de todos os trabalhos da comunhão de espírito a espírito.
Daí procede a necessidade de renovação idealística, de estudo, de bondade operante e de fé ativa, se pretendemos conservar o contacto com os Espíritos da Grande Luz.
Simbolizemos nossa mente como sendo uma pedra inicialmente burilada. Tanto quanto a do animal, pode demorar-se, por muitos séculos, na ociosidade ou na sombra, sob a crosta dificilmente permeável de hábitos nocivos ou de impulsos degradantes, mas se a expomos ao sol da experiência, aceitando os atritos, as lições, os dilaceramentos e as dificuldades do caminho por golpes abençoados do buril da vida, esforçando-nos por aperfeiçoar o conhecimento e melhorar o coração, tanto quanto a pedra burilada reflete a luz, certamente nos habilitamos a receber a influência dos grandes gênios da sabedoria e do amor, gloriosos expoentes da imortalidade vitoriosa, convertendo-nos em valiosos instrumentos da obra assistencial do Céu, em favor do reerguimento de nossos irmãos menos favorecidos e para a elevação de nós mesmos às regiões mais altas.
A fim de atingirmos tão alto objetivo é indispensável traçar um roteiro para a nossa organização mental, no Infinito Bem, e segui-lo sem recuar.
Precisamos compreender ¾ repetimos ¾ que os nossos pensamentos são forças, imagens, coisas e criações visíveis e tangíveis no campo espiritual.
Atraímos companheiros e recursos, de conformidade com a natureza de nossas idéias, aspirações, invocações e apelos.
Energia viva, o pensamento desloca, em torno de nós, forças sutis, construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas, com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos outros.
Nosso êxito ou fracasso dependem da persistência ou da fé com que nos consagramos mentalmente aos objetivos que nos propomos alcançar.
Semelhante lei de reciprocidade impera em todos os acontecimentos da vida.
Comunicar-nos-emos com as entidades e núcleos de pensamentos, com os quais nos colocamos em sintonia.
Nos mais simples quadros da natureza, vemos manifestado o princípio da correspondência.
Um fruto apodrecido ao abandono estabelece no chão um foco infeccioso que tende a crescer, incorporando elementos corruptores.
Exponhamos a pequena lâmina de cristal, limpa e bem cuidada, à luz do dia, e refletirá infinitas cintilações do Sol.
Andorinhas seguem a beleza da primavera.
Corujas acompanham as trevas da noite.
O mato inculto asila serpentes.
A terra cultivada produz o bom grão.
Na mediunidade, essas leis se expressam, ativas.
Mentes enfermiças e perturbadas assimilam as correntes desordenadas do desequilíbrio, enquanto que a boa-vontade e a boa intenção acumulam os valores do bem.
Ninguém está só.
Cada criatura recebe de acordo com aquilo que dá.
Cada alma vive no clima espiritual que elegeu, procurando o tipo de experiência em que situa a própria felicidade.
Estejamos, assim, convictos de que os nossos companheiros na Terra ou no Além são aqueles que escolhemos com as nossas solicitações interiores, mesmo porque, segundo o antigo ensinamento evangélico, “teremos nosso tesouro onde colocarmos o coração”.

(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Roteiro)

PERSEVERANÇA

Quem quer que tenha parado para observar uma criança tentando descobrir como funciona alguma coisa, ou na tentativa de execução de algo que queira, já deve saber o que é perseverança.

Perseverança é essa virtude que leva à perfeição. Uma virtude que parece inata nos bebês e nos primeiros anos, desaparecendo depois, quando os homens começam a crescer e passam a acreditar que o mais importante, no mundo, é fazer muitas coisas, não importa de que forma.

Alguns pais incutem essa forma de pensar nos seus pequenos, quando os colocam em múltiplas atividades e eles precisam correr de uma aula para outra, e fazer tudo às pressas, para darem conta do recado.

Possivelmente, seja este um dos motivos pelo qual muitos desistem, a meio caminho, quando desejam fazer alguma coisa. É comum ouvir-se as pessoas falarem de seus projetos abandonados porque dificuldades apareceram.

Abandona-se aquele e se opta por algo mais fácil, menos trabalhoso e cujo resultado seja quase imediato.

Isso nos recorda de uma experiência comovente de um artista japonês. Ele se chamava Hokusai e suas pinturas eram muito cobiçadas pela realeza.

Um dia, um nobre o visitou e encomendou uma pintura de seu precioso pássaro. Ele deixou o pássaro com Hokusai, e o artista disse ao nobre para que retornasse uma semana depois.

Porque gostasse muito do pássaro, o nobre ficou ansioso e, ao final de semana, retornou ao estúdio do artista. Contudo, o quadro não fora feito.

O artista pediu humildemente que ele retornasse depois de duas semanas. As duas semanas se transformaram em dois meses, em seis meses.

Um ano mais tarde, o nobre chegou no estúdio de Hokusai, exigindo a pintura de imediato e o seu pássaro de volta. Conforme o costume japonês, Hokusai se curvou ante o nobre e retornou à sua mesa de trabalho. Pegou um pincel, uma grande folha de papel de palha de arroz e, em poucos instantes, desenhou o pássaro, sem nenhum esforço, exatamente como ele era.

O proprietário da ave ficou maravilhado diante da pintura para, logo em seguida, descarregar sua raiva:

Por que você me fez esperar um ano se podia ter aprontado a pintura em tão pouco tempo?

O senhor não entendeu, disse com voz macia o artista.

E convidou o nobre a entrar em um cômodo, onde as paredes estavam cobertas de pinturas do mesmo pássaro. Nenhuma delas, no entanto, expressava a graça e a beleza do último trabalho.

Ele treinara durante um ano e o seu esforço estava recompensado: ele criara uma obra de arte.

Quando você estiver a ponto de desistir de um sonho, de um plano, de uma atividade, lembre do artista japonês e de sua perseverança até atingir a perfeição.

Recorde da criança que tenta girar uma chave na fechadura do armário pela primeira vez e, sentada no chão, ou de joelhos, tenta, tenta e tenta. E, se hoje não consegue, ele vai embora, para retornar depois e tentar outra vez, e outra mais.

Recorde, finalmente, que você está no mundo para realizar uma obra de arte: a sua vida. E não meça esforços, nem se importe com as repetições. São os rascunhos que conferem perfeição à obra final.

por Redação do Momento Espírita, com base no cap. Por trás de um desenho rápido, de Joni Eareckson Tada, do livro Histórias para o coração da mulher, de Alice Gray, ed. United Press. Do site: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=4214&stat=0.

Leia, quando puder, a edição desta semana da revista O CONSOLADOR.

Destaques da edição 375

Eis o link que remete à edição 375, de 10 de agosto, da revista O CONSOLADOR: http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/principal.html

“Cem anos depois e o mundo ainda não aprendeu” é o título do nosso editorial. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/editorial.html

Confira o que ocorre nesta semana no movimento espírita brasileiro.
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/movimentoespiritabrasileiro.html

Anote e acompanhe os eventos espíritas internacionais desta semana. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/oespiritismoemoutrospaises.html

Cícero Fernando de Araújo, de Arapiraca (AL), fala sobre o Espiritismo em Alagoas. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/entrevista.html

De Anselmo F. Vasconcelos é o especial Perscrutando os frutos do nosso trabalho diário. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/especial.html

Ênio Medeiros conta como foi a recente passagem de Divaldo Franco pela França. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/especial2.html

Na França, Divaldo falou aos espíritas e simpatizantes de Paris, Douai e Orly. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/especial2.html

Quem descobriu que a Terra tem a forma esférica?
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/empk.html

É certo dizer que a Igreja foi espírita durante os três primeiros séculos?
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/classicosdoespiritismo.html

Que papel, nos problemas de sintonia, exerce a nossa vontade?
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/estudandoaserieandreluiz.html

Os benfeitores respeitam o livre-arbítrio das pessoas a quem ajudam?
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/estudandomanoelphilomeno.html

Quem foi o autor do sistema que atribuiu à Terra a condição de centro do Universo?
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/empk.html

É um erro cobrar pelo exercício da mediunidade, sobretudo nos casos de cura.
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/oespiritismoresponde.html

Waldenir A. Cuin: “Melhorar a sociedade é tarefa nossa”. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/waldenir_cuin.html

“O ser humano.” (Ricardo Orestes Forni) http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/ricardo_forni.html

Um bom roteiro para o estudo metódico de “O Evangelho segundo o Espiritismo”.
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/cartas.html

Como saber se vamos seguindo na obra libertadora da própria desobsessão?
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/correiomediunico.html

Gebaldo José de Sousa: “Literatura espírita: arte a serviço do Evangelho”. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/gebaldo_sousa.html

“O reino do Cristo.” (Jorge Leite de Oliveira) http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/jorge_leite.html

Já que somos médiuns, o que é fundamental para o nosso equilíbrio? http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/estudandoaserieandreluiz.html

Fácil libertar a palavra que ensina, mas muito difícil desenvolver a ação que realiza. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/emmanuel.html

Orson Peter Carrara: “Vença o medo”. http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/orson_carrara.html

“A parte que nos toca.” (Leda Maria Flaborea) http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/leda_maria.html

“O dinheiro” é o título de mais um lindo conto escrito por Meimei.
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/espiritismoparacriancas.html

Há muitos Espíritos que não podem sair debaixo da terra para ver a luz do dia!
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/umminutocomchico.html

“Com as mudanças de paradigmas, criam-se conflitos e até traumas.” (José Reis) http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/jose_reis.html

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo: “Destino do Homem (?)”
http://www.oconsolador.com.br/ano8/375/diamantino_bartolo.html

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Visite, quando puder, o Blog Espiritismo Século XXI:
http://espiritismo-seculoxxi.blogspot.com.br/
Astolfo O. de Oliveira Filho

09/08 – XIII FEMEU – FESTIVAL DE MÚSICA ESPÍRITA DE UBERABA

ALÔ UBERABA E REGIÃO!
Estimados irmãos,
É com muita alegria e satisfação em trabalhar pela Doutrina Espírita que estamos realizando o XIII FEMEU – Festival de Música Espírita de Uberaba (nacional) neste sábado, dia 09 de agosto às 19h, no Cine Teatro Vera Cruz em Uberaba-MG.
“Assim como a Arte Cristã sucedeu a Arte Pagã, transformando-a, a Arte Espírita será o complemento e a transformação da Arte Cristã. O Espiritismo, efetivamente, nos mostra o porvir sob uma luz nova e mais ao nosso alcance. Por ele, a felicidade está mais perto de nós, está ao nosso lado, nos Espíritos que nos cercam e que jamais deixaram de estar em relação conosco”.
Obras Póstumas – Allan Kardec
Recorro aos irmãos espíritas fazendo uma CONVOCAÇÃO ESPECIAL, principalmente aos ESPÍRITAS DE UBERABA-MG, sendo:
1º) Repassando esse e-mail à toda a sua lista de contatos.
2º) Postando nas redes sociais, os dois anexos (folheto da Grande Final do XIII FEMEU e o folheto da transmissão ao vivo da Tv Mundo Maior e da Rádio Fraternidade).
3º) Aos espíritas uberabenses ficam CONVOCADOS A ESTAREM PRESENTES na Grande final do XIII FEMEU, dia 09/08 – sábado, às 19h no Cine Teatro Vera Cruz.
4º) Aos espíritas de outras localidades, que conectem na TV MUNDO MAIOR ou RÁDIO FRATERNIDADE para assistirem a transmissão ao vivo do XIII FEMEU.
MÚSICAS CLASSIFICADAS PARA A GRANDE FINAL
Tanto Amor – Guarujá-SP
O Chamado – Taquari-RS
Espera e Confia – Uberaba-MG
Reencarnação – Varginha-MG
Dom de Viver – São Bernardo do Campo-SP
Cuide Bem dos seus Talentos – Itanhaém-SP
Espíritos Protetores – Franca-SP
A Porta e a Chave – AlagoInha-BA
Diálogo – Brasília-DF
É – Belo Horizonte-MG
Luz do Candeeiro – Governador Valadares-MG
Moisés, 1ª Revelação – Uberaba-MG
É Tempo – Uberlândia-MG
Chico Xavier – Uberaba-MG
Ação e Reação – Vargem Grande Paulista-SP
GRANDE FINAL DO XIII FEMEU
Festival de Música Espírita de Uberaba
Data: 9 de agosto de 2014 – sábado
Horário: 19h
Local: Cine Teatro Vera Cruz (Rua São Benedito nº 290)
Entrada Franca.
Participe!

PENSAMENTO ESPÍRITA-Albino Teixeira / Chico Xavier

PENSAMENTO ESPÍRITA
Pelo Espírito Albino Teixeira. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro: Coragem. Lição nº 45. Página 141.

Qualquer de nós:
– quando não desculpe agravos recebidos;
– quando não se coloque no lugar do ofensor para sentir-lhe as tentações e justificar-lhe, de algum modo, as fraquezas;
– quando não pronuncie sequer uma frase de tolerância para com as faltas alheias;
– quando se disponha a louvar exclusivamente os amigos, sem ver as qualidades nobres dos adversários;
– quando retribui vergastada por vergastada ou prejuízo por prejuízo;
– quando conserve rancor ou ressentimento contra a pessoa de alguém;
– quando não encontre motivos para o exercício da benevolência e da paz;
– quando nada faça para desfazer incompreensões e aversões;
– quando critique ou injurie…
Qualquer de nós que adote semelhante comportamento está desconhecendo a própria natureza e tornando-se, com isso, mais profundamente suscetível à influência do mal, requisitando, em regime de urgência, o apoio da simpatia e o amparo da oração.

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