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Rapunzel Solidária 

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Tu, porém

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TU, PORÉM
“Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina.” – Paulo. (TITO, 2:1.)
Desde que não permaneças em temporária inibição do verbo, serás assediado a
falar em todas as situações.
Convocar-te-ão a palavra os que desejam ser bons e os deliberadamente maus, os
cegos das estradas sombrias e os caminheiros das sendas tortuosas.
Corações perturbados pretenderão arrancar-te expressões perturbadoras.
Caluniadores induzir-te-ão a caluniar.
Mentirosos levar-te-ão a mentir.
Levianos tentarão conduzir-te à leviandade.
Ironistas buscarão localizar-te a alma no falso terreno do sarcasmo.
Compreende-se que procedam assim, porquanto são ignorantes, distraídos da
iluminação espiritual. Cegos desditosos sem o saberem, vão de queda em queda, desastre
a desastre, criando a desventura de si mesmos.
Tu, porém, que conheces o que eles desconhecem, que cultivas na mente valores
espirituais que ainda não cultivam, toma cuidado em usar o verbo, como convém ao
Espírito do Cristo que nos rege os destinos. É muito fácil falar aos que nos interpelam, de
maneira a satisfazê-los, e não é difícil replicar-lhes como convém aos nossos interesses e
conveniências particulares; todavia, dirigirmo-nos aos outros, com a prudência amorosa e
com a tolerância educativa, como convém à sã doutrina do Mestre, é tarefa complexa e
enobrecedora, que requisita a ciência do bem no coração e o entendimento evangélico
nos raciocínios.
Que os ignorantes e os cegos da alma falem desordenadamente, pois não sabem,
nem vêem… Tu, porém, acautela-te nas criações verbais, como quem não se esquece das
contas naturais a serem acertadas no dia próximo.

 

OUÇAMOS ATENTOS

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OUÇAMOS ATENTOS
“Buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça.” – Jesus. (MATEUS, 6:33.)
Apesar de todos os esclarecimentos do Evangelho, os discípulos encontram
dificuldade para equilibrarem, convenientemente, a bússola do coração.
Recorre-se à fé, na sede de paz espiritual, no anseio de luz, na pesquisa da solução
aos problemas graves do destino. Todavia, antes de tudo, o aprendiz costuma procurar a
realização dos próprios caprichos; o predomínio das opiniões que lhe são peculiares; a
subordinação de outrem aos seus pontos de vista; a submissão dos demais à força direta
ou indireta de que é portador; a consideração alheia ao seu modo de ser; a imposição de
sua autoridade personalíssima; os caminhos mais agradáveis; as comodidades fáceis do
dia que passa; as respostas favoráveis aos seus intentos e a plena satisfação própria no
imediatismo vulgar.
Raros aceitam as condições do discipulado.
Em geral, recusam o título de seguidores do Mestre.
Querem ser favoritos de Deus.
Conhecemos, no entanto, a natureza humana, da qual ainda somos participes, não
obstante a posição de espíritos desencarnados. E sabemos que a vida burilará todas as
criaturas nas águas lustrais da experiência.
Lutaremos, sofreremos e aprenderemos, nas variadas esferas de luta evolutiva e
redentora.
Considerando, porém, a extensão das bênçãos que nos felicitam a estrada,
acreditamos seria útil à nossa felicidade e equilíbrio permanentes ouvir, com atenção, as
palavras do Senhor: “Buscai primeiro o Reino de Deus e sua justiça.”

 

AUXÍLIO EFICIENTE

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AUXÍLIO EFICIENTE
“E abrindo a sua boca os ensinava.” – (MATEUS, 5:2.)
O homem que se distancia da multidão raramente assume posição digna à frente
dela.
Em geral, quem recebe autoridade cogita de encastelar-se em zona superior.
Quem alcança patrimônio financeiro elevado costuma esquecer os que lhe foram
companheiros do princípio e traça linhas divisórias humilhantes para que os necessitados
não o aborreçam.
Quem aprimora a inteligência, quase sempre abusa das paixões populares
facilmente exploráveis.
E a massa, na maioria das regiões do mundo, prossegue relegada a si própria.
A política inferior converte-a em joguete de manobra comum.
O comércio desleal nela procura o filão de lucros exorbitantes.
O intelectualismo vaidoso envolve-a nas expansões do pedantismo que lhe é
peculiar.
De época em época, a multidão é sempre objeto de escárnio ou desprezo pelas
necessidades espirituais que lhe caracterizam os movimentos e atitudes.
Raríssimos são os homens que a ajudam a escalar o monte iluminativo.
Pouquíssimos mobilizam recursos no amparo social.
Jesus, porém, traçou o programa desejável, instituindo o auxílio eficiente.
Observando que os filhos do povo se aproximavam dEle, começou a ensinar-lhes o
caminho reto, dando-nos a perceber que a obra educativa da multidão desafia os
religiosos e cientistas de todos os tempos.
Quem se honra, pois, de servir a Jesus, imite-lhe o exemplo. Ajude o irmão mais
próximo a dignificar a vida, a edificar-se pelo trabalho sadio e a sentir-se melhor.

 

Não entendem

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NÃO ENTENDEM
“Querendo ser doutores da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que
afirmam.” – Paulo. (I TIMÓTEO, 1:7.)
Em todos os lugares surgem multidões que abusam da palavra.
Avivam-se discussões destrutivas, na esfera da ciência, da política, da filosofia, da
religião. Todavia, não somente nesses setores da atividade intelectual se manifestam
semelhantes desequilíbrios.
A sociedade comum, em quase todo o mundo, é campo de batalha, nesse
particular, em vista da condenável influência dos que se impõem por doutores em
informações descabidas. Pretensiosas autoridades nos pareceres gratuitos, espalham a
perturbação geral, adiam realizações edificantes, destroem grande parte dos germens do
bem, envenenam fontes de generosidade e fé e, sobretudo, alterando as correntes do
progresso, convertem os santuários domésticos em trincheiras da hostilidade cordial.
São esses envenenadores inconscientes que difundem a desarmonia, não
entendendo o que afirmam.
Quem diz, porém, alguma coisa está semeando algo no solo da vida, e quem
determina isto ou aquilo está consolidando a semeadura.
Muitos espíritos nobres são cultivadores das árvores da verdade, do bem e da luz;
entretanto, em toda parte movimentam-se também os semeadores do escalracho da
ignorância, dos cardos da calúnia, dos espinhos da maledicência. Através deles opera-se
a perturbação e o estacionamento. Abusam do verbo, mas pagam a leviandade a dobrado
preço, porquanto, embora desejem ser doutores da lei e por mais intentem confundir-lhe
os parágrafos e ainda que dilatem a própria insensatez por muito tempo, mais se
aproximam dos resultados de suas ações, no circulo das quais, essa mesma lei lhes
impõe as realidades da vida eterna, através da desilusão, do sofrimento e da morte.

 

Abre a porta

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ABRE A PORTA
“E havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.”
– (JOÃO, 20:22.)
Profundamente expressivas as palavras de Jesus aos discípulos, nas primeiras
manifestações depois do Calvário.
Comparecendo à reunião dos companheiros, espalha sobre eles o seu espírito de
amor e vida, exclamando: “Recebei o Espírito Santo.”
Por que não se ligaram as bênçãos do Senhor, automaticamente, aos aprendizes?
por que não transmitiu Jesus, pura e simplesmente, o seu poder divino aos sucessores?
Ele, que distribuíra dádivas de saúde, bênçãos de paz, recomendava aos discípulos
recebessem os divinos dons espirituais. Por que não impor semelhante obrigação?
É que o Mestre não violentaria o santuário de cada filho de Deus, nem mesmo por
amor.
Cada espírito guarda seu próprio tesouro e abrirá suas portas sagradas à
comunhão com o Eterno Pai.
O Criador oferece à semente o sol e a chuva, o clima e o campo, a defesa e o
adubo, o cuidado dos lavradores e a bênção das estações, mas a semente terá que
germinar por si mesma, elevando-se para a luz solar.
O homem recebe, igualmente, o Sol da Providência e a chuva de dádivas, as
facilidades da cooperação e o campo da oportunidade, a defesa do amor e o adubo do
sofrimento, o carinho dos mensageiros de Jesus e a bênção das experiências diversas;
todavia, somos constrangidos a romper por nós mesmos os envoltórios inferiores,
elevando-nos para a Luz Divina.
As inspirações e os desígnios do Mestre permanecem a volta de nossa alma,
sugerindo modificações úteis, induzindo-nos à legítima compreensão da vida, iluminandonos
através da consciência superior, entretanto, está em nós abrir-lhes ou não a porta
interna.
Cessemos, pois, a guerra de nossas criações inferiores do passado e entreguemonos,
cada dia, às realizações novas de Deus, instituídas a nosso favor, perseverando em
receber, no caminho, os dons da renovação constante, em Cristo, para a vida eterna.

 

PORTA ESTREITA

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PORTA ESTREITA
“Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão
entrar, e não poderão.” – Jesus. (LUCAS, 13:24.)
Antes da reencarnação necessária ao progresso, a alma estima na “porta estreita”
a sua oportunidade gloriosa nos círculos carnais.
Reconhece a necessidade do sofrimento purificador. Anseia pelo sacrifício que
redime. Exalta o obstáculo que ensina. Compreende a dificuldade que enriquece a mente e
não pede outra coisa que não seja a lição, nem espera senão a luz do entendimento que a
elevará nos caminhos infinitos da vida.
Obtém o vaso frágil de carne, em que se mergulha para o serviço de retificação e
aperfeiçoamento.
Reconquistando, porém, a oportunidade da existência terrestre, volta a procurar as
“portas largas” por onde transitam as multidões.
Fugindo à dificuldade, empenha-se pelo menor esforço.
Temendo o sacrifício, exige a vantagem pessoal. Longe de servir aos semelhantes,
reclama os serviços dos outros para si.
E, no sono doentio do passado, atravessa os campos de evolução, sem algo
realizar de útil, menosprezando os compromissos assumidos.
Em geral, quase todos os homens somente acordam quando a enfermidade lhes
requisita o corpo às transformações da morte.
“Ah! se fosse possível voltar!…” – pensam todos.
Com que aflição acariciam o desejo de tornar a viver no mundo, a fim de
aprenderem a humildade, a paciência e a fé!… com que transporte de júbilo se devotariam
então à felicidade dos outros! …
Mas… é tarde. Rogaram a “porta estreita” e receberam-na, entretanto, recuaram no
instante do serviço justo. E porque se acomodaram muito bem nas “portas largas”,
volvem a integrar as fileiras ansiosas daqueles que procuram entrar, de novo, e não
conseguem.

 

ORAÇÃO E RENOVAÇÃO

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ORAÇÃO E RENOVAÇÃO
“Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram.” – PAULO. (HEBREUS,
10:6.)
É certo que todo trabalho sincero de adoração espiritual nos levanta a alma,
elevando-nos os sentimentos.
A súplica, no remorso, traz-nos a bênção das lágrimas consoladoras. A rogativa na
aflição dá-nos a conhecer a deficiência própria, ajudando-nos a descobrir o valor da
humildade. A solicitação na dor revela-nos a fonte sagrada da Inesgotável Misericórdia.
A oração refrigera, alivia, exalta, esclarece, eleva, mas, sobretudo, afeiçoa o
coração ao serviço divino. Não olvidemos, porém, de que os atos íntimos e profundos da
fé são necessários e úteis a nós próprios.
Na essência, não é o Senhor quem necessita de nossas manifestações votivas,
mas somos nós mesmos que devemos aproveitar a sublime possibilidade da repetição,
aprendendo com a sabedoria da vida.
Jesus espera por nossa renovação espiritual, acima de tudo.
Se erraste, é preciso procurar a porta da retificação.
Se ofendeste a alguém, corrige-te na devida reconciliação.
Se te desviaste da senda reta, volta ao caminho direito.
Se te perturbaste, harmoniza-te de novo.
Se abrigaste a revolta, recupera a disciplina de ti mesmo.
Em qualquer posição de desequilíbrio, lembra-te de que a prece pode trazer-te
sugestões divinas, ampliar-te a visão espiritual e proporcionar-te consolações
abundantes; todavia, para o Senhor não bastam as posições convencionais ou
verbalistas.
O Mestre confere-nos a Dádiva e pede-nos a iniciativa.
Nos teus dias de luta, portanto, faze os votos e promessas que forem de teu
agrado e proveito, mas não te esqueças da ação e da renovação aproveitáveis na obra
divina do mundo e sumamente agradáveis aos olhos do Senhor.

 

EXECUTAR BEM

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EXECUTAR BEM
“E ele lhes disse: – “Não peçais mais do que o que vos está ordenado.” – João
Batista. (LUCAS, 3:13.)
A advertência de João Batista à massa inquieta é dos avisos mais preciosos do
Evangelho.
A ansiedade é inimiga do trabalho frutuoso. A precipitação determina desordens e
recapitulações conseqüentes.
Toda atividade edificante reclama entendimento.
A palavra do Precursor não visa anular a iniciativa ou diminuir a responsabilidade,
mas recomenda espírito de precisão e execução nos compromissos assumidos.
As realizações prematuras ocasionam grandes desperdícios de energia e atritos
inúteis.
Nos círculos evangélicos da atualidade, o conselho de João Batista deve ser
especialmente lembrado.
Quantos pedem novas mensagens espirituais, sem haver atendido a sagradas
recomendações das mensagens velhas? quantos aprendizes aflitos por transmitir a
verdade ao povo, sem haver cumprido ainda a menor parcela de responsabilidade para
com o lar que formaram no mundo? Exigem revelações, emoções e novidades,
esquecidos de que também existem deveres inalienáveis desafiando o espírito eterno.
O programa individual de trabalho da alma, no aprimoramento de si mesma, na
condição de encarnada ou desencarnada, é lei soberana.
Inútil enganar o homem a si mesmo com belas palavras, sem lhes aderir
intimamente, ou recolher-se à proteção de terceiros, na esfera da carne ou nos círculos
espirituais que lhe são próximos.
De qualquer modo, haverá na experiência de cada um de nós a ordenação do
Criador e o serviço da criatura.
Não basta multiplicar as promessas ou pedir variadas tarefas ao mesmo tempo.
Antes de tudo, é indispensável receber a ordenação do Senhor, cada dia, e executá-la do
melhor modo.

 

Levantai os olhos

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LEVANTAI OS OLHOS
“Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos e vede as terras, que já estão
brancas para a ceifa.” – Jesus. (JOÃO, 4:35.)
O mundo está cheio de trabalhos ligados ao estômago.
A existência terrestre permanece transbordando emoções relativas ao sexo.
Ninguém contesta o fundamento sagrado de ambos, entretanto, não podemos
estacionar numa ou noutra expressão.
Há que levantar os olhos e devassar zonas mais altas. É preciso cogitar da colheita
de valores novos, atendendo ao nosso próprio celeiro.
Não se resume a vida a fenômenos de nutrição, nem simplesmente à continuidade
da espécie.
Laborioso serviço de iluminação espiritual requisita o homem.
Valiosos conhecimentos reclamam-no a esferas superiores.
Verdades eternas proclamam que a felicidade não é um mito, que a vida não
constitui apenas o curto período de manifestações carnais na Terra, que a paz é tesouro
dos filhos de Deus, que a grandeza divina é a maravilhosa destinação das criaturas; no
entanto, para receber tão altos dons é indispensável erguer os olhos, elevar o
entendimento e santificar os raciocínios.
É imprescindível alçar a lâmpada sublime da fé, acima das sombras.
Irmão muito amado, que te conservas sob a divina árvore da vida, não te fixes tãosomente
nos frutos da oportunidade perdida que deixaste apodrecer, ao abandono… Não
te encarceres no campo inferior, a contemplar tristezas, fracassos, desenganos!… Olha
para o alto! … Repara as frondes imortais, balouçando-se ao sopro da Providência Divina!
Dá-te aos labores da ceifa e observa que, se as raízes ainda se demoram presas ao solo,
os ramos viridentes, cheios de frutos substanciosos, avançam no Infinito, na direção dos
Céus.

 

Multidões

 

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MULTIDÕES
“Tenho compaixão da multidão.” – Jesus. (MARCOS, 8:2.)
Os espíritos verdadeiramente educados representam, em todos os tempos,
grandes devedores à multidão.
Raros homens, no entanto, compreendem esse imperativo das leis espirituais.
Em geral, o mordomo das possibilidades terrestres, meramente instruído na
cultura do mundo, esquiva-se da massa comum, ao invés de ajudá-la. Explora-lhe as
paixões, mantém-lhe a ignorância e costuma roubar-lhe o ensejo de progresso. Traça leis
para que ela pague os impostos mais pesados, cria guerras de extermínio, em que deva
concorrer com os mais elevados tributos de sangue. O sacerdócio organizado, quase
sempre, impõe-lhe sombras, enquanto a filosofia e a ciência lhe oferecem sorrisos
escarnecedores.
Em todos os tempos e situações políticas, conta o povo com escassos amigos e
adversários em legiões.
Acima de todas as Possibilidades humanas, entretanto, a multidão dispõe do
Amigo Divino.
Jesus prossegue trabalhando.
Ele, que passou no Planeta entre pescadores e proletários, aleijados e cegos,
velhos cansados e mães aflitas, volta-se para a turba sofredora e alimenta-lhe a
esperança, como naquele momento da multiplicação dos pães.
Lembra-te, meu amigo, de que és parte integrante da multidão terrestre.
O Senhor observa o que fazes.
Não roubes o pão da vida; procura multiplicá-lo.

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